Arthur Rios

Arthur Rios

n. 2002 BR BR

Estudante universitário.Apaixonado pela arte escrita,tentando escrever um pouco de arte.

n. 2002-11-11, São Luís

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Doce sujeição

A suave brisa da dependência soprou,
no teu rosto, o meu rosto 
nos teus lábios, os meus lábios 
nas tuas mãos, as minhas mãos 
no teu corpo, o meu corpo.


Fiz, do teu jeito, o meu.


Peça-me o que quiser, 
O que quiser peça-me,
Recusa incapacitada é o que tu causaste.
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Poemas

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Esperança rosa

Em um campo de solidão, onde os verdes são amarelados e sem vida,
nasce uma esperança em forma de flor, que reflete a luz do sol em cor de rosa.
Cor esta que carrega fazendo o seu nome e fama.
Adormece o sol,  acorda a lua, e ela permanece cumprindo com excelência seu único dever; existir, ou melhor, sobreviver.
Nesse campo de solidão, o que não é vida é vão, nesse vão, abertura da tristeza, morre a única esperança; a rosa, porque sua beleza é  passageira, fria e ligeira.
E assim acabam-se os dias, com a morte da rosa roubando o que resta de alegria, fazendo desaparecer a esperança do campo e, neste, não existe mais rosa, apenas um vão do que um dia foi encanto.
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Doce sujeição

A suave brisa da dependência soprou,
no teu rosto, o meu rosto 
nos teus lábios, os meus lábios 
nas tuas mãos, as minhas mãos 
no teu corpo, o meu corpo.


Fiz, do teu jeito, o meu.


Peça-me o que quiser, 
O que quiser peça-me,
Recusa incapacitada é o que tu causaste.
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