Poetisa, mulher, mãe e avó, amiga e companheira, assim, meio quântica e transcendental, amante das coisas belas; a poesia comanda: sou Xerez, sou Fernanda
Borboletas esvoaçam nos meus cabelos, tecendo lindas tranças,
(...) voejam ao meu redor e brincam comigo, sou criança!...
Quando eu crescer quero manter na minh´alma esta mesma esperança,
(...) de ser menina, mesmo uma mulher que ainda usa tranças!
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TAL MÃE, TAL FILHA
Quando eu crescer quero ser igual a ti Mamãe... e contigo perseguir O voo do colibri... Vamos seguir Mãe Mamãe Mãezinha És o meu exemplo Ainda sou uma garotinha Segura minha mão com carinho... Vem mamãe, vem minha mãe menininha!
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MEUS ENCONTROS COM A POESIA
Perco-me em meus pensamentos, nos meus (des)caminhos, a todo momento e, quando penso que encontrei os rastros que deixei por onde passei,
(...) perco-me novamente e desisto de tentar me achar, afinal para que mesmo sair palmilhando os caminhos que já tracei, pois tenho o horrivel hábito de desorientar-me? - então mais uma vez,
(...) perco-me e é assim, sucessivamente: há o vagar da mente, o rasgar das lembranças e então chego a perder e perco, as esperanças!
Perco-me nas mínimas coisas, perco o fio da meada e não consigo sair dos labirintos da minha mente que perturba-se, turba-se e mais uma vez,
(...) perco-me e tenho a sensação de que - caso não consiga encontrar -me, vou viver esta eterna agonia em vida e nestes momentos confusos, resta-me apenas uma alegria: meus encontros com a poesia!
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Eita!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom