Fernando Almeida dos Santos

Fernando Almeida dos Santos

n. 1989 BR BR

n. 1989-08-28, São Paulo

Perfil
25 714 Visualizações

Carpe Diem

Colhe o dia
Colhas hoje o que plantastes ontem
Se ontem nada houvera semeado
Corra!!! Estás atrasado!!!
O tempo é muito curto pra ficardes parado

Um segundo muda o mundo
O tempo que perdestes
O fruto que não colhestes
São meros lembretes
Cobrando firme sua ausência de ramalhetes

A cada grão da ampulheta derramado
Faz presente se transformar em passado
E martela em ti o trabalho que foi deixado de lado

Então pare, reflita e aproveite
O tempo atual chama-se presente,
simplesmente para o seu deleite

Um presente desperdiçado
Fica perdido no passado
Porém na frente do presente há um grande muro
Que leva o nome: Futuro

E no futuro está reservado
as respostas de todos os erros do passado
Que uma a uma , sobre os teus pés
Têm a fórmula completa de quem és.

Aproveite sua vida assim
Carregue sempre o Lema "Carpe diem"
Pois logo mais , como em um estopim
Seu tempo chega ai fim!

Fernando A.S.
Ler poema completo

Poemas

2

FriO

Este clima tenso
toda vez que chega
paro e penso


A pele se arrepia
O corpo treme
mas no calor dos braços
da pessoa amada
a alma geme!!


No frio a vibração é mais lenta
tudo parece vazio
Só um sentimento te esquenta


Com o calor
Tudo ganha mais cor
ganha vida
Todas as coisas simples
fazem você se sentir uma pessoa querida


Mas quando há frio, sem calor
só faz aumentar em ti uma dor
A falta de alguém que nunca vem


fazendo o peito ficar gelado
sem ninguém do seu lado
Sem nenhum sinal desse calor,
chamado Amor


E assim como eu aqui
Sentado, não me sentindo amado
Sinto-me vazio
Estou sozinho
e com muito, muito frio!


Fernando A.S.
940

SoLidão Povoada


Toda vez que um coração é despedaçado
Toda vez que seu Amor é desperdiçado
Nesse mundo louco, temos que
nos recuperar pouco a pouco


E voltar a sair!
Tentar se distrair
Conversar...beber e rir
Na falsa esperança de se divertir...


Conhecer novas pessoas
ir para novos lugares
ter perspectivas diferentes
respirar novos ares


Ser quem quiser, só para impressionar
pensar muito bem antes de falar
e saber que a cada festa
Conseguirá um novo "par"


Novos jeitos
novos gestos
Novos beijos
e diferentes formas de afeto


Saímos das festas com a sensação de solidão
Andamos pela rua olhando para o chão
Com o ego nas alturas
mas nada no coração


de noite na cama um espaço vago
o duro sono chega , sem nenhum afago
nenhum beijinho surpresa no meio da madrugada
Essa é a triste realidade, de quem vive nessa
Solidão povoada!!




Fernando A.S
1 156

Comentários (2)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.
luciana_ribeiro

ola td bem?gostei muito do q escreve...gostaria de manter contato,abraço!

Cibelle

Oii Fernando, mandei duas vez um comentário do seu poema, mas sou nova por aqui e não sei como apaga um dele rsss.... sorry! se conseguir deleta para mim!!! Valeu rs!