Jair Câmara

Jair Câmara

n. 1970 BR BR

n. 1970-09-02, São Paulo

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O ano que não acabou.

O ano que não acabou.
O acabei eu, de férias do fim, de qualquer coisa
O iato do recomeço, no deserto de solidão.
e por fim, de todo esse desastre, desse ano, desses anos
e por fim, se compartilharia a integridade, da nossa pequena,
não existe a metade compartilhada, não há disputas.
e por fim, se se, se se afasta, um pouco mais, pela integridade
o possível sincero feito, e se se segue em frente, mais à frente
quando recuperado, reavivado, se se se integra, novamente,talvez
e por fim esse ano já acabou, com tudo mais pra mim.
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Poemas

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Desespero Amazônico

difícil,sintetizar todo o pensamento,a semântica:mas em todo esse universo inteligente,o ponto de equilíbrio sempre seria em, deixar o poder, pelo momentum vitae, cada singularidade, pois tem o poder dessa visão, desse todo. mas não precisa ser roots,o ciclo volta à inteligência.

em consciência, nessa visão holística que percebemos sobre o planeta e o universo, para quem tem a tecnologia e poder e não age perante o que está acontecendo na Amazônia da América do Sul, como próximo, brasileiro, esses que não agem, pelo poder e tecnologia que tem, de qual universo for, tem meu desprezo, um cuspe no sapato, no chão.
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