Encripta

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Escritora de poemas anônimos.

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Aboiz

Não consigo dormir, 

algo me aflige. 

Discreto mas esperto,

indireto mas incerto. 


No viaduto de sua parada, há um bicho cinzento,

podendo ser eu,

ou sua descarada incerteza, 

que me trouxe tamanha beleza,

e sua tamanha aspereza. 


Duvida que sempre estará viva,

em meu coração,

em minha ilusão,

e em seu caixão.


Então eu continuo andando, esperando por você, forjando uma pretenção que disparou-se em minha paixão.

Ansiosa pela descoberta,

eu disparava.

Flechas em meu coração.



-Encripta
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Poemas

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Aboiz

Não consigo dormir, 

algo me aflige. 

Discreto mas esperto,

indireto mas incerto. 


No viaduto de sua parada, há um bicho cinzento,

podendo ser eu,

ou sua descarada incerteza, 

que me trouxe tamanha beleza,

e sua tamanha aspereza. 


Duvida que sempre estará viva,

em meu coração,

em minha ilusão,

e em seu caixão.


Então eu continuo andando, esperando por você, forjando uma pretenção que disparou-se em minha paixão.

Ansiosa pela descoberta,

eu disparava.

Flechas em meu coração.



-Encripta
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