Chico Lira

Chico Lira
Nasceu a 02 Julho 1993 (Paraibano)
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                                                            CHICO LIRA

        O jovem poeta Francisco Lira de Araújo é o filho mais novo de uma família de cinco irmãos e passou sua infância no interior de Paraibano-MA na localidade de Sítio do Meio. Ainda muito cedo (com um ano e sete meses de idade), perdeu sua mãe, sendo criado pelo pai, e posteriormente pela avó. Aluno dedicado aos estudos, sempre mereceu honras nas escolas por onde passou, recebendo medalhas pelo excelente desempenho nos três anos do Ensino Médio, e exercendo  cargos de liderança nas turmas por onde passou,  onde sempre que possível, era solicitado a ajudar na avaliação dos professores probatórios desses estabelecimentos de ensino.

        Seu interesse nas letras, artes e poesia  foi despertado após o seu ingresso no Seminário Camiliano (São Camilo de Lellis) aos 17 anos de idade, na cidade de Fortaleza-CE no ano de 2011. Durante este período, recebeu aulas de reforço de Literatura dentre outras disciplinas que eram disponibilizadas aos jovens vocacionados, visando prepará-los para o vestibular. Despertou grande interesse pela poesia durante as aulas de Literatura tendo pleno aproveitamento  e produzindo poemas inspirados inicialmente  nas  características das escolas literárias estudadas, depois, criou um estilo singular. Logo seu talento e criatividade o levaram além das fronteiras do Seminário, e com o apoio da direção da Escola Tecla Ferreira (ainda em Fortaleza), onde finalizava o terceiro ano do Ensino Médio, teve seu primeiro poema publicado no jornal Diário do Nordeste, intitulado como "Canção da Praça". Em 2012, saiu do Seminário e retornou à sua cidade natal onde atualmente trabalha na Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de Paraibano-MA como Mestre de Cerimônias, ministra cursos para coroinhas, frequenta o Curso de Enfermagem e continua produzindo seus belos poemas com estilo único e próprio.


                                                                                           Por: Claudianne Dourado