Gi

Gi

n. 1978 -- --

n. 1978-10-30, RJ

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Meu Poeta!


Meu poeta!
Só estou esperando que apareças,
Pois a certeza já está firmada,
Sua voz eu já escuto,
Suas palavras por mim tão sonhadas,
O simples toque soa suave,
Seu sonho e o meu entrelaçados,
A vida sem rumos determinados,
O amor pelo puro prazer de amar,
O doce do beijo só por tocar,
A mão que me desce e me desenha,
Meu sorriso sincero sem nada pedir,
O puro prazer que a palavra não diz,
Viver apenas para ser feliz,
Sem hora, sem pressa,
Sem noite nem dia,
Realizando a vida em poesia!


Gizelle Amorim
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Poemas

5

Graças a vós!


Mas que mocinhachata!

Não se curva,

Nãodesiste...

Irritantemente,resiste.

... Como pôdeficar calada?

Subservienteferoz,

Bastoudescobrir sua voz.

E então calouquem falava...

Demais.

Mudou de mudaà messalina,

Aos quejulgam,

Catilina.

Gi Amor

762

O infinito em suas mãos...

Demorou,

Mas meus versos chegaram ao receptor!

Poesia composta pelo que você me mostrou,

E que o tempo agregou valor.

Obrigada pelo carinho,

Pelo sorriso tão significativo...

Imagem inesquecível,

Tão épica quanto o infinito,

Imensurável, infindo...

Lindo!

Gi Amor

744

Poker da Vida

Parece que não há espaço,

Dou pulos e não passos,

Encurto o percurso,

Sintetizo o discurso...

Atropelo etapas,

Aposto tudo sem ter nada.

Já ganhei no blefe,

Já saí zerada.

Mas pago o cacife da vida,

Sem medo das incertezas,

Se as cartas não me agradam,

Continuo em outra mesa.


Gi Amor

822

Amo mesmo!


Sim, te amo.

E é para sempre,

Nada me importa,

Esse amor é presente,

Ilimitado...

Puro, direto, sincero.

Eu te espero,

Leve o tempo que for,

Só não leve esse amor.

Meu,

Que é só seu.

Gi Amor

974

Laços

E eu acordo em seus braços,

Tudo se foi,

Desatamos os nós e trançamos laços,

Mais uma vez vencemos.

Pois queremos.

Finada guerra, vamos comemorar,

Aos beijos e amassos,

Reafirmar...

Abençoado amor que nos une,

Ao pior, imunes.


Gi Amor


955

Comentários (1)

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Honório Roque

Adorei suas poesias... Me chamou muita a atenção O Escorpião que não podia matar...