Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
Gosto de ti e gosto de como gostas de mim: são sentimentos leais e verdadeiros:
___ sem subterfúgios, ___ sem meias-palavras, ___ sem invenções, ___ sem floreios;
(...) mas com sinceridade de coração... com amor que vem da alma... amor maduro... amor de boa vontade... com lealdade... gosto do jeito que me amas.
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NÃO TE DEIXAREI
Não te deixarei, só se quiseres, então respeito, embora a dor neste meu peito seja qual for.
Queres que eu fique? fico, pois és o meu amor... eu sou tua flor!
Dou tudo pra te ver feliz, Metade do meu reino... faço tão pouco, seja mais louco e me peça tudo... terás!
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BRILHE, POETA, BRILHE
Durma poeta, durma, que eu velo o teu sono e embalo tua poesia.
Cante poeta, cante, eu anoto as notas da canção e contigo solfejo.
Sonhe, poeta, sonhe, a noite é uma criança feita pra gente ninar.
Brilhe, poeta, brilhe, a luz nasceu pra todos e você para encantar.
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QUANDO VEM O AMANHECER
Vem a noite e com ela, o silêncio... o latido do cão ao longe;
A noite traz consigo seus mistérios... e segredos juramentados;
E quando chega a noite madrugada fria... vento balança as árvores;
Os fantasmas da noite passeiam... se cumprimentam e conversam;
Quando vem o amanhecer: ____ o silêncio cessa ____ o cão fareja comida ____ os segredos são guardados ____ os mistérios conservados ____ o vento acalma-se ____ os fantasmas voltam a dormir o sono eterno...
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom