EMILY CAMARGO DO NASCIMENTO

EMILY CAMARGO DO NASCIMENTO

n. 1998 BR BR

Fã de Edgar Allan Poe, escrevo contos de amor e suspense.

n. 1998-05-19

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Tu

Tu, bebeste da fonte da vida,
te alegras
pois o sol raiou mais um dia;
Tu que devias sorrir,
pois da agua do existir
provaste mais uma vez,
se vês
tristonho.

Tu, que arquitetaste teus sonhos
tão calorosamente tal qual
Deus fez este mundo;
Tu, pareceu indiferente
no meio do caminho
pois desventuradas foram as escolhas.

Tu, fez-se forte novamente
e testaste concertar
tua existência aflita;
Tu, que estais calejado e choroso
e de bravura,
da maneira como foi moldado
seguiu.

Tu, que és soldado,
da terra que o gerou como filho;
Tu, que de mãe ou de pai foste tornado,
não mais pode agir
como ser fora de trilho.

Tu, Rebelde da causa e da nação,
firmaste em teu coração;
o propósito de ser feliz;
Tu, que firmaste raiz
ou que voa feito folha
levada pelo vento;
Tu, és de fato o mais atento
à crise dos anos que vem.

Tu, que somos nós
e que proclama a toda voz
os descalços da vida;
Tu, sabes e sentes
Que somos todos sementes
E que por amor a mãe terra
Somos destinados a germinar.








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Poemas

1

15/09/19

Há dias em que eu acordo sem o brilho em meus olhos
como se uma feroz escuridão devastasse o meu ser parte por parte
não é como se arrancasse toda a esperança enraizada em meu coração febril
É como se pequenas lampadas estivessem apagadas na arvore de natal.
O tic-tac do relogio é ainda mais cruel nesses dias
Ele me mostra amargamente os minutos de vida perdidos no vazio
O desespero que pesa como pedra sobre o peito toma conta
Não há reação, não há como fugir.
Há dois copos sobre mesa de jantar, um deles contendo alegria em capsulas
O outro o Veneno liquido que liberta
Eu recuso ambos.
Afinal de contas a noite chega para todos
E amanhã, pode ser que meus olhos se iluminem com o amanhecer.
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miguel_damas

POE wow