enzo_vignotti_sabino

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II

Como, na janela do meu quarto,
Miro os luzeiros ancestrais,
Que passam do outro um atrás,
Vejo o rio da vida, em meus olhos, correr farto.
Com sua ausência, minha musa,
Meu coração não mais se usa
E desse mund roto, só, eu parto.
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Poemas

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I

De tão sensíveis os meus nervos
Transformam-se, em calvário

A rotina do trabalho diário,
O som das aves no gemido dos enfermos.
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