Jair Câmara

Jair Câmara

n. 1970 BR BR

n. 1970-09-02, São Paulo

Perfil
2 000 Visualizações

O ano que não acabou.

O ano que não acabou.
O acabei eu, de férias do fim, de qualquer coisa
O iato do recomeço, no deserto de solidão.
e por fim, de todo esse desastre, desse ano, desses anos
e por fim, se compartilharia a integridade, da nossa pequena,
não existe a metade compartilhada, não há disputas.
e por fim, se se, se se afasta, um pouco mais, pela integridade
o possível sincero feito, e se se segue em frente, mais à frente
quando recuperado, reavivado, se se se integra, novamente,talvez
e por fim esse ano já acabou, com tudo mais pra mim.
Ler poema completo

Poemas

1

Por Amor às Energias. Para a Petrobras.

Triste pensar no pequeno que somos, mas considerar que a Petrobras tem, teria em suas escolhas estratégicas, a possibilidade de fomentar alguma engenharia reversa para projetos de resiliência e regeneração climático-ambiental, que pudesse respeitar a capacidade natural de biodiversificação da Natureza, em agrofloresta, criar a possibilidade de receber biomassa, e produzir biogás e biocombustíveis, ampliar a capacidade de pesquisa em biomoléculas e ainda ser paga pela sua resiliência e para deixar o petróleo aonde está, pelo seu direito de ir atrás, e poder então ter capacidade de explorar melhores jazidas, manteria a importância estratégica de políticas econômicas e energéticas para o país, e ainda defenderia seus interesses e os interesses dos acionistas, pois ganhariam desse amplo biomercado resiliente e regenerativo das crises climático-ambientais que causamos. seria estratégica para isso. pensando no pequeno do pequeno que somos, de algo maior, maior. Que é a Natureza e sua capacidade natural de Biodiversificação. E triste, triste, desperdiçarmos milhões de anos desse laboratório natural, ainda inexplorado.
47

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.