JOÃO NINGUÉM
Ele nasceu do nada
Cresceu do nada
Viveu do nada
Só suas ilusões o sustentava
Ele passava fome
Não tinha nome
E sempre come
Da mão de um pobre homem
Mas um dia cansado de tudo
De mal com o mundo
Foi lutar
Pra se sustentar
E não acabar
Com fome de não poder falar
No primeiro ano foi aquele pano
De só trabalhar
Não ter onde morar
E se matar
Pra ser alguém
Ia de trem
Trabalhar sem
E não tem Ninguém
No segundo ano
Não teve nem pano
Não tinha trem
Vivia sem
Trabalhar também
Era o "João Ninguém"
Ele nasceu do nada
Cresceu do nada
Viveu do nada
Nem suas ilusões o sustentava
Não tinha a quem
Pedir amém
Diziam estar sem
Pois ele era o "João Ninguém"
ANO: 1993
Cresceu do nada
Viveu do nada
Só suas ilusões o sustentava
Ele passava fome
Não tinha nome
E sempre come
Da mão de um pobre homem
Mas um dia cansado de tudo
De mal com o mundo
Foi lutar
Pra se sustentar
E não acabar
Com fome de não poder falar
No primeiro ano foi aquele pano
De só trabalhar
Não ter onde morar
E se matar
Pra ser alguém
Ia de trem
Trabalhar sem
E não tem Ninguém
No segundo ano
Não teve nem pano
Não tinha trem
Vivia sem
Trabalhar também
Era o "João Ninguém"
Ele nasceu do nada
Cresceu do nada
Viveu do nada
Nem suas ilusões o sustentava
Não tinha a quem
Pedir amém
Diziam estar sem
Pois ele era o "João Ninguém"
ANO: 1993
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