JOAO VITOR LIMA ROCHA

JOAO VITOR LIMA ROCHA

n. 2002 BR BR

Moro em Cascavel PR, tenho 18 anos.

n. 2002-03-12, Brasil

Perfil
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MELODIA DO CORAÇÃO


 Quando surge um problema
 Abro as partituras do peito 
 Com lágrimas sobre o instrumento
 Choro no violão

 Quando há buracos no caminho
 Acendo a luz que existe em mim
 Choro lágrimas de acordes para lavar a alma

 E se as rosas murcharem 
 Os jardins perdem o encanto
 A musica explode no meu peito
 Eu grito o mais alto que posso 
 Fazendo a melodia do coração

  Se a vela apagar
  Estarei com o instrumento
  As partituras explodindo no peito
  A musica da tristeza e da solidão
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Poemas

7

Se o cantar dos pássaros eu tivesse


 Se o cantar dos pássaros eu tivesse
 Eu cantaria aos anjos
 Se as asas deles eu tivesse
 Alçaria voo até a nossa árvore no Éden

 Para onde há chuva
 É para onde devo voar
 E se o fim for um novo começo
 É no fim que quero estar

 Não acredito em Deus, não, não, não
 Não acredito em Deus não, não, não
 Não tenho medo, não, não, não
 Não tenho medo. não, não, não
204

Mãe


 Eu só queria ter a oportunidade
 De cantar essa musica a alguém
 Mesmo com a voz desafinada
 Dedico o verso a este alguém

 Essa pessoa não entende
 O quanto sou grato por ela
 Me aguentou por 9 meses na barriga
 Sem ao menos saber como eu era
 
 Queria ter nascido perfeito
 Para compensar a falta de cor em meus olhos
 Os seus sempre foram verdes
 E eu sempre fui um garoto rebelde

 O seu tempo está se esgotando
 Percebo pelas rugas e cabelos brancos
 E antes que fique mais tarde
 Porque infelizmente está tarde
 Venho para dizer que te amo
69

Aos 12 anos de idade


 Aos 12 anos de idade
 Olhei a cidade grande
 E notei o quanto sou pequeno

 Aos 12 anos de idade
 O amor parecia ser facil de jogar
 As amizades duravam para sempre
 Eu tinha vergonha de chorar

 Aos 12 anos de idade
 Estudar não era importante
 Os boletos não existiam
 A felicidade era constante

 Então eu cresci
 Então eu cresci
 Viver ficou tão chato

 Então eu cresci
 Então eu cresci
 E não há ninguém ao meu lado
 O tempo passa tão rapido 
 Eu me entreguei aos pecados
 Aos 12 anos de idade...
 Aos 12 anos de idade...
79

É bom ouvir o som do vento


 É bom ouvir o som do vento
 Onde não há um coração batendo
 Nenhum monstro berrando
 Só o sol iluminando o campo
 Dizendo bom dia as flores

 Longe da poluição e dos engravatados
 Distante das buzinas
 Longe do barulho dos martelos
 Dos muros grandes
 O som dos galos e da água que escoa
 Dos rios

 E quando a noite chegar vestirei o terno
 Voltarei a ser um empregado
 Aceitar a vida de alienado
 Trocar a tranquilidade dos campos 
 Pelo caos da cidade grande
 
138

TOLO SONHADOR




 Eu matei o outro alguém
 Me tornei outra pessoa
 Tenho a maldição de ser um sonhador 
 Vivendo em um lugar distante
 
 A lua não fica longe
 Fazendo o melhor que posso
 Meu trabalho é criar mundos
 E os faço de coração

 Uma flor, uma rosa
 Uma maldição que cresce
 Um câncer  que consome a alma
 Uma fogueira pelo vento apagada

 Procuro o sentido acreditanto no destino
 Ele resolverá tudo isso
 Não sendo forte bastante para chorar
 Mas fraco para magoar e bobo para sonhar

 Quando a vela se apagar estarei em paz
 Irei para o paraíso que sonho
 Reecontrar as pessoas que amo
 Rir pelos rancor que guardei
 Chorar pelos arrependimentos e agradecer
 Pelos sonhos que tive
121

Viajante


 Uma alma escapou do inferno
 Deixou os solitários na terra
 Eles esqueceram de regar as plantas
 São máquinas pré-programadas para
 Fazer propagandas
 
 O viajante deixou o recado
 Não gostou das novidades
 Não gostou da poeira dos livros
 Odiou os cogumelos 
 Odiou as guerras nucleares

 
 Se houver um homem no céu
 Ele deve pensar coisas terriveis sobre nós
 Deixe as criança brincarem
 Deixe as crianças morrerem
 
 Se houver um homem no céu
 Ele deve pensar coisas terriveis sobre nós
 Sejam crianças obedientes
 Sejam crianças carentes
  E felizes por si só
111

Tolo sonhador


 Eu matei o outro alguém
 Me tornei outra pessoa
 Tenho a maldição de ser um sonhador 
 Vivendo em um lugar distante
 
 A lua não fica longe
 Fazendo o melhor que posso
 Meu trabalho é criar mundos
 E os faço de coração

 Uma flor, uma rosa
 Uma maldição que cresce
 Um câncer  que consome a alma
 Uma fogueira pelo vento apagada

 Procuro o sentido acreditanto no destino
 Ele resolverá tudo isso
 Não sendo forte bastante para chorar
 Mas fraco para magoar e bobo para sonhar

  Quando a vela se apagar estarei em paz
 Irei para o paraíso  que sonho
 Reecontrar as pessoas que amo
 Rir pelos rancor que guardei
 Chorar pelos arrependimentos e agradecer
 Pelos sonhos que tive
 
 
 
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