Simples da vida
Saudar o simples da vida:
Saúde!
Brindar os sentimentos mais intensos.
Sentinelas que vem, Sentinelas que vão.
Paradoxal vestido de sentidos.
Dúvidas? Credo!
Simples é saudar.
Saudar aquilo que é simples, não.
Devemos saudar os mais belos sentimentos da nossa existência.
Que vem e vão, que simplesmente estão.
Sentir e saudar.
Que Saudade de estar!
Coelho da Matta
Que te-quero!
Amor que te -quero.
Amores do coração,
Nossa que emoção!
Derrepente o amor acontece simples assim.
Acontece quando não estamos calçando sapatos.
Os mais primitivos amores do seu, nossos corações.
Simplista, condizente, igualitário estatelado.
Desenvolver o seu sentimento como uma semente que germina no tempo sem interferência humana!
Humano uhmmmmm tem razão aí.
Vai feder.
Interna, externa!
Escrever trás sensação de bem estar.
Poetizar é gozar do próprio eu.
Eu hein! Interior de coisas malucas!
Maluquices de coisas verdadeiras!
Volta não, vá.
Vá para longe do seu interior.
Interiorizar as nossas sensações....
Externa e interna que diferença faz!
São minhas não suas!
Apenas escreva faça e não mais...
Aconteça!
Coelho da Matta
Merda literal
Caindo em desatino!
Com sensações de alívio e sabedoria!
Mergulhando um a um, como nos prazeres do mundo!
Aliviando seu corpo...
Aliviando seus pensamentos...
Esculpindo formas interpretativas...
Eis realmente o que estas pensando!
A merda literal do espetaculoso cagalhão matinal.
Coelho da Matta
Floresta do saber
Floresta linda do pensar.
Estava simplesmente,
Com olhares da luz permanente,
Quando vaga-lumes encandencentes, me guiaram para alma do saber misterioso...
Olha que coisa serena de pensar:
Ser um pré pago da história ou uma conta viva do agora?
Que maneiro, fazer poesia com sua sina, de homem senil!
Embriagado por suco de uva, com cheiro de capim limão, com dozes de cana de açúcar, de qualquer sermão!
Que chocante ter a certeza,
da patética clareza,
da bela firmeza,
de ser,
o ser mais sábio do planeta.
Estamos juntos em,
almanaques,
livros ou quadrinhos?
Onde as linhas e resultados nem sempre são escritos e falados,
mas tem sempre um belo final feliz.
Vamos manter assim?
Pensamentos soltos de pura paixão ao amor permanente da quimera ilusão!
Fim?
Creio que não.
Coelho da Matta
Arte nua e crua!
Aonde encarar o pecado do nu?
No banheiro se olhando no espelho ou no chuveiro limpando o cú?
Estes REIS pelados de cultura, surfando a onda da ignorância, não podem estirpar a cultura, a arte de nossas vidas, de nossas cidades!
Nascemos fantasiados e embrulhados de preconceitos e conceitos sociais....normal somos sociáveis seres terrestres!
Não permitir arte em casa de arte, é mais que censura é ignorância social.
"Arte não é para agradar... é para elevar" já dizia Fernando Pessoa.
Choremos...
Buaaaa, buaaaa, unheeé, unheée...
Nascemos chorando quando descobrimos a luz social artificial, mas não podemos envelhecer chorando na escuridão intelectual dos poderosos profissionais do cabresto.
Coelho da Matta
H de todo H
Homem gente
Homem parente
Homenageados mente
Homini presente
Hoje e todo sempre
Haja patente
Hino da mente
Hoje pra sempre!
Hipopótamo berrante.
História falante
Hiena estridente
Hiato marcante
Horta do seu jardim
Hora do alecrim
Humilde ser
Hidrante abriu
Hi
How
H
Hora
Tchau.
Coelho da Matta
Desencontro do encontro da paixão
Desencontro do encontro da paixão.
Não mais que derrepente aquele vento de blazer...
Que nos amores de extrema consciência, não mais encontrava o inconsciente ser.
Que belo desafio!
Fica em silêncio?
Xiiiiiii...
Não deveria perceber!
Fica com ciúmes?
Buuummm...
Explosão do seu coração amolecer!
Pensamentos lhe tornam a mais bela flor do meu inconsciente ser...
Apareça como fez desaparecer!
Coelho da Matta
Belo ou prazer
Belo ou prazer?
Por menores, quando repente!
Por piores, quando o derradeiro destino.
Tentando imaginar aquele tesão inconsequente!
Não muito imaculado na sua própria paixão.
Destes seres loucos...
Serenos,
Belos,
Egoístas e sem nenhum mal!
Dos difíceis e inúmeros provérbios:
De existir,
De sacanear,
De mentir,
De fingir,
De amar,
De prosperar...
Buscando seu próprio deleite sempre sorridente, pergunta:
Des - jejum?
Come - mato, capim amargo ou um belo arroz de pato?
Muito mais do que de fato,
Limitou -se!
Coelho da Matta.
Bichos e fatos
Os fatos que diríamos latos,
São factoides se não fartos.
Os cantos dos urubus se permeiam aos vôos dos avestruzes.
Passando ao passado passarinho falando e rindo no mesmo ninho,
Como pirâmides de formigas no caminho.
Não justifique o olhar das tamanhas artimanhas de nosso papagaio ao gritar, tramaaaaanhas.
Coelho da Matta