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Negro africano

O negro fricano

Eu anónimo, do país do confronto
A África para os africanos não se faz do meu grande amigo
Come, desenvolva na sua terra natal

Minha terra não deve ser vista   como aguá
Todo o homem nascem são sociedade é  que o corompe, que  saiba viver com o vizinho
Eu sou racional igual a te não me faz de sua alcatifa, senhor, pois sou útel natureza
Meu pais perdeu seu lindo nome Moçambique para o país de terrorismo

Meu país sempre vivendo o tempo de terror
Ouvi dizer com meu senhor, que, quem não tem que pede! A guerra não é solução
A minha economia, o meu direito, você conseguiu colocar -o na escuridão

Nunca comeu, nunca bebeu, nunca dormiu, desde na quele tempo
Vi com meus próprios olhos, a matar o meu inocente irmão!
Afinal não tem casa, senhor, pais, não usa o termo construir para destruir
Moçambique para os moçambicanos, nada de olho de cobiço, que reserve a minha liberdade.
            Elaborado por activista Abelardo Samuel Nhamazane, aos 20 de junho de 2020. Poesia de sofrimento. Soneto popular.

Meu pais sempre vivendo
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Poemas

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Negro africano

O negro fricano

Eu anónimo, do país do confronto
A África para os africanos não se faz do meu grande amigo
Come, desenvolva na sua terra natal

Minha terra não deve ser vista   como aguá
Todo o homem nascem são sociedade é  que o corompe, que  saiba viver com o vizinho
Eu sou racional igual a te não me faz de sua alcatifa, senhor, pois sou útel natureza
Meu pais perdeu seu lindo nome Moçambique para o país de terrorismo

Meu país sempre vivendo o tempo de terror
Ouvi dizer com meu senhor, que, quem não tem que pede! A guerra não é solução
A minha economia, o meu direito, você conseguiu colocar -o na escuridão

Nunca comeu, nunca bebeu, nunca dormiu, desde na quele tempo
Vi com meus próprios olhos, a matar o meu inocente irmão!
Afinal não tem casa, senhor, pais, não usa o termo construir para destruir
Moçambique para os moçambicanos, nada de olho de cobiço, que reserve a minha liberdade.
            Elaborado por activista Abelardo Samuel Nhamazane, aos 20 de junho de 2020. Poesia de sofrimento. Soneto popular.

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