Ademir D.Zanotelli *Poeta*

Ademir D.Zanotelli *Poeta*

n. 1952 BR BR

Ser um poeta , é como ser um beija-flor ... todos os dias tira o néctar da vida de uma bela flor. É como dançar em uma corda bamba onde ... você não sabe quando vai cair, se em uma noite de belas estrelas... se em um dia claro e feliz de verão. e quero deixar claro que meus textos são poéticos -concretos - e de origem fantásticas - surrealistas - espiritualistas -

n. 1952-01-28, São Gabriel da Palha - Espirito Santo-Brasil · m. --

Perfil
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As flores oferecem a face.

Qual amor que  em flores
se oferece , em mãos de quem
as merecem , nascem das palavras
ditas em dias que não estão
muito bem claros .
Estão escuros para serem
recebidas por mãos que
não a merecem.
Meu amor que palavras ditas se
transformam  em flores
na sua face , para que eu a beije
e sinta o cheiro de amar  em
teu suor que em tuas mãos nascem.

Ademir o poeta.

Ler poema completo
Biografia

Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui  -  e antes disso os meus escritos eram  feitos por cópias em xeros  de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos  -  que me ajudaram muito nesta minha caminhada  desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias  - músicas  -  dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes  novos autores* O engraçado que acho de minha escrita -  é  que sou muito tímido   de as ler em público ... porem me considero  capas de explicar os   textos por minha mente criadas : pois somente  nas  poesias  ou poemas  > consigo  transmitir  o que sinto - ou que meus olhares veem  e  deste meu  coração  à minha mente : as fazem  serem todas  transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz  deste novo mundo ... vos sejam uma chama  em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos.  é  o que posso lhes dizer neste  momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*

Poemas

874

In Memoria - Frederico Garcia Lorca - parte I

Fuzilado oh...tristeza
oh... rios de águas cristalinas.
oh...flores que choravam
polem nas campanas
de seus jardins.
oh...dor de ferro/bala /aço/
derrubando um homem que era um angelo
dos céus dos poetas e querubins./
Nos ladrilhos no qual passou 
teu corpo: ficou  a sombra
roubada pelo brilho de
um sol de várias cores./
Oh...eternidade aqui 
estou não morri.
Granada minha namorada.
/  ( fim da primeira parte )
Ademir o poeta.

17

Humanos - Campos - Flores - Amarelas

Ah... amarelos campestres
que nos banham os olhos e nos
levam ao sol da terra.
Ah.. amarelos floridos
que nos deixam coloridos/
/
O vento ventania 
carregando o polem ,
o aroma , a leveza - a 
beleza no ar./
/
Ah...deixo-me a cair
no pó desta terra...
sinto-me parte dela./
/
E de visão voltada
para o céu, vejo teu
azul - metálico >
refletir  a grande
imensidão deste mar./
/
Ah... campos de flores
amarelas > como
sois todas tão
graciosas e belas./
/
Ademir o poeta.
 

17

Os Poetas III

São colagem de
ceras de abelhas nos ventres
das mães.
Nascem gritando e
morrem lamentando...
o canto que nunca o diz 
cantando/
/
São criaturas do mundo
já extinto.
Onde os corpos 
ardentes em fogo.
Não vivem , emergem
como estrelas para um 
universo que não quiz./
/
===Somos poetas ===
/
As cabeças que pensam
os olhos que veem
unicórnios - cavalos
alados - humanos voadores -
somos poetas.
/
Ademir o poeta.
 

15

A Cantora Maria Rita.

Seus sonhos
são os nossos...
sua vóz
são as nossas...
o seu cantar
é suavidade; são
belos tesouros que
todos querem ouvir.
/
Por fim teu
coração transborda
as emoções do amor...
Felicidades.
Feliz.
Flores.
/
São fraternidades
                   são eternidades
dos sonhos a sorrir.
/
Ademir o poeta.

16

Beije-me

Bem me
ama ou não
Bem ama /
/
Mal me quer
deseja-me ou
o bem.
Ama-me 
ou não/ Seja sincera
o amor venceu
beija-me./

/
Na verdade o amor
é eterno  . Não tem
dores : vai muito
alem do viver
amem.
/
Ademir o poeta.

21

A Dama da Columbia.

O barco Azul e branco
românia brilhante
os diamantes
onde a beleza
não se corrompe.
/
A seda é pura
como os olhos
do amor, na 
dama o sol brilha
estremecendo o
coração.
/
As tochas
iluminam os 
mares da liberdade
-da juventude
-da bondade
e da coragem 
sempre vencendo 
por meio de oração.
/
ademir o poeta.

 

24

A Suplica

Meu olhar
seu olhar
se perdem
na angustia
da perda
eminente/

Acudame sr.
do Bomfim
Padre Cicero/

pelourinho
 o santo
sangue
banhou argolas
e troncos negros
do sofrimento/

Babala-o  o
senhor do mar
arcanjo do quatro
cantos da terra/

Livra-os da 
morte agora...
Xango - do - mato
caipora./
/

Ademir o poeta.

12

O baile das rosas II

Ensina-me
a esta dádiva
nos lábios  que
o amor nos 
traz/ honra
glória , suor e
lágrimas de dores
mentais profundas./
Oh. Deus ensinai-me
a caminhar  na voz
da Senhora do
Rosário com 
sua flores colosais./
amai-nos
com sua bondade
e com dádiva
um destino
sem dor. /

Ademir o poeta.

25

O Baile das Rosas.

Ao meu querido irmão
Renato 
ao mais leves 
lufares de ventos
cobrem os ares de cores azuis
e lilás
Baila na
terra um
corpo ao qual
o amor  a
vida toda
traz
Baila comigo
sua querida dor
mental com
barulho deste
nosso vizinho e grande
mar.

Ademir o poeta.

13

O Cavalo.

Adormeço
olhando as
estrelas
sonho cavalgando
em uma delas.
/
Acordo silencioso
pego meu cavalo
de cor branco-preto -
ponho o arreio e
 minha cela.
/
Meu cavalo empina
como um jato a
levantar um voo >e
parte para terra do nunca:
onde caiu uma delas ;
estrela serena e tão bela.
/
Ademir o poeta.

25

Comentários (2)

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Obrigado senhor JRunder.... meus parabéns pelos bélos textos poéticos.

A poesia de JRunder
A poesia de JRunder

Meu caro poeta Ademir... A poesia é estado de espírito. Uma fonte que jorra independentemente do querer. Se é poeta porque se vê a vida como poesia. A lua não é um planeta e o luar não é reflexo da luz do sol. A lua é uma deusa e o luar é sua benção sobre nós. Esse sentido da poesia não requer diplomas e sim, sensibilidade. Esta, o poeta possui de forma natural, mesmo que sequer saiba ler ou escrever. E sua poesia terá o mesmo espaço (não entre aqueles que se imaginam serem donos da poesia, criando regras que jamais se justificarão), terá o mesmo esplendor e a mesma mensagem seja escrita ou cantada. Poesia é amor, Ademir. E basta ter isso no coração.