Jair Câmara

Jair Câmara

n. 1970 BR BR

n. 1970-09-02, São Paulo

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O ano que não acabou.

O ano que não acabou.
O acabei eu, de férias do fim, de qualquer coisa
O iato do recomeço, no deserto de solidão.
e por fim, de todo esse desastre, desse ano, desses anos
e por fim, se compartilharia a integridade, da nossa pequena,
não existe a metade compartilhada, não há disputas.
e por fim, se se, se se afasta, um pouco mais, pela integridade
o possível sincero feito, e se se segue em frente, mais à frente
quando recuperado, reavivado, se se se integra, novamente,talvez
e por fim esse ano já acabou, com tudo mais pra mim.
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Poemas

4

economia circular de dados

não se surpreendam mais, é só uma pergunta para o banco de dados, todos podemos fazer, a questão é fazermos os nossos servidores pessoais privados, com a inteligência artificial que nos assista à aplicação de nosso contrato social inteligente no sistema digital mundial e advogue por nós, nas perguntas e respostas nos bancos livres de conhecimento e em competitividade colaborativa nos inventemos o mundo que quisermos. obrigado🙃
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Solidão Inquebrável

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Olhar Pesado

Antes de um lado era booling
Antes de outro lado era desprezo
Agora com todo esse sofrimento
Para quem tem o olhar no olhar,
Pesado é
Agora ao ouvir até levanta o olhar de algum
Eu entendo, eu entendo, sinto muito!
Para quem tem o olhar no olhar,
Pesado é.
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de tirar o fôlego!

Tem Mulheres que vemos, percebemos
Que de guerreiras e artistas
Perto delas, bello e divertido deve ser
é de tirar o fôlego!
Ao pensar em gostar
ao gostar muito a ficar distante
pois além da proximidade a realidade.
a beleza é mais profunda e sutil
de um amor imenso e sofrido
não quero! digo, para ela.
é de tirar o fôlego.
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