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RobertoCosta

RobertoCosta
Ver Perfil - robertocosta
Nasceu a 16 Janeiro 1955
(São Luís - MA)
Roberto Franklin Falcão da Costa nasceu em 16 de janeiro de 1955, na cidade de São Luís – MA. Formado em Odontologia pela Universidade Federal do Maranhão. Casado com Luciane Duailibe da Costa. Esposo apaixonado e abençoado pela graça de ser pai de quatro filhos. Avô “coruja” declarado de Lara, Sophia, Laís, Julia, Theo e Nicholas. Amante da boa música, leitura e futebol. Torcedor do Botafogo e Moto Clube de São Luís. Vive o presente intensamente, sem esquecer jamais do passado. É movido pelo amor, nas mais diversas formas, pela família, amigos, lembranças, que são fontes de inspiração para seus poemas. Acredita que a beleza da vida está nos pequenos detalhes, o sol que nasce a cada dia, a companhia da família e amigos, o amor sentido em um abraço, um beijo ou um simples olhar. Crê no ser humano, no amor e acredita que Deus é fonte de vida e reabilitação de qualquer ser. Seu desejo é amar, amar e amar e nunca deixar de escrever. Da sua paixão pela poesia surgiram as seguintes publicações: Todos os Sonhos – poesias, 2015; Além da Esperança – poesias, 2016; Tuas Mãos – poesias, 2016; Tempo de Amar – poesias, 2016. Além de participar das Antologias: Platinum VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XX, XXI, XXII, XXIII, XXIV” – Poesias & Textos, 2016 – Editora Bookess. Atualmente participa do Projeto o DOUCE POÉSIE. Que esta na sua segunda edição e também do Grupo Souspoeta com participação no livro Lusáfrica Antologia.
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ESPERAR É PRECISO



Quem parte, sempre deixa algo para trás,

quem fica, sempre recolhe aquilo que é deixado. Uma forte amizade, uma atenção, um carinho de família, uma certeza de que um dia voltará e que tudo será como antes.

A falta de alguém, seja por qualquer motivo,

sempre é proporcional ao tipo de partida. Uma partida eterna, que nunca terá regresso, ou uma partida temporária, de onde paira a certeza de um reencontro.

Volta, não demores, estou sempre aqui à tua espera, volta, não deixes que a distância interfira em tudo que construímos; volta, ocupa o meu vazio... Sinto falta dos teus olhos, teus abraços, teu sorriso. Não demores, não me faças esperar!...