Jair Câmara

Jair Câmara

n. 1970 BR BR

n. 1970-09-02, São Paulo

Perfil
2 000 Visualizações

O ano que não acabou.

O ano que não acabou.
O acabei eu, de férias do fim, de qualquer coisa
O iato do recomeço, no deserto de solidão.
e por fim, de todo esse desastre, desse ano, desses anos
e por fim, se compartilharia a integridade, da nossa pequena,
não existe a metade compartilhada, não há disputas.
e por fim, se se, se se afasta, um pouco mais, pela integridade
o possível sincero feito, e se se segue em frente, mais à frente
quando recuperado, reavivado, se se se integra, novamente,talvez
e por fim esse ano já acabou, com tudo mais pra mim.
Ler poema completo

Poemas

14

Pensamento:

se em espiritualidade, como alguma busca, como leitura de escrituras,
então, só talvez então, se teria lido alguma escritura enciclopédica, enciclopédica universal, só então alguma leitura de alguma escritura dessa humanidade.
87

Parete Cantante è

Quando parlavo con mamma
Parete Cantante è
Che per mio fratello, d'inspirazione, è
Quella parete verde, con le acque, e le piante, e i gotteggi
Parete Cantante è
Ho detto, che sarebbe per distrarlo, poichè la mente piena
Una parete cantante, di vita, per riempire la mente, tutta,
È che non si ascolta solo com l'udito, ma con l'anima.
Parete Cantante è.
112

O ano que não acabou.

O ano que não acabou.
O acabei eu, de férias do fim, de qualquer coisa
O iato do recomeço, no deserto de solidão.
e por fim, de todo esse desastre, desse ano, desses anos
e por fim, se compartilharia a integridade, da nossa pequena,
não existe a metade compartilhada, não há disputas.
e por fim, se se, se se afasta, um pouco mais, pela integridade
o possível sincero feito, e se se segue em frente, mais à frente
quando recuperado, reavivado, se se se integra, novamente,talvez
e por fim esse ano já acabou, com tudo mais pra mim.
149

Conversa informal com a I.A.

descrição semântica procedural, talvez,
Seria possível ter uma
126

economia circular de dados

não se surpreendam mais, é só uma pergunta para o banco de dados, todos podemos fazer, a questão é fazermos os nossos servidores pessoais privados, com a inteligência artificial que nos assista à aplicação de nosso contrato social inteligente no sistema digital mundial e advogue por nós, nas perguntas e respostas nos bancos livres de conhecimento e em competitividade colaborativa nos inventemos o mundo que quisermos. obrigado🙃
116

Solidão Inquebrável

.
115

Olhar Pesado

Antes de um lado era booling
Antes de outro lado era desprezo
Agora com todo esse sofrimento
Para quem tem o olhar no olhar,
Pesado é
Agora ao ouvir até levanta o olhar de algum
Eu entendo, eu entendo, sinto muito!
Para quem tem o olhar no olhar,
Pesado é.
121

de tirar o fôlego!

Tem Mulheres que vemos, percebemos
Que de guerreiras e artistas
Perto delas, bello e divertido deve ser
é de tirar o fôlego!
Ao pensar em gostar
ao gostar muito a ficar distante
pois além da proximidade a realidade.
a beleza é mais profunda e sutil
de um amor imenso e sofrido
não quero! digo, para ela.
é de tirar o fôlego.
111

Convite terraplanista

reflexão terraplanista:

convidaria os terraplanistas à praticar essa bioeconomia circular funcional cúbica, de metro cúbico, do quadrado cúbico retirado da esfera, podem sobrepor vários planos, está coerente com as teorias das cordas e outras, até cobrir o plano cúbico da esfera, colocar escadinhas, conforme subir percebendo mais planos e com mais conhecimento e consciência, vir o desejo de voar entre os planos, circundá-los, pois então perceberão que fomos nós que fizemos a esfera, porque somos esféricos e espectrais; e ao voar perceber o atrito da matéria e entender que é esférica per essa vontade de atrito entre as massas. A gravidade, ela que atraindo as massas, atritando-as, às suavizam em belas e iluminadas bolas estelares, de qualquer coisa.

Obrigado. Muita Paz Saúde e Despojo
é somente uma reflexão nesse mundo de fim de mundo.
128

Praia de Veludo

Chamam das palmeiras
eu chamo de veludo
chamo de minha
nos bilhões atrás quando a lua, muito próxima;
trazia marés e ondas de quilômetros, imaginem;
cada onda na força de maré de um quilômetro de altura, imaginem;
e agora, aqui; tudo isso, depois de tudo isso, dos primórdios, até nós
o quê vêem, aonde mais vida, mais densa, mais perene, mais constante
e sempre será, a vida, constante, a cada maré, desde os seus primórdios.
desenha a cada imagem novos caminhos nas marés de areia e vida.
e por frente, de selfie, tudo isso, de que posso oferecer somente.
124

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.