Alma  e Gort

Alma e Gort

Eu sou apenas uma mulher guerreira e escriba.Na alma a abastança de elevados desejos de paz, mas, sem muitas esperanças nos homens da terra.

n. 0000-00-00, MIchigan

Perfil
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Permita ao coração

Permita ao coração

Deixa meu coração falar de amor
em toda poesia venha exprimir
o seu felino grito sem fingir
falando dos desejos o sabor

Nem mesmo o tempo pode apagar
tesouros da vida os rudimentos
fêz de encanto todos os momentos
expressando em versos um avatar

Deixa meu coração falar de alguém
quando em algum tempo de ninguém
amou aquele corpo que desejo ainda!

Deixa meu coração expressar sua dor
só entende da paixão quem já amou
e sabe como eu que amor não finda
Ler poema completo
Biografia
Eu sou apenas uma mulher guerreira e escriba.Na alma a abastança de elevados desejos de paz, mas, sem muitas esperanças nos homens da terra.
Na matéria, um corpo talhado pelas lutas da sobrevivência, no coração, as loucuras da insatisfação eterna dos seres inconformados, jamais desejei voltar ao passado ou eternizar-me na terra,porém um desejo ainda tenho,viver um minuto de um amor do que escrevo e sinto.
Sou feliz,se ser feliz para mim é ter liberdade.Sou rica,porque tenho o ouro da terra para contemplar e viver ainda um segundo.Sou fanática
pelo dia que renasce em mim, a cada dia, Sou amante,porque de vêz em quando atropela-me as paixões desenfreadas dos que vivem a poesia.Enfim
meu sol esta se pondo, mas ainda resta os reflexos coloridos e matizados nos restos de céus aonde percorro sem algemas e com livre arbítrio.

Poemas

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A outra metade


Outra metade do amor

 

Entender a vida os dias que passam

Querendo sentir o amanhã que vem

Trazendo talvez o consolo desse bem

Quem sabe os laços se refaçam!

 

Um dia que mostra a realidade

Uma esperança de espera amarga

Atitudes que mesmo nada tragam

Custódia da mais pura verdade.

 

Longe de ti é uma dor sem consolo

De um riso de algum palhaço tolo

Uma folha que desbota ao vento.

 

E o amor que busca a outra metade

Passeia nos bastidores da saudade

Em fugidios passos do perdido tempo




Alma Gort.

 

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Última quimera


 

Vou descrever minha realidade

E a dor de uma tristeza infinda

Dor que mora no meu peito ainda

Inconformismo de uma saudade.

 

Esta falta de teu corpo na essência

Este amor medonho que reclama

Este tempo do tempo de quem ama

E os dias sombrios de tua ausência

 

Contudo nem sei do meu espaço

Minha mente ciente do embaraço

Me constrange como me avisando

 

O atraso de tudo que se espera

Última esperança última quimera

Unindo nossas vidas consolando.

 

652

Humanos






Humanos

 

 

Humanos tão capazes fortes ou fracos

Têm vida em si mesmo embora frágeis

São uma mista cadeia cerebral são ágeis

Vivem em palácios casas ou barracos.

 

Humanos inteligentes... parte do universo

Suas indagações e seus lábeis projetos

Terminam em uma cama feito fetos

Dependentes num tempo curto e incerto.

 

Admiro o humano em seus grandes feitos

matéria que degenera há insatisfação no peito

E o humano é tão frágil quando morre!

 

Sem humanos a vida seria cega e inútil

Mas o ser humano em em si de ego fútil

Nem dá o valor no seu caminho e sorte.

 

 
Alma Gort






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O poder infinito da vida







O poder infinito da vida.
 
Surge o dia e esperança ressurge
O espirito aninha a fé no pensamento
A estrela d’alva brilha no espaço
Pássaros aqui e ali chilreiam
Acompanhados de fugaz silêncio
Nos corações acordam sentimentos
Quem sabe hoje aconteça o sonho...
 
O amor, ódio a dor ou alegria agora
Se farão presentes nas vidas oriundas
das imperfeições humanas quão tantas
Mas, resta-nos o direito da ousadia
Ainda que não florença a semeadura
Por certo haverá algum retorno enfim
Não morreram as rosas em essência.
 
A dor quanta dor se espalha pela terra
Os sentimentos mesquinhos crescem
São ervas daninhas no meio da vida
Haveremos de corta-las uma a uma
Deixando florescer a esperança e a paz
No mundo que segue seu percurso
Por alguma razão ainda os jardins brotam.
 
Há também beleza natas dos sorrisos
Vidas que choram ou riem no amor
Ou na dor, vidas trançadas do destino
Raízes de males ou de tormentas mil
O mar agita-se em alguns flancos
Na terra vasta começa o crescer pueril
Um enigma que é degustado sempre.
 
Resta-nos buscar nos infinitos raios
Na constante do prazer da carne
Homens usam o poder da mente e criam
O extraordinário num conjunto o saber
Faz acontecer impossíveis na ciência
A arte flui bela ou ás vezes abstrata
O coração e mente dominam o sentidos.
 
Resta então o glorioso e fiel sentimento
O amor que cobre as razões nefastas
Cria elos e faz milagres de  ousado poder
Fazendo crescer dentro e fora a eternidade
A beleza temporária no ser humano
Reproduz a semelhança de Deus em clone
Há gente diferente boa anjos humanos.
 
Enfim a eternidade parte desta passagem
Transmudando-se diferente em cada lugar
E o sol desponta trazendo a luz perene
É o chamamos vida que ressurge em nós
Como árvores plantadas? Árvores não andam
Como rosas florescendo? Rosas têm espinhos
Como Cristo? Talvez... recriando a vida.

Alma Gort

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Comentários (3)

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joao euzebio

TEUS POEMAS SÃO BELOS COMO O DIA QUE AMANHECE TRAZENDO O PERFUME DAS FLORES UM GRANDE ABRAÇO VOLTEI A POSTAR OS MEUS POEMAS AQUI VISITE ME

joao euzebio
joao euzebio

SINTO SAUDADE DE SEUS POEMAS POR ISSO VOLTEI PARA LER ELES E OLHA SÃO LINDOS É PURA POESIA PARABÉNS MINHA AMIGA UM BELA SEGUNDA FEIRA

joao euzebio
joao euzebio

seus poemas me levam a sonhar me levam a voar por ai feito um passaro de volta ao ninho são lindos poemas