De olhos fechados consigo enxergar a perfeição na tua alma. Não será tu um anjo caído que me atormenta a mente e esmaga o meu coração.
Lançada do céu a terra para definir na minha pequena existência o que seria viver com a perfeição.
Serei eu digno de tanta luz e beleza. Nos primores dos tempos eras tu o fruto proibido, Afrodite ou Helena de troia? Não saberei eu diferenciar a plenitude de um Deus sem iguala-la a uma obra-prima.
Carol Albuquerque
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Meu Amor!
Se um dia eu deixar de te amar. Se um dia eu deixar de te olhar. Se um dia eu deixar de te desejar. Se um dia esse dia chegar. Não serei eu em minha consciência perfeita.
Como deixar de amar, o mais sublime dos seres em minha vida. Como deixar de olha, para as mãos que me guia e mostra o caminho. Como deixar de desejar, se és a fonte que alimente a minha alma.
Em faces das noites escuras és as estrelas que me traz de volta. Nas batalhas traçadas em meu coração é a razão de Platão que me faz lembrar. O que seria dessa vida minha sem te amar. Talvez um pobre louco a vagar. Sem nunca a luz encontrar. Pedido no Hades do meu próprio vazio. Seguindo as margens do rio do desatino.
E assim sem mais a acrescentar posso dizer sem pestanejar. Nunca deixarei de te amar. Nunca deixarei de te olhar. Nunca deixarei de te deseja. E os nossos dias de amor nunca iram se findar.