Rabiscando sobre um papel amassado,
a mão navega livre o papel
enquanto navego sobre os meus pensamentos.

Por momentos,
as coisas parecem não terem importância.
Tudo vago, impreciso...
Passageiro.

Alguém me toca o ombro,
não sei se despertei ou adormeci.
Observo a letalidade da força.
A autoproclamação da realidade enquanto realidade.

Reivindica para si o absoluto.
O epicentro da totalidade.
Atravessa minha mente
na velocidade da luz.
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