Bragil

Bragil

n. 1979 BR BR

Sonhador, Professor, Escritor, Designer Didático e Pregador da Paz e do Amor. Doutorando em difusão do conhecimento multidisciplinar (UFBA) Mestre em Educação de Jovens e Adultos.

n. 1979-09-24, Brejo do Cruz/PB

Perfil
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Minha Língua

Minha língua não é minha

ela veio lá de Portugal

Sua língua não é sua e nem é a língua do Brasil

ela é lá de Portugal


Minha língua é na verdade

não sei se ocê, num sei se eu, 

nois num sabi é muito pouco

dessa tar de língua de Portugal



Minha língua é o bragilismo 

Essa eu sei falar e você consegue entender

essa é boa de usar o problema é escrever
 

Gosto de usar minha língua para  espantar

a tristeza, a infelicidade e o desamor 

pra gente não fenecer.                                     

Minha língua escolho eu. 
                         
Será? 

Gilberto P. Fernandes
Ler poema completo
Biografia
Sonhador, Professor, Escritor, Designer Didático e Pregador da Paz e do Amor. Doutorando em difusão do conhecimento multidisciplinar (UFBA) Mestre em Educação de Jovens e Adultos (Universidade do Estado da Bahia - UNEB). Especialista em Educação de Jovens e Adultos (Instituto Federal da Bahia - IFBA). Especialista em Literatura Brasileira (Universidade Salgado de Oliveira). Especialista em Docência do Ensino Superior (FACHA). Graduado em Letras Vernáculas Língua Portuguesa e Literatura Brasileira (UNEB). Graduado em Letras Anglófonas Língua Inglesa (Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC). Coordenador do Grupo de Pesquisa: Sujeitos e Subjetividades Online e extensionista (UNEB-Campus -XVIII). Coordenador do Fórum EJA extremo-sul da Bahia. Professor da Educação Básica e Ensino Superior.

Poemas

1

Minha Língua

Minha língua não é minha

ela veio lá de Portugal

Sua língua não é sua e nem é a língua do Brasil

ela é lá de Portugal


Minha língua é na verdade

não sei se ocê, num sei se eu, 

nois num sabi é muito pouco

dessa tar de língua de Portugal



Minha língua é o bragilismo 

Essa eu sei falar e você consegue entender

essa é boa de usar o problema é escrever
 

Gosto de usar minha língua para  espantar

a tristeza, a infelicidade e o desamor 

pra gente não fenecer.                                     

Minha língua escolho eu. 
                         
Será? 

Gilberto P. Fernandes
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