Alex Simões

Alex Simões

n. 1965 PT PT

n. 1965-05-03, Cascais

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A meio da noite

No meio da noite meia alegria

No meio do escuro meia tristeza

No meio da vida tanta incerteza

Nessa noite eu vi essa meia alegria

Do amigo que há tanto tempo não via

Ofertei o meu incenso, doei a minha mirra

Dividi o meu ouro por aquele que chegou

Suspeitei da lágrima, segurei o sorriso

Contemplei o meu sonho como um perfeito narciso

E as palmas e os aplausos e os abraços

Os sorrisos, as mãos apertadas…

Essa meia alegria foi tanta que encheu

O meio escuro dessa vida que sou eu.

No meio da noite, brilharam fortes

Os olhos acesos do luar que não apareceu.

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Poemas

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A meio da noite

No meio da noite meia alegria

No meio do escuro meia tristeza

No meio da vida tanta incerteza

Nessa noite eu vi essa meia alegria

Do amigo que há tanto tempo não via

Ofertei o meu incenso, doei a minha mirra

Dividi o meu ouro por aquele que chegou

Suspeitei da lágrima, segurei o sorriso

Contemplei o meu sonho como um perfeito narciso

E as palmas e os aplausos e os abraços

Os sorrisos, as mãos apertadas…

Essa meia alegria foi tanta que encheu

O meio escuro dessa vida que sou eu.

No meio da noite, brilharam fortes

Os olhos acesos do luar que não apareceu.

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