O teu jeito me fascina O teu semblante me encanta Já tentei e não adianta Te esquecer doce menina Talvez seja a nossa sina De viver uma paixão És a bela inspiração Que faz brotar poesia Com pureza e maestria Dentro do meu coração
Depois que você se foi minha vida transformou! Eu que nem bebia, hoje me embriago de lembranças. Pra no outro dia a ressaca de saudade me matar! Aos poucos eu que não fumava, Te mando um sinal de fumaça Toda vez que trago. Trago no peito as marcas De mais um amor sem final feliz
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Porta do coração
Hoje foi um dia peculiar Pois acordei com a invasão Chegou a dona a saudade Juntamente a solidão Arrombando sem piedade A porta do coração!
Diones Batista
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Escritos aleatórios de um poeta solitário
Hoje logo cedo a dona saudade veio bater em minha porta. Acordei já com meus pensamentos em você. Com meu coração apertado, chorei de saudade. Aquela saudade boa, que de tão boa é ruim. A saudade é cruel e peculiar. Porque apesar de ter sido algo breve, eu ainda lembro perfeitamente do seu beijo. Do seu sorriso e sua alegria contagiante. E dos seus olhos brilhantes. Esses são detalhes, que em meio a milhões de outros, me fizeram amar você. Sinto falta dos seus detalhes, sinto falta de você. Pensei que iria morrer de amor por você, mas não morri. Procurei, incansavelmente, você em outras pessoas. Não te achei, me frustrei, corri. Me perdi de tanto te procurar. Sigo seguindo. Em mais um dia, com o gosto amargo de não te ter. Ainda te amo demais, mas eu também me amo. Nunca gostei de ninguém como gosto de você e ainda oro por você. Te desejo toda a felicidade do mundo meu bem. Meu girassol! Há Braços!
21 de outubro de 2019
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Inspiração
A algum tempo que eu não escrevia Pois não tinha nenhuma inspiração Mas chegastes causando persuasão Pra ser tema da minha poesia
Se pudesse até te beijaria Mas não sei se tu queres como quero Mesmo assim de longe te venero E ao te ver eu transbordo de alegria
Posso até te causar estranhamento Pois não sei expressar o sentimento Busquei força na voz, me faltou ar
No percurso dos nossos cumprimentos Houve alguns arrepios desatentos Que nem sempre é possível controlar!