Danilo  de Jesus

Danilo de Jesus

n. 1998 BR BR

n. 1998-11-22, vitoria da conquista

Perfil
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Segunda pessoa do singular

Fizeste de ti o contrario de tudo que sempre imaginavas, e quando sonhavas não era sonho o que sonhavas; era pó.
Fizeste da realidade um sonho incapaz de acontecer, e choras com um sorriso de orelha a orelha;
Fizeste das sensações e pensamentos um mundo tão palpável como a pena que agora escreves;
Fizeste das oportunidades coisas tão inoportunas e tão sem nexo que traçava com elas, sempre, a latitude e a longitude de suas ações, mas não procuravas no mapa da atitude um ponto correspondente. E isso te doía ma alma, sim! Então, pulavas da geografia da vida para calculardes no português se realmente teve sem oportunidades ou cem 'inoportunidades', mas não sabias se expressar direito;
Fizeste o maior dos arranha céus com os pés no chão, mas como não sabias nada de geografia, matemática e nem português e bem provável que a frese acima esteja ao contrario:
Saístes para lutar e esquecestes as tuas melhores armas, porque realmente não saístes para lutar - é a batalha era dura!
Fingistes tudo, até mesmo amar; só não conseguiu a fingir a dor que sentias.
Serias capaz de preencher até mesmo o vácuo do universo, mas vale tão fundo que tu és agora, tu não és capaz disso;
Pensas no que queres, não mais com o pensamento e nem com o coração todo esperançoso de conquistar, mas com um suspiro de dó e ódio por não ser capaz de conquistar o que queria.
És só tu o lixo que sabes e acha que é e ainda tudo aquilo que não sabes o que é e nem nunca serás.
E tu choras, tu morres enquanto vivis e tu quereis e tu precisas e tu sentes falta e tu já perdeste tudo isso.

Lembra-te aquele sonho, que agora tão realizado estas...; lembraste? Pois é! Esqueças. Só engulas a seco essas lágrimas de veneno porque são as lágrimas que tu não choraste e mates mais um sonho teu; e logo o que estava quase, quase, quase realizado, mas mates porque algo saiu errado porque todos os teus sonhos têm que existirem já ex-existindo.
Ao invés de praticar atitudes que mudes a vida, aprendas manias bobas que mude a tua feição; aproveites e aprendas uma que te deixe com a cara de bobo e lerdo e boca aberta que realmente és e ponto final.

O que mais deixaras que passasse por ti e fiquem apenas dolorosas marcas e muitas saudades?

Fizeste um enorme buraco em teu coração, feriste com navalha e cicuta os confins de sua alma
Aprendestes a fazer movimentos que não acontecem nunca, e choravas por isso no escuro, mas sempre com sorriso alegre.
Fizeste de tua vida um colorido de uma só cor, e agora todo esse trabalho resultou em vão
Fugiste tanto de tantas saídas e fechastes tantas e tantas portas, que agora, com as chaves em mão, queres abrir aquelas portas, mas já não sabes escolher mais isso.
Tu não dizes, mas tens pena de si mesmo. Da para ouvir isso em teu silencio.
Que fazes em quanto sonhas; será que morres?! Porque tantos sonhos teus nem saem do mundo dos sonhos e já vão direito para o mundo dos mortos; e ainda assim realizaram-se! Ah, Não; não sabes?! Pois se realizaram sim, Porque os teus sonhos existem e ex-existem tudo ao mesmo tempo.
Fingir sempre foi a tua melhor farsa, houve até um tempo em que não sabias mais se fingias de verás ou se fingia que fingias. Por isso Tu és o grande ator e autor e escritor e apresentar e telespectador da tragédia de si mesmo.

Tu és muito e muito pior que a dor, porque a dor dói por vicio da rotina, e tu... Tu machucas-te por vicio da escolha.
Que Fizestes de ti, inútil "pensador"; que esperas da vida?
Que pensas que pensam de ti; que és esperado? Pobre de tu. Tu és o desesperado! Tu és aquele que, por um raro acaso foi esperado, ficou sempre em segundo lugar. E ate mesmo as regras do português contrastaram contra tu: TU segunda pessoa do singular.
.
Tem agora o que te faltava antes, tu tens consciência até da morte - mas o que te faltou antes?
Que pensas agora; agora que... Agora que a frustração e sua pátria? - tens dó de ti?
Pobre, pobre, pobre e pobre e pobre de tu? E agora? Sabes que são tantas e tantas e tantas perguntas que e inútil citar qualquer que seja.

Não adiante agora tentar enganar a si próprio, não! É puro engano! "aceitas a frio o que tu és". A tua melhor fresa já escreveste na vida: aquele que, por um raro acaso foi esperado, ficou sempre em segundo lugar. E ate mesmo as regras do português contrastaram contra tu: TU segunda pessoa do singular!
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Biografia

Escrevo para saber que um dia sofrir, mas que  também  foi um Cezar,  um Cezar para mim mesmo. Por isso, não publico nada, guardo aqui estas notas e ponto.

 

 

Poemas

61

Chorando aos pés de Deus


Meu Deus!
Que caminhos contrários eu andai
Para estar assim tão longe...
Tão longe do que sempre sonhei?
Que pragas malignas pousaram em minha sorte
Que ventos tormentoso sopraram assim tão forte...
Tão forte que viraram o meu mundo,
Levaram minha sorte?

Meu Deus!
Há exércitos que se unem
E levam o que é meu
Mesmo que eu os grite:
_ foi Deus quem me deu

Meu Deus
Que mãos vadias roubaram
O mel que eu lhe pedir
Restando só o fel pra mim?
Que ouvido cruel escutou
O amor que lhe pedir
Deixando só o desamor pra mim?

Meu Deus
O que a de errado com meu querer
Será que tudo que quero
É proibido querer?
Será que toda vida que espero
Antes de chegar a mim, tem de morrer?

Meu Deus
Às vezes penso que nem tenho coração
De tanto que a vida me disse não _
Será que ele se foi em um desses não
Ditos em vão?
Mas o que bate em meu peito então?
_Sei lá... Às vezes ele nem bate (se é que ele bate) por vicio da rotina,
Sofre mesmo por vicio da rotina!

Meu Deus
Ensina-me e ser leve com o ar,
Voar como a águia,
Ser forte igual à rocha,
Grande como o mar;
E acolha-me aos seus pés
Neste momento que eu só sei chorar.

507

Às vezes quando sobra um pouco de esperança


Às vezes quando sobra um pouco de esperança,
É preciso renascer em si mesmo e em outro lugar,
Onde tudo pareça novo... Velho e sem experiência.
Também, é preciso deixar que o rio corra a caminha do mar.
Mas que o mar seja sempre um horizonte distante a se fitar,
Um farol perdido com nostalgias de luz!

Às vezes quando sobra um pouco de lembrança
É preciso docemente lembrar...
Mas que a lembrança seja simples e leve com a bruma
E que sua a espuma
Rapidamente Se desovar no ar

Às vezes quando sobra um pouco paixão
É preciso ensinar o coração
A dizer não.
Mas do que adianta ensinar o coração dizer não
Se sua função é bombear, e não falar?

Às vezes quando sobra um pouco de esperança,
Às vezes quando sobra um pouco de lembrança,
Às vezes quando sobra um pouco paixão
É preciso ter cuidado...
Porque se não,
Como um milagre, todo o peixe pescado, morto, volta para o mar.

Se mesmo assim
Às vezes quando sobra um pouco de alguma coisa similar à esperança,
Não é preciso, assim, uma borracha, e se apagar?

591

Estou Feliz


Hoje estou triste, como as aves batem as asas, como quente é o sol, como quem vive e também porque a solidão não tem nada com isso. Triste, pois hoje existe é um dia em qual estou assim - fosse eu uma pedra o dia e o nada ou tudo não existiria pra mim. Mesmo assim triste eu seria! Pior ainda - não teria impaciência; já que ela é a faísca do fogo da mudança. Ficaria lá onde estivesse em meu estado de pedra, e teria uma só forma de pedra por fora e outras tantas e tantas de tristeza por dentro.
Fosse eu a água do rio... O meu correr para o mar também seria triste assim como estou agora! E agora parece ser um tempo sem fim!!
Fosse eu outro... Até mesmo assim estaria triste!

Fosse eu a noite tempestuosa, em pleno nesse dia que estou assim: a cotovia cantaria plenamente só pra mim; os trovões seriam os meus gritos; o vento frio seria o calor que me faz falta; a chuva seria as lágrimas que mal sei se tenho! Então o dia se fazendo em noite a cotovia cantaria e trovoaria e sopraria o vento e choveria e se eu amanhecesse conseqüentemente feliz seria!?
Sim, seria! Porque enquanto sou reta não sei ser curva e nem também escolher outra coisa - aliás, não sei e não quero e não preciso! Quantas curvas eu fui à plena reta! - sou uma coisa de casa vez, mas gosto de passear entre tantas outras ao mesmo tempo, porém sem perder a essência!
Mas justamente hoje quis ser tudo que a imaginação se quer pensou e tudo que os olhos sequer veriam. Também quis ser tudo que existe, sendo uma coisa de cada vez e todas ao mesmo tempo, mas não pude! Hoje estou triste porque só restou-me isso, e eu não tive escolhas! Estou triste, como um mais um é dois e também, como todas as ciências é ilusões. Por isso assim fico e estou muito feliz.
530

POESIA COMUNICÁVEL


Escrevo a minha poesia incomunicável como quem bebe água ou faz moralmente qualquer coisa; e não há repórteres e nem livro ou editoras esperando por ela. - e se recorro as palavras é porque não sei desenhar e também tocar instrumento algum - é possível construir a arte dos sentimentos em qualquer nota - ainda não é a mão quem a escreve: é o coração. E ele fecha a porta para o mundo e se entrega a mão, como a mãe entrega o peito ao filho quando esse nasce e chora e tem fome - por isso é que Ela também chora! Os olhas acham tudo muito simples. Por outro lado o coração, cansado como um vencedor da são silvestre, respira também mais aliviado por ter despejado um pouco de sua angustia no papel.
O que não tenho invento, pois, justamente assim sou sincero no que quero e sinto. Aliás, sentir para mim, às vezes, está relacionado ao ver. Porque geralmente sinto o que não tenho e o que perdi e que por isso só posso ver! Por isso escrevo em tema livre, porém meu coração está sempre atendo ao que há em seu redor e sofrendo grave influencias. Ao escrever sempre fujo do tema, mas nunca fujo realmente porque ele é só um! Porén,quando isso acontece é porque simplesmente viajo em atmosferas diferentes e apenas me dou outra chance - tesouros agridoces ainda são tesouros!Sempre escrevo quando não tenho nada o que fazer. Porque realmente nunca faço o quero e sou uma vida fingida. (Não sei e nem quero tomar raiva de ninguém, por isso aprendi a me perdoar!)
- Sou qualquer um que passa pela vida... Mas sou, talvez, o único que finja isso!

O tempo passa como as pinceladas de um pintor. E a tristeza que por causa disso tudo me abate e derrama do galão de tinta e mancha a tela toda de cinza... Minha vida não é mais do que uma pintura em tela vazia! É essa moldura oca que me sobrou anda ferozmente, louca, e para em qualquer paisagem. Mas nada é real e, quando é real não é meu! Mesmo assim estou pregado à parede e me olho com um desprezo muito alegria e ate mesmo com carinho.
Por esse enredo e nessa pintura, porque é meu perdão e a lagrima que não ousa a cair, escrevo! E essa poesia incomunicável é o caminho dourado em plena treva que eu percorro e é também a minha liberdade secreta! Nem sei se a faço por acaso, mas sim, com certeza sim! Por refugio. E assim me sinto bem, sou o vencedor que nunca serei - sou feliz!
633

Que


A tristeza de agora seja a alegria amanhã;
Que a lágrima agora seja o sorriso amanhã;
Que a agonia de agora venha ser o balsamo amanhã;
Que a saudade de agora se torne o encontro de amanhã;
Que a noite fria de agora se torne um infinito dia amanhã;
Que a sinfonia de agora não se perda amanhã.

Que a arrogância e o sarcasmo de hoje, seja a humildade de amanhã;
Que os animais respeitem um aos outros, pois hoje, por falto disso, muitos morrem. E que isso não se repita amanhã.
Que os patrões não sejam inimigos da comuna e também da Mais- valia;
Para que a repartição entre no capitalismo de hoje e que ela não esteja nas prateleiras amanhã!

Que a luz de fim de túnel de hoje, seja ainda mais brilhante que o sol amanhã; assim aquele que não pode ou teve medo de fazer algo possa ser o primeiro a conseguir amanhã; e que também sua vitoria, seja o grito de amém em coro de todos amanha!

Que o vendável de hoje, além de tudo, renova também o entulho para a calmaria de amanha; que o caminho íngreme fortaleça as pernas para o bom descanso amanhã, Porque e preciso está preparado para grandes corridas, nem que seja para ir atrás dele, ate mesmo no descanso.
Que o que não vier amanhã, seja plantado logo hoje, e que as mãos esperançosas vão para a colheita, pois algo tem de acontecer. Assim como a foto não tirada hoje, possa se revelada amanhã; porque também é preciso ter esperanças.
Que os quê e os porém seja simplesmente SIM amanhã

Que as paredes e muros de hoje que separam mais que continentes, seja como as estrelas no céu manhã. Porque é preciso que todos se vejam e se amem e se conheçam para se ajudarem; E que também a multidão que mal se vêm hoje, se dispersa amanhã. Porque é preciso que cada um se observe no silencio!

Que morte de hoje seja a frase de amor e vida amanha, Porque a poesia ate mesmo para os leigos, se revela a todo instante; e que por isso a vida continue amanhã mesmo se ele não vier, Porque é preciso vier!

Que hoje o infinito de frases que a mão sabe que tem de escrever, se revele como cada aurora ao novo amanhã.
512

Sei


Sei que não olhas pra mim com desprezo ou superioridade, como a quem numa porta bate que não quer si abrir; mas sim com perdão e também com poder. Isso porque o teu espírito conhece os meus passos, por isso não há desespero quando eu Te chamo.

Sei que a minha alma pode descansar em te quando estiver cansada, e que também teu amor é o farol para os meus olhos quando eles já não podem mais enxergar. Por isso é preciso ter fé. Porque a fé é a mãe do mundo e tu és o pai da fé.

Sei que construo a minha historia sobre os teus pés e debaixo da tua palavra. Por isso, a história de meu passado pode ser melhor no futuro de um presente;

Sei o quanto dói te apresentar o segredo de um silêncio a cada dia. Por isso aprendi que o impossível não pode calar meu clamor e nem fechar a porta do meu coração.

Sei que preciso te obedecer, então aprendi a dizer: "sei Deus quiser."

Sei que tens piedade de mim, por isso o perdão não me venha depois do arrependimento, porque assim dó de mais.
547

Precisa-se


Precisamos de um tempo para descobrimos quem somos. Depois disso, devemos Pará-lo até conquistamos todo o que não soubemos ser.

Precisamos cria novas frases, porque as antigas de tanto esperaram serem ditas perderam o sentido!

Necessitamos ainda ter muita coragem e também grande sucesso ao agirmos, porque toda essa monotonia pode evoluir para alguma coisa ainda muito pior.

Necessitamos também de todas as lágrimas reportas e também das feridas já curadas em plena chaga viva, porque a experiência é o escudo e espada do guerreiro, e vencer é sua virtude.

Devemos esquecer o - se eu pudesse, e lembrarmos-nos do - eu posso! E assim, simplesmente, sermos.

Precisamos libertar nossa felicidade de si mesmos, porque ela está presa em lágrimas que não choramos nunca!

Precisamos agora de um tempo de paz, pois já nascemos e morremos duas vezes no de guerra. Por isso precisamos que a nossa mais fútil vitoria seja diante do nosso maior inimigo. Assim estaremos mostrando-o todas nossas armas e táticas , pois antes mesmo que nos implore por, "clemência!", Já teremos dado o golpe final
489

Cume do monte


Não serei maior do que meu orgulho
Nem mesmo por solução
Também não fenecerei mais diante do que quero
E nem mais direi o que não houve
Ainda que seja por remissão
Por isso, revelei meu segredo ao vento
E o lancei do cume deste monte
A todas - ouviram? - a todos!
... E o perdão me virá calmo, como o inicio de uma grade saudade
563

Rosas


A felicidade é como as rosas: ás vezes murcha, mas nunca morre. Porque na roseira haverá sempre rosas.

509

Solo


Quando escuto uma melodia bonita me dá vontade de amar
Mas como não tenho a quem e também nem lágrima para chorar,escrevo!
Quando vejo a felicidade alheia, agradeço a Deus com grande carinho.
E a verdade desse agradecimento mostra a dor ao meu redor!
Penso ,as vezes, que a felicidade e mar eu sou estrela
Porque a fito sempre de longe... mas nunca deixo a escuridão do infinito na apegar, pois apesar de tudo sou luz e sou brilho.

A verdade de cada mentira se encerra em si
Não há o que morra sem antes existir
Também flor que murche sem florir
Tudo passa e as ondas sempre vem e vão
Na vida cada dia é uma nova vida
Sendo que no ultimo ficam as despedidas,
no novo as boas vindas
No mais... o não e apenas uma palavra

Muito pressa, porém, é preciso!
Porque cem anos não são nada
Se a cada madrugada multiplicar-se a lágrima chorada
Na há lua que não seja molhada

"o impossível não existe"
Quem quiser que fique triste
Pois o melhor da tristeza é quando e se dá risada

A vida é um livro na mão de uma criança
Que o rabisca sem parar
Às vezes ela acerta o desenho e frase e também a lição
Depois, inocente, volta a rabiscar...
Em seguida vira outra página, outra página e outra página e sempre outra página
Mas a historia lá fica escrita
E nem ela mesma pode apagar

O amor é algo incontestável
O sentimento que é algo inconstante
Gostamos uma vez, duas, três...
Mas o amor quando ele chega - ele chega e não se vai!

O destino não é um caminho
E nem uma escolha: é uma linha da mão de Deus.

A emoção que trás inspiração
E igual à impressão digital
Cada qual com a sua mesmo todas sendo iguais
Afinal. as palavras e rimas são só uma via por aonde ela vêem.
512

Comentários (2)

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Danilo de Jesus

Obrigado

Malu Silva

Gostei de passar por aqui e conhecer um pouco do seu trabalho. Hoje tem tanta gente boa escrevendo por aí que é quase impossível dar conta de tudo!