A ERVA DE EVA
A Era
da erva
de Eva
já era
o que dera
na Era de erva da Eva
A pedra
traçada
na brisa,
madrugada,
foi branda
a estrada
na treva
deturpada
Compacto
Oposto
albergue
da insensatez
imensa
orgia
vergonha, nudez
A Serpente,
decadente,
também foi mente
maquiavélica
cadavérica
mordida banal
folia de criança
doença de infância
destroçado
erro fatal
Doces almas
perdidas
decaídas
no outro
espanto
do mundo central,
da dor,
terror,
do medo,
do mal
E a erva
de Eva
já era
da Era
e é
o que é
no tempo atual,
na vida
terrestre
na lua oriental
ANO: 2003
da erva
de Eva
já era
o que dera
na Era de erva da Eva
A pedra
traçada
na brisa,
madrugada,
foi branda
a estrada
na treva
deturpada
Compacto
Oposto
albergue
da insensatez
imensa
orgia
vergonha, nudez
A Serpente,
decadente,
também foi mente
maquiavélica
cadavérica
mordida banal
folia de criança
doença de infância
destroçado
erro fatal
Doces almas
perdidas
decaídas
no outro
espanto
do mundo central,
da dor,
terror,
do medo,
do mal
E a erva
de Eva
já era
da Era
e é
o que é
no tempo atual,
na vida
terrestre
na lua oriental
ANO: 2003
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*