Carlos Silva

Carlos Silva

n. 1963 BR BR

O Músico, poeta cantor e compositor CARLOS SILVA, segue a trajetória de cantadores utilizando o canto falado em seus shows, palestras e apresentações em unidades de ensino fundamental e superior.

n. 1963-04-14, São Paulo

Perfil
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O TAPETE DE DEUS


A natureza é um manto costurado pelas mãos de Deus, para enfeitar o jardim da criação.
O Homem, (também criado por Deus), seria a peça chave designado para CUIDAR e proteger com toda sua dedicação, a esse vasto tapete ornado de cores tantas em sua vegetação sublime, onde várias vidas por aqui habitada.
Fauna e flora, rios e cachoeiras abundantes riquezas minerais, vegetais e o animal do homem, nao entendeu que ele estava ali para cuidar de Tudo, e principalmente dos outros animais, estes chamados de irracionais.
Mas o homem, movido pela desobediência e ambição percebeu que desmaiando a mata e matando os animais, tornar-se-ia rico, abastado e poderoso.
Deus? NAO! Deus nao faria mais parte das suas ações, e nao seria mais necessário obedece-lo.
Assim, com o avanço do tempo, foram sumindo árvores frondosas, pássaros raros, rios e cachoeiras conheceram o mercúrio com o poder das bombas que rasgavam a terra e nos leitos dos rios procuravam pedras que brilhassem, e que muito valor tivesse no mercado.
Brancos arrogantes, faziam fortunas no mercado negro.
Negro, porque negro se eram os brancos que de forma desumana tingia de várias cores o jardim que Deus plantara e a este entregara sob recomendações de cuidados?

Araucárias, jequitibás, sucupiras, mognos, Cedros, aroeira, até onde a Lei (amparada numa justiça que se diz cega) ajudou destruir tantas madeiras de lei?
De quem é a terra? De Deus e dos bichos, mas o homem aprendeu fazer arame, cercou o quanto quis, queimou o resto, e tem por seu o que nunca lhe pertenceu.
DEUS? NÃO! No mundo quase destruido pelo homem, eles dizem que o Criador de tudo, nao é mais dono de nada.
Assim pensam eles. Deixe-mo-los que assim pensem, pois hão de prestar contas de tudo e por tudo, no momento que se fizer necessário.
Mas isso, só o dono de todo esse tapete, saberá agir no justo momento, onde nao mais cairá em vão uma árvore e nenhuma vida mais será ceifada.

Carlos Silva..
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Biografia
O Músico, poeta cantor e compositor CARLOS SILVA, segue a trajetória de cantadores utilizando o canto falado em seus shows, palestras e apresentações em unidades de ensino fundamental e superior. Criado entre as cidades de Nova Soure, e posteriormente em Itamira município de Aporá, a 180 Kms de Salvador, o musico carrega em sua bagagem o aprendizado colhido no meio de feira do interior baiano. Casado com Sandra Regina, tem 05 filhos e está aguardando o primeiro neto.Em 1981, participa de uma banda musical em Itamira(Ba) TRANZA A QUATRO, numa mescla de repertorio que variava de Beatles a Luiz Gonzaga, onde dá os seus primeiros passos como instrumentista (baterista da banda) ao lado de Hélio Dantas, Zé Milton E Carlinhos. Retorna a São Paulo, em 1982 e começa trabalhar em siderúrgica e deixa um pouco a carreira de lado. Em 1997, Conhece o Maestro Vidal França e produz o primeiro demo um ano depois: O CANTO DO MEU CANTO, que conta com a participação da cantora e compositora Mazé e de Zé de Riba. Tocam na noite paulistana na região do bixiga, onde Carlos Silva, inserido no mundo artístico por Vidal França trava conhecimento com boêmios onde forma mais tarde muitas parcerias musicais. A musica de trabalho do cd era LEMBRANÇAS DE MATO GROSSO DO SUL. Um passeio cultural pelas cidades do Ms, enaltecendo a riqueza pantaneira daquele estado. Em 2000 lança um outro single: NASCEU NA BAHIA O BRASIL, por ocasião dos 500 anos do Brasil. Em 2001, produz um cd experimental regravando essas obras já lançadas, com o titulo: ABRA OS OLHOS. Em 2003 sob a produção de Ney Barbosa compositor da Chapada diamantina da cidade Rui Barbosa na Bahia, entra em studio e com o selo da JBS grava o cd: RETRATANDO. Participa de vários programas de rádio na capital Paulista, São Paulo Capital Nordeste com o pesquisador paraibano Assis Angelo e na Radio Atual com Malu Scruz. Varias Rádios comunitárias e Tvs, recebiam a arte cantada de Carlos Silva, que de mochila recheada de Cds, percorria o Brasil divulgando a sua arte de cantar e agora atribuía á sua carreira, poesias em forma de literatura de cordéis. 2003, foi o ano que conheceu a coperifa e o poeta Sergio Vaz que o convidara a participar do projeto na Zona Sul de São Paulo. Fez programas de televisão como Tv Cultura, Rede Record e rede globo, Tv Alterosa em Minas Gerais. Carlos Silva dedicando-se á literatura, é convidado a participar da antologia poética O RASTILHO DA POLVORA e de um cd de poesias da coperifa, produzidos pelo Itau cultural em São Paulo. Viaja pelo Brasil pelos Estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, segue pelo Nordeste, Bahia, Pernambuco e Paraíba, agora amparado pelos cds e cordéis produzidos sempre de forma independente. 2008 Lança o mais recente trabalho fonográfico: O BRASIL EM VERSOS CANTADOS, que traz algumas parcerias com os seguintes colegas: Moreira de Acopiara, Chico Galvão, Joilson Kariri e Nato Barbosa.Morou por quase dois anos na cidade de Ilheus onde aproveitou bem essa passagem pelo sul da bahia e divulgou em Itabuna, Vitoria da Conquista a sua modalidade do canto falado. Seus principais parceiros musicais: Sandra Regina, Vidal França, Zé de Riba, Mazé Pinheiro, Lupe Albano, Karina França, Rhayfer (Raimundo Ferreira) Batista Santos, Ney Barbosa, Edinho Oliveira, Cida Lobo, Edmilson Costa, Paulo de Tarso Marcos Tchitcho e Nininho de Uauá.Forrozeando, o artista percorre a região nordeste, apresentando o seu trabalho em feiras culturais, dividindo os palcos da vida com artistas como: Azulão baiano, Zé Araujo, Cecé, Asa Filho, Antonio Barreto, Franklim Maxado, Kitute de Licinho e um punhado de gente bôa. As musicas são um filme para se ouvir, e cada frase, é um pedaço de poesia rebuscada na cultura popular e no solo sertânico chamado Brasil. Seus projetos futuros: Um novo cd, misturando versos e cantigas, o livro Poemas Versos e Canções, e muitos livretos de cordéis que pretende lançar a cada mês, para apresentação nas feiras culturais e colégios, bibliotecas e outros espaços culturais. CORDÉIS

Poemas

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*RETRATOS DE UMA LEMBRANÇA*



A vida é assim.
Já se foram algumas pessoas que fizeram ( E de uma certa forma fazem e/ou farao) parte da nossa existência. Lembro aqui de Iran, Preto J, Pezao, Pilar, é mais recente a nossa tão doce e sorridente Dora. Daqui algum tempo, vou eu também.
Ficarão apenas as marcas dos passos dados em prol do fazer alguém feliz, ou de uma humanidade que precisa sorrir com a arte que a estas lhes oferecemos.

Mas, como tudo na vida, a lembrança esquecerá e viraremos apenas uma saudade momentânea.
Estaremos numa música, numa poesia, num perfume, num fim de tarde chuvoso ou numa manhã de sol, numa dança, num abraço, num aperto de mão, numa forma especial de dizer um olá ou um tchau.
Existirão várias formas de sermos lembrados.
Todavia, tal qual uma foto num álbum de recordações, Iremos amarelando até desbotar de vez e nossa imagem irá sumindo, sumindo, sumindo...
Outras pessoas virão e com a mesma graça que tínhamos, irá entreter a outros com as mesmas risadas ou com o jeito despojado, alegre, solto e feliz que a todos nos mostravamos em cada encontro proposital ou casual.

Assim é o ciclo do nosso (Tão curto) existir, que cumpre esse rotativo papel de nos ensinar que: Nada é eterno, nem mesmo a saudade que tanto nos faz recordar a falta que faz, a falta da pessoa que tanta falta nos faz.

A todos os que já foram, muito obrigado pelo seu compartilhar humano em nossas vidas. Creiam, nao fora em vão os momentos que a vida nos ajudou partilhar.

Com amor e boas recordações, aqui jazem varias imortais lembranças.
Quer saber? Estamos sim, com muitas saudades.

Carlos Silva
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MEDINDO O TEMPO E A SAUDADE


Meus passos encurtaram o caminhar, meu corpo treme pois sente o peso dos anos acumulados que me fizeram escrever a história do meu prosseguir.
Sinto minha voz reverberar e tambem mudar o tom.
Meus ouvidos também sofreram as ações do tempo, e por vezes faço um esforço enorme para tentar entender o que me dizem.
Chego a ficar nervoso num profundo lamento de incapacidade de socialização.
Minhas vistas turvam as imagens e sempre tropeço por nao enxergar direito.
Hoje, contemplo a lentidão do caminhar amparado por moletas que nunca imaginei destas fazer uso.
Meu filho entra no meu quarto e me chamou: Pai.
Porque nao está lá fora com a gente?
Olhei para ele com a ternura de sempre e lhe respondi com voz embargada:
Não quero dar trabalho mais do que já dou meu filho.
Olhei em seu rosto, com um certo lamento, e vi seus labios tremendo ao mesmo tempo que dos seus olhos brotaram lágrimas.

Ele me abraçou e disse: Ô meu pai, meu velho querido e amado pai, mais trabalho eu te dei na vida e o Senhor nunca reclamou meu velho!.
Agora choravamos juntos, para dividir os nossos sentimentos, como a dizer e comprovar em gesto (como aquele que ali acontecia), que sempre foi assim e sempre seria até o fim do meu viver.
Meu filho disse em soluços: Eu te amo meu pai, meu velho querido. Você sempre foi e será o melhor amigo que Deus me deu na vida.
Você é o meu maior orgulho pai. Nesse momento, eu senti uma saudade enorme de lhe pegar no colo, joga-lo para cima e apara-lo vendo o seu largo sorriso e sua confiança que eu o seguraria. Eu o abracei tao forte que se naquele instante eu me despedisse da vida, faria satisfeito a minha passagem pois estaria amparado nos braços do meu filho.
Ele me olha e diz: Pai, muito obrigado por tudo que você fez pra cuidar de mim, da mãe e dos meus irmãos.
As tuas lições meu velho, ficarão comigo por onde eu for. E se eu conseguir ser para os meus filhos a metade do que você foi pra mim, terei conseguido ser um excelente pai para eles, pois a base de tudo foi você meu pai. Meu espelho, meu norte minha bússola de vida.
Nesse momento, meus olhos eram rios de corredeiras felizes e eu agradeci a Deus por estar ali vivendo tudo aquilo, e um filme colorido exibindo bela história, passava em minha mente, e foi ali que eu pude ver imaginar e sentir sorrindo pra mim, a figura do meu pai.
Nisso, entra meu netinho correndo e diz: Vovô vamos lá pra fora, o seu amigo sol ta lhe esperando.
Eu lhe abracei com tanto carinho e ele perguntou: Por que você está chorando vovô e o papai também? Foi meu filho quem lhe respondeu:
Porque o amor, de tão grande que ele é, por vezes, nos faz chorar de alegria, de saudade e de muitas lembranças boas. Né pai?
Sim meu filho, o amor é o maior sentimento que Deus nos presenteia, para nunca esquecermos que Ele é um pai de bondade sem fim.

Tá bom vô. Agora vamos todos la pra fora pois o dia está muito bonito.

Mas antes de sairmos daqui, vamos nos dar um abraço.
Abracamo-nos e eu lhes disse: Vão indo!, eu irei em seguida.
Eles saíram, eu me ajoelhei com certa dificuldade, para agradecer a Deus pelo privilégio de ter sido o reflexo do espelho do meu pai, hoje no rosto dos meus filhos.
Gratidão, também é um gesto de um grande amor

Carlos Silva
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A MINHA POESIA É PRETA


Quero Solanizar meu canto
e quando o trem anunciar que tem gente com fome
alimenta-las-ei com os meus versos, inspirados na força negra do seu dizer.
SE TEM GENTE COM FOME; DAI DE COMER.

Dormirei no quarto de Despejo
que me fora cedido por Carolina Maria de Jesus, onde lerei seus rabiscos que nao foram publicados.
Preciso entender a vida
para melhor dizer ás coisas que faça o povo sonhar com a liberdade além pele.
Valei-me meu querido São José... do Patrocínio.
"Eu não te ordeno, te peco", com a mesma pureza que teve Maria Firmina dos Reis, rogai pela poesia, que ao mundo todo alimentou desde o início do seu existir.

Sou eu também que grito em PROTESTO a lhe dizer: Sou eu meus irmãos, que ao lembrar dos meus avós, ainda sinto o brado de um outro Carlos, como se fizesse em versos, um tributo a Carlos Assumpção, e assim o faço, para que a sua obra tão rica circunde e nos encontre a todos..
Sim! Sim Senhoras e senhores, a minha poesia é preta.

Carlos Silva.
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UM DIA, O TEMPO JÁ FOI TODO MEU


Um dia, eu tive um Pai zeloso, uma mãe carinhosa, irmãos biológicos e de criação ao meu lado.

Eu tinha uma casa que vivia cheia de gente, da família e de visitantes.
Eu tinha tios e primos, amigos...
Meu Deus, quantos amigos eu tive!
Falávamos as mesmas linguas:
A língua da criança inocente, birrenta e até mal criada, a língua do adolescente envolto em suas revoltas inexplicáveis mas que eram necessárias e inevitáveis para a formação e aprendizado de vida.

Eu entrava em muitas casas sem ser convidado pois éramos todos conhecidos.
Mas o tempo foi passando e a linguagem adulta foi se dissipando na névoa das transformações dos seres, a ponto de nao nos entendermos como antes, pois o diálogo mudara o teor e nao dava mais para traduzir as nossas línguas. Definitivamente, nao nos entendíamos mais.

Bati asas e voei em busca de outros espaços, mas um dia voltei tao esperançoso achando que a mesma inocência das línguas estavam a minha espera.

Nao! Eu nao tinha mais o primor dessa inocência Pois ela somente existia na minha lembrança.
Os meus amigos, nao existiam mais, pois como eu, cresceram, mudaram, ficaram mais sérios.
Alguns deles tão sérios que desaprenderam sorrir, abraçar, perderam o brilho do olhar que nos aproximava e afastaram as suas mãos, recoando-as para que as minhas nao as alcançasse.

Minha casa, nao existia mais, o vazio das lembranças fizeram-me aceitar as perdas e chorei num lamento sozinho temendo mostrar a muitos o tamanho da minha dor.
Os meus pais nao existiam mais, meus irmãos (biológicos e de criação) nao existiam mais. Eu estava ali, mirando o passado e me sufocando nas lembranças em teimosas lágrimas. Senti -me estranho entre tantos que em outrora foram meus conhecidos.
Restaram alguns conhecidos, onde trocamos cumprimentos frios e distantes carregados de um perceptível afastamento e já nao nos identificamos como antes.
Pudera... O tempo mudou ou moldou-nos tanto, que achamos que a nossa (estranheza) seja normal.
Hoje, em muitas casas eu nao entro pois não mais faço parte daquele convívio de outrora, e poucos daqueles amigos tantos que eu tinha, nunca me convidaram para ir até sua morada.
De fato eu nem sei a cor dos seus móveis, a estética da sala ou da sua cozinha.

Creio que há tempos já nos despedimos num tempo passado e tão distante.
Sim, há tempos que já nos despedimos, (apesar de na minha vã insistência em tê-los), como se APENAS PARA MIM, o tempo nunca tivera se passado.

Ainda sinto saudades de todos e de tudo, mas nao posso dividi-la com ninguém.
Conforto-me em saber que: Um dia, o tempo já foi todo meu.

Carlos Silva.
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O TAPETE DE DEUS


A natureza é um manto costurado pelas mãos de Deus, para enfeitar o jardim da criação.
O Homem, (também criado por Deus), seria a peça chave designado para CUIDAR e proteger com toda sua dedicação, a esse vasto tapete ornado de cores tantas em sua vegetação sublime, onde várias vidas por aqui habitada.
Fauna e flora, rios e cachoeiras abundantes riquezas minerais, vegetais e o animal do homem, nao entendeu que ele estava ali para cuidar de Tudo, e principalmente dos outros animais, estes chamados de irracionais.
Mas o homem, movido pela desobediência e ambição percebeu que desmaiando a mata e matando os animais, tornar-se-ia rico, abastado e poderoso.
Deus? NAO! Deus nao faria mais parte das suas ações, e nao seria mais necessário obedece-lo.
Assim, com o avanço do tempo, foram sumindo árvores frondosas, pássaros raros, rios e cachoeiras conheceram o mercúrio com o poder das bombas que rasgavam a terra e nos leitos dos rios procuravam pedras que brilhassem, e que muito valor tivesse no mercado.
Brancos arrogantes, faziam fortunas no mercado negro.
Negro, porque negro se eram os brancos que de forma desumana tingia de várias cores o jardim que Deus plantara e a este entregara sob recomendações de cuidados?

Araucárias, jequitibás, sucupiras, mognos, Cedros, aroeira, até onde a Lei (amparada numa justiça que se diz cega) ajudou destruir tantas madeiras de lei?
De quem é a terra? De Deus e dos bichos, mas o homem aprendeu fazer arame, cercou o quanto quis, queimou o resto, e tem por seu o que nunca lhe pertenceu.
DEUS? NÃO! No mundo quase destruido pelo homem, eles dizem que o Criador de tudo, nao é mais dono de nada.
Assim pensam eles. Deixe-mo-los que assim pensem, pois hão de prestar contas de tudo e por tudo, no momento que se fizer necessário.
Mas isso, só o dono de todo esse tapete, saberá agir no justo momento, onde nao mais cairá em vão uma árvore e nenhuma vida mais será ceifada.

Carlos Silva..
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Gostaria de poder acrescentar mais poesias, mas perdi senha e não sei mais como entrar.