Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
Visito-me e quão assustada fico com o que vejo em (dentro) de mim...
Observo-me e fazendo uma análise mais profunda, procuro reter o que tem valor, descartando o inútil...
Critico-me e percebo o quanto sou vaidosa e que, o fato de expor isto em versos de uma poesia, já aumenta mais ainda a minha ''vaidade''...
Penalizo-me e reconheço a minha demasiada humanidade, o que me faz não ser tão carrasca de mim mesma...
Ouço-me e no meu silêncio, a voz do Pai, chega ao meu coração aflito em forma de amor divinal!...
174
VAIDADE: ALGO DEMASIADAMENTE HUMANO
Eu hoje senti vontade de matar algo dentro de mim e, este algo, chama-se ''vaidade''...
Qual o quê? A vaidade é ''quase'' uma chaga que está inpregnada em nós e,
(...) de modo consciente ou inconscientemente, cometemos, amiúde, este pecado tão abominável e, no entanto, demasiadamente humano!...
127
APRENDER PARA ENSINAR
Talvez fosse bom (e de proveito) se eu soubesse mais do que tudo que já sei, (e que a mim me basta), mas não de todo aos que me rodeiam...
Bom entabular conversa com pessoas inteligentes, cultas e que têm muito a nos ensinar, (quem sabe assim), diminuindo a desigualdade cultural...
Mas ainda que não saibamos de tudo um pouco (ou de tudo muito), sempre temos o que ensinar, dividindo algo simples do nosso parco conhecimento...
Eu agradeço a todas as pessoas, que ao longo da minha vida plantaram sementes de saber na minha mente e assim, e sempre, estou colhendo os frutos,
(...) possibilitando-me, também, plantar as mesmas sementinhas na mente de outras pessoas, que estejam dispostas a aprender até mesmo com as minhas experiências de vida...
144
(RE)NASCE UMA POETISA
Eu tenho escrito com sangue, suor e dores da _____ parturiente;
Ao grafar as letras - em cada palavra escrita, sinto cólicas de _____ mulher;
Os versos, na cor carmim, respingam na folha branca, expondo a minha alma _____ em convulsão;
Na poesia delineada, os devaneios fluem com o sangue da minha veia _____ poética.
Assim, aos poucos, (re)nasce uma poetisa que se liberta e se entrega aos seus sonhos de amor _____ e poesia.
188
ESPERANÇA NO PORVIR
___ Queria ter a leveza das borboletas; Os pensamentos dispersos; Ouvir o eco da poesia...
___ Queria navegar em águas cristalinas; Ter a graça de uma menina; Ser pureza e ser magia...
___ Queria espalhar muitas flores; Todas lindas, multicores; Seguir o voo do colibri...
___ Queria o sorriso da criança; Muita paz e bonança; E a esperança no povir...
110
OBRIGADA POR TUDO, SEMPRE!
É bom falar das luzes, mas (é preciso?) encarar as sombras. Tenho me libertado certos paradigmas e encarado a outra face do nosso ser.
Isso é bom, pois abrimos espaço para liberar o caos de pensamentos obscuros, de ideias preconcebidas ou de mal entendidos.
Tenho crescido neste mister e me alforriado, me exorcizado, me comunicado comigo mesma.
Não indo tão fundo ao cerne, sempre tendo o cuidado de mergulhar em superfícies mais rasas, que me ofereçam segurança.
Tenho aprendido com um '' filósofo '', que só devemos mergulhar até onde nosso fôlego aguentar e tivermos forças para voltarmos inteiros.
A você que tem sido, (não um mestre), mas uma pessoa especialíssima na minha vida: _____ Obrigada por tudo!
138
A VIDA É UMA VIAGEM
___ Minha alma tem a leveza de uma pluma ao vento; ___ Meu coração é puro qual sorriso de criança; ___ Meu sorriso é doce feito mel de abelhinha.
E eu sou assim:
___ leve ___ sorridente ___ doce
A vida é uma viagem:
____ entre os versos e suas cores, ____ entre os sonhos e os amores, ____ entre a beleza das flores;
A alma transita através dos mundos, tirando lições entre:
___ o belo e o feio, ___ a luz e a sombra, ___ a coragem e o medo, ___ o amor e o ódio.
A vida é uma viagem!
155
EU SOU MENINA-MOÇA
____ Eu sou menina-moça, quero minha alma liberta. Não me impeçam de viver livre, leve e solta.
____ Eu sou menina-moça, desabrochando para a vida, deixando a minha puerícia, mas ainda brinco de boneca.
____ Eu sou menina-moça, coração palpitante, olhares que procuram o amor e a alma cheia de esperança.
____ Eu sou menina-moça, ainda sem saber o que quer, mas trilhando (lindo) caminho de ser mulher.
159
GOSTO DO CARINHO DE COMO ME VÊS EM DETALHES
Gosto do carinho de como me vês em ___ detalhes!
De todas as formas, em todas as nuances, de todos ___ os jeitos e trejeitos:
__ nas minhas caras e bocas, __ no brilho dos meus olhos, __ nas minhas covinhas, __ na palavra que alenta, __ no sorriso que alimenta, __ no meneio dos meus cabelos, __ nas minhas lágrimas, __ nas minhas indefinições, __ nas minhas reticências...
Gosto da gentileza e do toque do teu ___ olhar!...
118
MOMENTOS DE PRAZER
... E nem precisa muito tempo, pois cada minuto de amor __ é uma eternidade...
... E nem preciso dizer o quanto cada encontro é sublime, __ é mágico, é inesquecível...
... E nem preciso falar dos momentos de prazer, desejo e emoção, que vivo ao teu lado, __ meu amor!...
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom