darling

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Escrevo quando sinto.

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Evolução sem Revolução.

Tlinnnnnnn, ao girar da moeda, revoluções são e não são feitas
guerras são travadas e mortes cravadas
cabeças decepadas nas ruas estiradas
tudo isso em nome da gloriosa revolução 
que de evolução de nada traz 
que tudo que faz é só deixar para trás
nomes e famílias que agora jaz

do ódio e da violência se vale uma revolução 
que se disfarça de renovação e se vale por destruição
destruir para inovar, é o caminho da servidão
pavimentada pela escravidão, destinada a multidão
que cega pela raiva, se iludirão, massacrarão
os inocentes e se perderão
e assim será o fim de uma desunida nação

mas a verdadeira inovação não se faz por revolução
só se faz pela razão, pelas mentes do povo
que não mais servirão, que abandonaram o 
tirano e não mais aguentarão
e assim todos verão, os grandes colossos
cairão.


"Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução.''- Machado de Assis.
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Poemas

3

Minha Guerra.

Eu estou certo, de que essa Guerra está perto
Não não, não está perto, ela sempre esteve aqui

Essa Guerra interminável começou em mim?
Sim sim, essa é a minha Guerra, eu estou certo

Eles são os inimigos, os demônios
Tenho que continuar a exterminar.
NUNCA vou parar
Até não mais sobrar....
Nenhum demônio nessa terra a andar

Somos nós os anjos purificadores
Destruidores da paz
É tudo culpa deles que eu tenho....

Tenho que continuar a matar
A estralhaçar e queimar 
Se eu não continuar, seremos nós
É a minha última Guerra e depois....

Tudo voltará a ser como era antes....

Brincar com as crianças nos campos
Que eu queimei e bombardeei
Beber com os homens
Numa esquina que eu fuzilei 
Dançar com as lindas moças 
Que eu estuprei e matei

É, eu estou certo, vai ser tudo que nem antes....

Quando a Guerra interminável acabar....
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Evolução sem Revolução.

Tlinnnnnnn, ao girar da moeda, revoluções são e não são feitas
guerras são travadas e mortes cravadas
cabeças decepadas nas ruas estiradas
tudo isso em nome da gloriosa revolução 
que de evolução de nada traz 
que tudo que faz é só deixar para trás
nomes e famílias que agora jaz

do ódio e da violência se vale uma revolução 
que se disfarça de renovação e se vale por destruição
destruir para inovar, é o caminho da servidão
pavimentada pela escravidão, destinada a multidão
que cega pela raiva, se iludirão, massacrarão
os inocentes e se perderão
e assim será o fim de uma desunida nação

mas a verdadeira inovação não se faz por revolução
só se faz pela razão, pelas mentes do povo
que não mais servirão, que abandonaram o 
tirano e não mais aguentarão
e assim todos verão, os grandes colossos
cairão.


"Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução.''- Machado de Assis.
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O misantropo

Um gelo, tão gelado, que ninguém tocaria.
Um calor, tão insuportável, que ninguém suportaria.
Os extremos da vivência que ninguém acompanhou.
Um niilista solitário que de nada amou.
O bolo sem recheio que ninguém comeu.
O abandono do mundo que me criaste o eu.
A esperança de um mundo melhor já se foi.
Foi-se na primeira vez que dissestes oi.
As risadas de amor, os sorrisos de favor.
Todos falsos, escondidos de favor.
A ampulheta do infinito, o oito do destino.
O eterno ciclo da vida sem sentido.
Uma espécie inteira vagando acometido.
Um ódio por querer se vomitar.
Ser melhor dos que os outros a vagar.
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Comentários (2)

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joaoeuzebio

LINDO POEMA VIAJEI DENTRO DE SUA PALAVRAS

Lagaz

Belo poema... causa o incomodo e nos faz ... imaginar