alexandre montalvan

alexandre montalvan

n. 1956 BR BR

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n. 1956-02-03, são paulo

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Eternidade

Posso sentir a morte do fim do dia
O hálito fétido da sua boca aberta
A crescente invasão da agonia
A alma vazia na noite deserta

Tão certas as palavras que existia
Apenas no fim rastros de melancolia
Deste dia que a tão pouco apenas nascia
E agora pouco a pouco a morte o levava
Ele morria

Não posso sepultar mais este dia
Quero me libertar destes grilhões
Fazer de um simples sonho realidade
De um simples ato de vontade, eternidade
E ver nascer com alegria um dia que nunca morreria
De verdade

Ter o olhar refletido no nada
Tão frio como o aço da espada
Encontrar o altivo senhor do universo
O senhor da imensidão
Que mesmo distante esta tão perto
Do meu coração

Alexandre
Queridos amigos com esta poesia eu fiz um vídeo que postei no youtube fiz com mto carinho se puder faça-me uma visita vou ficar mto feliz, alexandre
http://www.youtube.com/user/processolento
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Poemas

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Amor no porta retratos

Como as chuvas que formam rios
Um interminável passar constante
Uma saudade doida distante
Um aperto na alma, um calafrio

Deixou vazio meu porta retratos
Nem sempre foi assim
Maldito destino ingrato
Tirou você de mim

Apodrecendo em solitária vida
O silencio sepulcro enlouquece
Não adianta suplicas ou preces
Não pude evitar tua partida

Como estrelas que brilham no céu
Vejo a luz, elas não existem mais
Meu porta retrato cobri com um véu
Apesar de tua partida não a esquecerei
Jamais

Alexandre
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Paixão sem Limites

Perdido em um lugar maldito,
que no passado talvez alguém tenha escrito,
como uma eterna maldição,
o cheiro da morte como o único aroma,
aonde a discórdia e o ódio são apenas sintomas,
da minha vida sem você.

E como um naufrago em um mar de chamas,
desesperado em tua procura insana,
em meio ao caos e a discórdia,
com o amargo gosto de entender,
que somente poderei sonhar,
eternamente com você.

Em sonhos nos encontramos,
contigo ao meu lado,
tocando teu corpo,
amando você,

como seres alados,
voamos ao vento,
com um só pensamento,
de um amor louco e incontrolável.

Em nuvens tão densas,
que servem de cama,
nossos corpos suados se enroscam de unem,
com toques suaves,
nervosos e tensos,
uma ânsia de prazer a todo o momento.

Nossas bocas unidas,
são dedos, são mãos, palavras, sussurros aos ouvidos,
gemidos de paixão,
mordidas, caricias, desejos incontidos, volúpia, sandice,
é tanto a tensão.

O ritmo é lento,
calor, ternura, emoção,
um entra e sai violento,
o amor explode como um vulcão,
são lavas que escorrem,
são gritos que calam, são almas perdidas, que amor exala.

Sucumbe os gemidos...,
escutam o silêncio...,
nossos corpos unidos em um ultimo lamento.

Em um escuro e frio mundo
eu leio você,
meu sangue acelera, meu coração pulsa forte, tuas palavras me excitam, pergunto por quê?
porque não a tenho,
comigo ao meu lado,
por que no meu mundo,
fico tão só, isolado.

Porque eu só posso
sonhar com você,
quando o que eu mais quero,
é ter,
é amar,
dar prazer,
o que eu mais quero, é eternamente possuir você...

Alexandre
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ficarei mto feliz com tua visita, um forte abraço alexandre
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Delírios

Quero sorver pedaços do teu pensamento
Na confluência do sonho e da realidade
Perder-me na surpresa densa
Deste amor lento
Que me invade

Prenda-me em teus braços
Por entre ferros e aços
Em meio a fogo e chamas
Grita meu nome, me chama
Jogue-me nesta cama, me ama
Como quem ama a imensa chama que arde

Enrosque-se no meu corpo, o teu abraço
Ouça os ecos do meu próprio riso
Eu me enlaço em tua cintura, me desfaço
Quero beber o mel do teu sorriso.

E toda nua eu te encontro
Nesta loucura de meus sentidos
Neste fogo crescente estou perdido
Em meu louco coração que te ama

Arranca minha língua com teus dentes
Devaste o meu coração carente
Nesta chama que a minha alma transfigura
Neste amar que é a minha captura
Neste ato de delírio
Nesta dor, neste martírio
Dos meus braços que se estendem á tua procura
Para te amar, minha chama pura.

Alexandre

Queridos amigos
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se puder faça uma visita creio que voce gostará
um terno abraço alexandre

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Falar de Amor

Rebuscado é o sentimento que me consome
Que em minhas neuras reclama e chama
É a vertigem que mata minha fome
E que insiste em sentir que ama
A pequena imensa dor
Que chama
Amor

Que dói e arde e inflama
Como lentas, são as vorazes vozes
Que não se calam nem ao pé da cama
E em meus ouvidos gritam ferozes
Ao falar deste louco amor

Como fosse palavra morta e purulenta
Na noite escura e não partícula pura
Como o ato que cria o fato e a pintura
Que as mãos divinas pintam desatentas
Rasgando meu coração
E lançando ao vento
As chamas desta emoção

Os descaminhos que encantam e como ilha
Que flutua neste mar e brilha
Tão intensa imensidão
Como estrela no universo
Que com versos
Traz a luz a escuridão


E transmutam criador em criatura
E a dor em alegria, à noite em dia
Amenizando o engasgar desta figura
Inconsequente ironia
Com um toque de magia, uma pitada de poesia
Ao falar de amor

Alexandre
Queridos amigos com esta poesia eu fiz um vídeo que postei no youtube fiz com mto carinho se puder faça-me uma visita vou ficar mto feliz,
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Comentários (2)

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Thaís Fontenele

És um poeta magnifico, poesias lindas, parabéns!

Heloisa Melo

Alexandre tua poesia fala com a alma, transborda de amor pleno , puro que exala ternura . Parabéns !!!