Alberto de Castro

Alberto de Castro

n. 1960 BR BR

Sou apaixonado por literatura do gênero poético com temática filosófica. Gosto muito de Basquete, esporte o qual dediquei muitos anos da minha vida.

n. 1960-11-19, São Paulo

Perfil
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DE OLHOS FECHADOS

Estou de olhos fechados,
mas não estou dormindo.
Estou escutando os risos
das crianças brincando no parque.

Estou de olhos fechados,
mas não estou cego.
Estou escutando o som dos corações
que emanam as suas vibrações.

Estou de olhos fechados,
mas não estou morto.
Estou sentindo a brisa quente
que transpassa os raios de sol
e aquece a minha mente.
Ler poema completo
Biografia
Sou Paulistano, aposentado da área de TI, moro em Caraguatatuba - São Paulo - Brasil. Sou apaixonado por literatura do gênero poético com temática filosófica. Gosto muito de Basquete, esporte o qual dediquei muitos anos da minha vida. Tenho dois livros publicados: Caminhos (2012) e Sem Rastros, Sem Vestígios (2013).

Poemas

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BRILHO

Nem o brilho do ouro,

nem o brilho do mar,

nem o brilho do sol,

nem o brilho do luar,

nada supera
o brilho do seu olhar.
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APÓS

Após tantas esperanças,

após tantas verdades,

após tantas mentiras,

após tantas derrotas,

após tantas vitórias,

após tantos sonhos,

após tantos momentos,

após tantos sorrisos,

após tantos dias,

amanhã
eu quero tudo outra vez.
573

TERNURA

Não sinto mais ternura
na maioria das pessoas.

A ternura é uma palavra
tão doce quanto o mel,
porém um pouco esquecida.

Ainda bem que está no dicionário;
portanto, ainda há esperança
de ser resgatada.
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CAMALEÃO

Nosso amor é assim:
como um camaleão.
às vezes é verde,
outras vezes é vermelho;
às vezes é triste,
outras vezes é alegre;
às vezes é presente,
outras vezes é passado;
às vezes é tudo,
outras vezes não é nada.

Nosso amor é assim:
como um camaleão.
Mimetiza todas as cores:
fortes,
fracas,
reais,
surreais.

Nosso amor é assim:
como um camaleão,
de uma beleza sem fim...
1 029

APESAR

Apesar dos meus olhos poderem enxergar,
eu estava cego.

Apesar dos meus ouvidos poderem ouvir,
eu estava surdo.

Apesar das minhas pernas poderem andar,
eu estava parado.

Apesar da minha mente poder pensar,
eu estava louco.

Somente haverá paz, quando tudo acabar.
Repouse sua cabeça cansada,
não precisa mais chorar.
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Comentários (8)

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Saudações poéticas!

Parabéns poeta-um abraço

EDUARDO POETA

PARABÊNS ALBERTODECASTRO,SEUS POEMAS SÃO BEM REFLECTIVOS. Abraços EDUARDO POETA!

italo071

Gostei

mari_80s_ana

Obrigada pelos seus comentários e por disponibilizar um pouco do seu tempo para apreciar a minha escrita. Muito grata. Bem haja!