Ademir D.Zanotelli *Poeta*

Ademir D.Zanotelli *Poeta*

n. 1952 BR BR

Ser um poeta , é como ser um beija-flor ... todos os dias tira o néctar da vida de uma bela flor. É como dançar em uma corda bamba onde ... você não sabe quando vai cair, se em uma noite de belas estrelas... se em um dia claro e feliz de verão. e quero deixar claro que meus textos são poéticos -concretos - e de origem fantásticas - surrealistas - espiritualistas -

n. 1952-01-28, São Gabriel da Palha - Espirito Santo-Brasil · m. --

Perfil
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Poesias e Poemas

The magic of living
is an 
unknown dream—
for humanity
that wants to
know itself.

The magic of living
is feeling that
many people
are experiencing a
sunrise.

The magic of 
nightfall is 
a silence: among
other things...
you
survive in this real world.

I'm very
interested... if what 
I write in this beautiful
moment > you
will understand. OK...

(Ademir, The Poet)

(Well, this was the first
  poetic writing that happened in 1978) *

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Biografia

Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui  -  e antes disso os meus escritos eram  feitos por cópias em xeros  de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos  -  que me ajudaram muito nesta minha caminhada  desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias  - músicas  -  dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes  novos autores* O engraçado que acho de minha escrita -  é  que sou muito tímido   de as ler em público ... porem me considero  capas de explicar os   textos por minha mente criadas : pois somente  nas  poesias  ou poemas  > consigo  transmitir  o que sinto - ou que meus olhares veem  e  deste meu  coração  à minha mente : as fazem  serem todas  transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz  deste novo mundo ... vos sejam uma chama  em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos.  é  o que posso lhes dizer neste  momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*

Poemas

1090

A exaustão de um homem.

Eu jamais  senti  ódio
por pessoas que tentei namorar .
Sempre fiquei  na escuridão 
para falar de amor.
Não tenho prática e nunca
tive qualquer êxito nas
tentativas  em ter uma companheira.
Meus sonhos  de amar
virou pesadelo .
Cada tentativa virava um horror,
pois o meu falar era de muito
respeito, e de nada valia
mandar flores. Ou fazer bilhetes
dizendo admiração por todas
elas  que conheci , e tentei namorar
para sentir seus valores : e ter
pelo menos um abraço cheio de humano
calor.  Ah... belas moças que conheci e
ainda conheço , como dói  meus olhos
de tantas lágrimas derramadas , por nunca
ter a potência de ser um homem que
caminha com tanto orgulho , mas não
tenho o merecido valor.
Pois minhas mágoas não me fazem
ter ódio de qualquer mulher ... que
me rejeitou. Mas sinto no corpo o que é
verdadeiramente  olhar uma mulher -
E nada de meus  sentimentos explodirem
por tanta exaustão.

Ademir o poeta.
 

27

O exilio de um amor.

Todos sabem cantar a
dor do amor.
Sabem falar o que
sente no corpo
e na sua dor.

Todos sabem falar a
palavra  que tonteia um
grande fervor.

Todos já perderam um
grande e forte ardor, de
uma felicidade que morreu
antes de falar em amor.

Os casais que sentem este
grande e supremo  exilio
de uma canção  , em um amanhecer
de chuvas  frias , mas com
um abraço se darão :
entre si mais valor.

E viva a paixão de um
grande e eterno 
beijo de saudades  sem
qualquer dor.

Ademir o poeta.

24

Mente Fictícia.

Como pode tantos
versos saírem de uma
mente de um personagem
não fictício ... que toma seus
medicamentos todos os dias
para evitar o esquecimento.

Sua alma pertence a Deus
seu coração ao teu corpo
e seus amores  ao surrealismo
de fantasias  criadas  para
os que gostam de ler  e
que vivem sempre ausentes.

Como pode tantos 
versos viajarem pela escrita ,
que suas mãos seguem 
permanentemente -  nos teclados
de um computador.

Só existe uma explicação !
o amor e a sua ternura pelas
belas poesias - que foram por ele
lidas , que alimentaram seu
corpo e sua doente mente.

Que a base de medicamentos
se jogam nos maiores amores -
surrealistas e fictícios ,  de sua
enorme vontade de ser alguém
na vida de sua gente.

Ademir o poeta.

22

Amores Imortais.

Eu acredito no amor passional
aquele em que as pessoas
se dão umas as outras
sem culpa e sem temor.

As vezes temos contra tempos
de invejas e amarguras
que sempre nos seguram
de sermos imortais.

Eu acredito nas rosas que
me oferecem , por pura alegria
de um amor.

As vezes temos  os invejosos
que nunca se curvam ao
bendito sentido de um
amor racional.

As paixões que surgem nas
tristezas e nas alegrias ... são as
mais perseguidas  por  ladrões
de corações.

Então vivemos a lamentar a
maldade a inveja  de que
somos os únicos seres
imorais.

E por amor eterno viveremos 
sempre  e acreditamos
nos amores imortais.

Ademir o poeta.


21

O Frio Orvalho .

ah. como me esforço 
para que o dia seja de bom grado
para todos em minha volta.
Olha a madrugada chegando e
as estrelas indo embora para
o infinito céu.
O sol ainda não deu suas imagens
de fogo no verde mar , que ainda
está calmo e sem ondas violentas
para nas areias naufragarem.
Ouço a música clássica do
famoso Vivaldi  e me delicio
com seus acordes como uma
valsa para a humanidade ninar.
Ah. como me esforço
para que este dia seja calmo e
que todas pessoas sorrirem para um
Deus ( ADONAI ) que está por elas
a olhar.
O cheiro do orvalho : e deste começo
do mês de junho o inverno começa
a fazer preguiça ... para muitos se
levantarem e trabalhar.
Ah. o meu trabalho começa as 9 horas
e termina as 14  horas de um entardecer
que já estou a caminhar. o frio orvalho
ainda enciste na terra a devagar molhar.
Bem escrever meus versos , que não são
obras primas me faz ser feliz ... e a sorrir
dentro de mim um pensador: querendo
vencer  e docemente uma donzela
conquistar.

Ademir o poeta.

22

Um mundo livre.

A defesa do mundo livre
depende de todas as nações.
de todo ser humano que
sabe que a liberdade de
ser um cidadão , com sua
liberdade de ir e vir - de lutar 
pela sua dignidade - de defender
sua pátria e realizar os
sonhos que vem de uma mente
criadora e libertadora de opreções.
A defesa do mundo livre ainda
é  e  será a democracia .
De todo cidadão ter o direito
a saúde - educação - alimentação -
moradia , e acima de tudo evitar 
que sua terra seja invadida por
outra ,  por simples interesses 
econômicos  e de territorial expanção.
E mais ainda o seu trabalho com
a dignidade de sustentar sua família ,
e dela ter as melhores opções.
Não podemos continuar com estas guerras
de tantas mortandades e tantas aflições.
Por fome - por êxodo - e acima de tudo
evitar que as Grandes potências sejam
as progenitoras de suas ambições.
E por finalizar:  que os homens de boa
vontade sejam geradores  de opiniões
sinceras para com seus cidadãos.

Ademir o poeta.


27

Os Desejos de um corpo.

O Desejo de um corpo pelo
outro , é desprovido de ganância e
maldade, ele é puro  como 
ouro descobertos nas minas do
Rei Salomão.
Sua bondade em amor é linda
sua riqueza em tratamento
ao alheio ser humano  é tão
digno . Que elevam aos mais puros
sentimentos  da bondade humana.
O Desejo de um corpo pelo
outro, vem sem maldade 
sem obscuridade
sem interesse de prejudicar
o outro coração ... todo desarmado
pelo ato do amor amado.
Sua caridade despojada de
violência , vem da vivência - do namoro
dos beijos e caricias - que nos fazem
mais perfeitos de todas as criaturas
que vivem neste mundo.

Ademir o poeta.

29

Tua Ausência.

Toda noite me entristece
pois- não tenho sua companhia
- não tenho seus abraços
-seu frescor
-seus beijos
-sua presença de corpo
e eu ouvindo o teu coração.
Toda tarde me dão uma
esperança que você  voltará
debaixo de meus lençóis todo 
colorido - como as flores de
nosso jardim suspenso - nas paredes
pintadas de verdes claros  -
para sentir o teu cheiro de
um puro amor.
Assim volto sempre para nossa
casa - na esperança que tu voltou.
- Não sei mais o que pensar...
se choro todos os dias de minha
vida. Ou se me calo perante minha
permanente dor.

Ademir o poeta.

25

Sociedade Louca.

Quando o sol irá nascer novamente
para nós ... duas almas apaixonadas
sem condições de se aproximar 
uma da outra.
Por proibição de uma sociedade
louca - sempre contra a felicidade de
jovens que se adoram - que se gostam -
tanto quanto os amores de outrora.
Tudo é proibido , ao mais leve beijo
até o sorrir e correr pelas ruas e
dizerem ( EU TE AMO ) .
Ao se abraçarem os corpos
tremem  -  as pessoas das ruas 
 olham muito sérias ... como pode
tal fato acontecer nos dias de hoje.
Pois ambos não tem onde viverem -
trabalharem e terem uma vida
digna de tal amor.
Quando o sol irá nascer novamente
para nós... um chorava e ela se debruçava 
nos parapeitos  das ruas > ameaçando se
jogar de tamanha altura.
Seria morte certa para a jovem , se teu amor
não a segurasse - e dizendo> vamos fugir
ir para bem longe , onde possamos viver
nosso bem querer - nossa fantasia -
Finalmente seguiram para os campos
e de lá  - partiram para a solidão -
dos amores  em cantos de alegrias -
e a sorrirem , vencemos diziam...
estamos livres das malfadadas sociedade -
que sentem inveja de amores tão grandes.
Fiquei sabendo que estão muito 
bem e felizes.

Ademir o poeta.

26

Ouça este Texto.

Ouça a voz do seu coração.
Toda palavra bem dita , será
por ela acreditada...
Sem mais mentiras tudo no
amor ficará prospero e longo.
É bom sair e passear , para que
o domingo seja mais leve
e salutar.
Não sou conselheiro - mas sim
a vida me ensinou  - que a solidão
pode nos levar a entranhas de
um mundo sem fronteiras -
através da boa amizade e da
boa vizinhança.
Assim quando uma amizade
bate a sua porta , abre-a  porque
pode se tornar em um amor
muito prospero e longo.
E viva as novas amizades  e os
novos amores ... que por aventuras
surgem ao teu mundo bem mais
alegre e novo.

Ademir o poeta.

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Livros

22

Comentários (2)

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Obrigado senhor JRunder.... meus parabéns pelos bélos textos poéticos.

A poesia de JRunder
A poesia de JRunder

Meu caro poeta Ademir... A poesia é estado de espírito. Uma fonte que jorra independentemente do querer. Se é poeta porque se vê a vida como poesia. A lua não é um planeta e o luar não é reflexo da luz do sol. A lua é uma deusa e o luar é sua benção sobre nós. Esse sentido da poesia não requer diplomas e sim, sensibilidade. Esta, o poeta possui de forma natural, mesmo que sequer saiba ler ou escrever. E sua poesia terá o mesmo espaço (não entre aqueles que se imaginam serem donos da poesia, criando regras que jamais se justificarão), terá o mesmo esplendor e a mesma mensagem seja escrita ou cantada. Poesia é amor, Ademir. E basta ter isso no coração.