Poema de fim do tempo
Poema de fim do tempo
Acabo todo dia
Em plena guerra fria
Entre mim e os meus medos
Guardando mágoas e segredos
Preso numa teia que eu mesmo construía
Fingindo graça a revelia, pulso firme de alegoria
Se dói mais a cada dia, bem que o tempo poderia
Voltar...
Espero que meu tempo chegue
Espero que meu tempo acabe
Se já não tenho mais desejos
Se já não tenho mais vontades
Espero não deixar saudade
Preciso só, dormir em paz
E até se não acordar jamais
Gravar a minha realidade
Num epitáfio sem vaidades
Acabo todo dia
Em plena guerra fria
Entre mim e os meus medos
Guardando mágoas e segredos
Preso numa teia que eu mesmo construía
Fingindo graça a revelia, pulso firme de alegoria
Se dói mais a cada dia, bem que o tempo poderia
Voltar...
Espero que meu tempo chegue
Espero que meu tempo acabe
Se já não tenho mais desejos
Se já não tenho mais vontades
Espero não deixar saudade
Preciso só, dormir em paz
E até se não acordar jamais
Gravar a minha realidade
Num epitáfio sem vaidades
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Lula la...
Lula la... bem vindo a vitória dos corações brasileiros ... bem vindo ao país de uma social democracia . Lula la ... sempre de coração a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski