Marcelo

Marcelo

n. 1991 PT PT

n. 1991-03-09, Viseu

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Verbalizo

Eu supero, eu simplifico nessa vida marginal,
Onde tudo parece voar e acabar no meu quintal.
Silencio os demais, fortifico o meu castelo,
Para um dia terminar,
E explodir com esse pesadelo..

Nao te preocupes, nao te vou mais incomodar,
Quiseste acabar é a vida,
Terei que continuar,
A vivenciar no meu lugar.

Transformei me estou outra pessoa,
Nesse estado de alma, faço calar quem me magoa,
Ja chorei, ja sofri, mas so assim aprendi,
Nesse instante nesse momento acabou o meu tormento.

Aquele que vejo e que relembro faz doer o meu sentimento,
Vou partir para esse mundo, sem plano nem rumo,
O que tiver que surgir é aquilo que quero sobresair,
Temporizo, alterando o meu verbo desse rebanho.

Imponho limites, nao creio,
Nao tao pouco me contenho,
Aproveitar e a inovar o meu lema é de arrasar,
Um dia bastara para me animar nesse procura nesse lugar.

Acabo aqui o meu cantar,
Modesto e inovador,
De facto mostro e atraio,
O fervor do teu sabor.
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Poemas

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Banalidades abstractas


Temporizo o momento como se fosse o despertar da loucura de um universo,
Insisto na mínima coisa para que tal forma se evapore no infinito e assim a encontro lá no outro mundo, naquele onde ninguém obteve resposta, sim nesse não naquele.
Futilidades obtêm e transplantam o oposto do cubo de maneira a encontrar o esperado e o absurdo.
Neste olhar visiono a insanidade e a matéria transcendendo o peculiar.
Obedeço ao quadro do estulto e da alienação recrutando pensamentos transversais.
Insinuo-me recolhendo a melancolia deste ser oblíquo.
Incorro a decisões ancestrais e a fatalidades lícitas naquelas onde selecciono o olhar do temor.
Albergo mentes demoníacas onde jamais viverei mas pensarei em obter utilidades.
Finalizo um pranto de opções banais sintácticas.
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Actos imcompreendidos


Temporizo o momento como se fosse o despertar da loucura de um universo,
Insisto na mínima coisa para que tal forma se evapore no infinito e assim a encontro lá no outro mundo, naquele onde ninguém obteve resposta, sim nesse não naquele.
Futilidades obtêm e transplantam o oposto do cubo de maneira a encontrar o esperado e o absurdo.
Neste olhar visiono a insanidade e a matéria transcendendo o peculiar.
Obedeço ao quadro do estulto e da alienação recrutando pensamentos transversais.
Insinuo-me recolhendo a melancolia deste ser oblíquo.
Incorro a decisões ancestrais e a fatalidades lícitas naquelas onde selecciono o olhar do temor.
Albergo mentes demoníacas onde jamais viverei mas pensarei em obter utilidades.
Finalizo um pranto de opções banais sintácticas.
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