gioliveira

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n. 1981 BR BR

Sou uma apaixonada por livros desde criança, incentivada pela minha mãe que era professora. A escrita veio naturalmente como forma de aliviar a ansiedade que sempre me acompanhou. Meu sonho é publicar um livro com meus poemas.

n. 1981-02-01, Franca/SP

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O eterno fingir!

Você finge estar bem
Finge que ama
Finge no trabalho
E finge na cama.

Você finge tão bem
Que chega acreditar
Que tudo está bem
Só que não está.

Mas quem te conhece 
Finge não perceber
Que todo seu fingimento
É só um meio de sobreviver.

E fingindo todos estamos
Uns sem querer, outros querendo
E seguimos a vida assim
Num eterno fingimento.

(Gi Oliveira)
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Poemas

24

A última hora!

Faça o que tiver pra fazer
Enquanto o tempo permitir,
Não deixe pra se arrepender
Na hora de partir,
A vida parece longa
Mas é só uma ilusão.
Hoje você está aqui
Amanhã pode ser que não.
(Gi Oliveira)
481

Gente.

Tem gente que já nasce pronto,
Tem gente que se apronta depois,
Tem gente que não vale nada
Mas tem gente que vale por dois!
(Gi Oliveira)
208

Presentes da vida!

Que você aprenda a receber
O que a vida tem pra te dar.
O que te faz sorrir
E o que te faz chorar.
Que você consiga aprender
Cada lição recebida,
E consiga entender 
O verdadeiro sentido da vida.
(Gi Oliveira)
196

Por que escrevo?

Eu escrevo,
Porque não sei não escrever.
Porque não sei falar
Sem olhar nos olhos.
Porque não sei ouvir sem refletir.
Eu escrevo,
Porque quero deixar meu legado,
Talvez ensinar algo
Ou apenas ser compreendida.
Eu escrevo,
Porque quero expor o que penso
Sem ser interrompida,
E quero uma vida bem vivida.
Talvez até mudar o mundo.
Eu escrevo
Porque eu leio
E quem lê viaja
E eu quero muito fazer parte dessa viajem.
Eu escrevo,
Porque a vida é passageira
E...
"Verba volant, escripta manent".
213

A escalada da vida!

Fiquei pensando se seria capaz
De seguir em frente sem olhar pra traz
E não deixar que o medo me tirasse a paz.

Pensei em tudo que enfrentaria
Em toda dor, toda agonia...
Senti uma certa melancolia.

Fiquei pensando se seria mesmo a hora
De começar uma escalada rumo ao topo
Se eu realmente tinha escopo.

Estaria eu, preparada para o desafio?
De colocar minha vida por um fio?
Só pra preencher um enorme vazio.

Mas me disseram que valeria a pena
Que a escalada realmente compensa
Porque no topo, há uma grande recompensa.

(Gi Oliveira)
245

Do renascimento do amor!

Se sofri por ti
Eu não me lembro,
Só sei que eu te amo
E me rendo.
Me rendo a esse amor,
Parceiro e encantador
Que parecia estar perdido,
Só esperando 
Não ser mais correspondido.
Mas o retorno ao lar,
Sem ter como dissimular
Foi obrigado a se mostrar
Como realmente é,
E colocar em pratos limpos,
Cada mágoa que tiver.
Foi desmascarado e teve tempo
Pra resolver qualquer lamento.
E no vai e vem do dia a dia
Redescobriu a alegria
Do amor que outrora já sentia.

(Gi Oliveira)
239

A grande sacada da vida!

A grande sacada da vida,
São as pequenas coisas
Que se juntam
E formam uma grande coisa.
O amor:
É algo grande.
Feito de pequenos gestos
Pequenos momentos alegres,
Que vão se aglomerando
E o tornam tão grande
Que mal cabe no peito
A amizade:
É algo grande.
Feita de pequenos papos
Mensagens curtas ao celular
Pequenas demonstrações de cumplicidade
Que juntos,
A tornam tão grande
Que mal cabe na sala de casa.
E a paz...
A paz é muito grande.
Feita de pequenos silêncios
Pequenas escolhas
Que nos elevam
a um estado de tranquilidade
Tão grande,
Que não cabe nesta vida.

(Gi Oliveira)
613

É preciso ter coragem.

É preciso ter coragem
Pra sair da zona de conforto,
Pra não viver como se já estivesse morto,
Pra mudar,
O que se estagnou.
É preciso ter coragem,
Pra por fim aos ciclos viciosos,
Pra acabar com sentimentos duvidosos,
Pra aceitar 
Que não está feliz.
É preciso ter coragem,
Pra assumir suas escolhas,
Pra sair de dentro da bolha
E ser aquilo que precisamos ser.
É preciso ter coragem...
(Gi Oliveira)
243

Pesadelo!

Engulo o choro
Mas não adianta,
A tristeza só se agiganta.

Escuto o grito,
Peço socorro,
Se não sair dali eu morro.

Sinto um vazio,
Um desalento,
Coloco a voar meu pensamento.

Então enfim,
Começo a flanar,
E finalmente consigo acordar.

(Gi Oliveira)

204

Não mora em mim!

A tristeza,
Ela não mora em mim,
Ela chega, me desanima,
Eu sofro o necessário
Mas ela vai embora
Porque ela não mora em mim.

A dor,
Ela não mora em mim.
Ela vem, me despedaça
Eu recolho meus cacos,
Mas ela vai embora
Porque ela não mora em mim....

A angústia,
Ela não mora em mim,
Há dias em que ela me sufoca
Eu respiro fundo e rezo,
Mas ela vai embora
Porque ela não mora em mim.

O medo,
Ele não mora em mim,
As vezes acordo assustada,
Me recomponho e o encaro,
Mas ele vai embora
Porque ele não mora em mim.

O mal,
Ele não mora em mim...

(Gi Oliveira)
201

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CORASSIS

Parabéns Gi, acompanho suas poesias escreves com o coração. Parabéns! Abraço.