Alexandre Rama

Alexandre Rama

n. 1987 BR BR

n. 1987-11-19, Jaraguá do Sul

Perfil
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SEU JEITO DE SER

Alguém certa vez escreveu que tudo se inicia pelo olhar.
Eu diria que no meu caso foi seu lindo sorriso que me inicio a você.
Ou talvez seja o conjunto da obra criada por Deus – que necessário é resaltar que
devia estar muito inspirado.
O que me prende a você não são apenas fatores visíveis aos olhos comuns, mas são
aqueles que você guarda lá no fundo de si, sua forma carinhosa de tratar as pessoas que lhe são caras; Seu jeito meigo; A menina sonhadora; A garota que tem dúvidas;A  mulher que ama, mas tem medo de confiar, e só quem descobre esse lindo paraíso escondido é quem tem o espírito aventureiro e não de conquistador.
Pois o conquistador só quer tal lugar para o seu próprio prazer e quando tudo se esgota ele parte para outro lugar deixando apenas solidão; Mas um verdadeiro aventureiro no fundo só procura um lugar no qual seu coração possa descansar e, assim, dar a vida para cuidar de tal lugar tão precioso.
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Biografia
O povo judeu na sua origem acreditavam que as palavras era o caminho mais rápido de se chegar aos ouvidos de Deus. Já que as palavras continha a própria essência de Deus. As palavras contem o poder da criação.

Poemas

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GOTAS DE UMA VIDA

Da janela do meu quarto vejo as árvores balançando por causa do vento forte e a chuva fina que lá fora cai. A cada gota que toca o chão são lembranças de uma vida cheia de alegrias e tristezas. Todas elas vão brotando em minha mente, imagens, rostos, sabores, cores, dores, magoas... E olhando para o chão as deslumbro em cada gota que aos poucos se tornam poças de lembranças de uma existência que escorrem pela sarjeta do tempo. E por um instante me perco em memórias, “Que saudades!” penso. Mas ao erguer meus olhos e ver o céu cinza, misterioso, um sorriso no canto da boca brota, pois, percebo que as gotas neste instante sumiram, mas eu sei que elas ainda estão lá, só que não estão mais no presente do meu horizonte para poder vislumbrá-las.
Da janela me pergunto olhando para o céu “O que virá depois?”, mas a resposta não vem e às árvores continuam a balançar por causa do vento como se me dissessem “Calma, todas as gotas iram chegar ao chão... na hora certa!”
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O RELÓGIO

No fundo da sala em uma parede bege, ou amarela clara, existe um relógio cujos ponteiros não se cansam de andar. Sempre em frente. Pulando em segundo em segundo. Tic, tic, tic, tic, tic...

Será que ele nunca se cansa? Como seria se um dia todos os relógios entrassem em greve e parassem de registrar o tempo? Enquanto o professor fala, ele permanece lá imóvel ao sei lugar, calmo, apenas mostrando quem é que manda, pois, não importa o quão importante seja a ação, quão importante seja a fala do professor ou a vida a ser salva, tudo no final das contas quem dá a última carta é o tempo.

Mas fundo da sala há um relógio, um buraco negro que tem o prazer de engolir tudo que está a sua volta e nunca mais devolver às coisas que tomou para si. Para mim, no fundo da sala o relógio não está a pular e, sim, a gargalhar na nossa cara, pois, no final das
contas tudo é uma questão de tempo.
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Malu Silva

Voar é sempre bom. Simboliza a liberdade, a busca dos sonhos... Voe sempre que possível!