Alexandre Moisés

Alexandre Moisés

n. 1978 BR BR

n. 1978-04-03, Uberaba

Perfil
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FAST LIFE

Dizem por aí que o mais importante é ser veloz...
Quanto mais rápido, melhor!
E assim vivemos... Correndo sempre mais!
Internet rápida!
Carros velozes e "furiosos"!
Trens Balas e Aviões Supersônicos!
Fast-Food! Fast Love!
Sexo às pressas (e sem prazer...)
Vida Rápida!

É assim mesmo:
Aplaudimos apenas os primeiros.
Mas não basta chegar na frente,
Tem que bater o recorde mundial!

Não sei, não... Eu desconfio disso tudo.
O maior Sábio sempre me diz:
"Meu filho, em meu Reino, a lógica é diferente:
Os últimos é que serão os primeiros!"
Prefiro ficar com Ele.
Nessa decisão sou rápido e até demais.
Dispenso essa vida corrida (e curta).

Quero o prazer de chegar aos cabelos brancos.
Quero tempo pra acarinhar a "Dengosa".
Quero ver os Ipês ficarem amarelos!

Fast Food, Fast Love, Fast Life...
Não quero isso pra mim, não!
Ler poema completo
Biografia
Filho adotivo de Deus (por Jesus), Metade da Juzinha (ela+eu=1) e Poeta&Escritor(em formação).
saiba mais em http://palavra-e-caneta.blogspot.com/ e http://inconscientepoetivo.blogspot.com/

Poemas

1

ELE

Ele gostava muito daquela praça.
Ele gostava de se assentar na grama.
Ele gostava de observar as formigas trabalhando.
Ele gostava de fazer carinho nas árvores,
Parecia saber o nome de cada uma delas.

Ele gostava de conversar com os cachorros e com os pássaros.
Ele gostava de se deitar nos bancos e olhar as estrelas.
Ele gostava de sonhar.
Em sua última noite, teve um sonho que parecia muito real.
Sonhou que estava à mesa;
E que alguém, com o sorriso mais belo já visto,
Partiu um pedaço de pão e lhe deu, junto com uma taça de vinho,
E disse: "Não tenha medo, Eu sempre estarei contigo!"
Eram os alimentos mais saborosos que já provara.
Subitamente, despertou em um salto.
Seu corpo inteiro ardia dolorosamente,
E uma luz muito forte parecia vir de si mesmo.
Não conseguia entender o que estava acontecendo.
O forte cheiro de fumaça e a dor excruciante o impediam de respirar.
Ele caiu ao solo, quase sem vida, lembrando-se do sonho e daquela doce voz:
"Não tenha medo, Eu sempre estarei contigo!"
E adormeceu.
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