Marco Aurelio Tisi

Marco Aurelio Tisi

n. 1951 BR BR

Tenho 60 anos, aposentado, e por uma situação especial, me vi fazendo Poesias ou como costumo dizer Desabafo Poéticos, quem ler dirá.

n. 1951-02-14, Ribeirão Preto - S.P.

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Falar de Você





FALAR DE
VOCÊ



Hoje quero
falar de você.



Falar que
você é
Meiga e
Bela.



Falar que
você é
Diligente e
Inteligente.



Falar que
você é
Produtiva e
Eficiente.



Falar que
você é
Criança e
Contente.



Falar que
você é
Amorosa e
Carinhosa.



Falar que
você é
Prestativa e
Abnegada.



Falar que
você é
Suave e
Amável.



Falar que
você é
Paz e Luz.



Falar que
você é
para mim o
Amor
sem fim.



M.A.Tisi





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Poemas

2

LUZES DA CIDADE


LUZES DA CIDADE

As Luzes da Cidade,
incidem sobre a menina,
que no meio do trafego,
vitima do trafico,
estende sua mão pequena,
porque pra Ela a vida
já não vale a Pena,
e o que ela mais quer
é um tostão pra se enganar,
e poder se drogar.

As Luzes da Cidade,
incidem sobre a Menina,
que ao conseguir o tostão,
ira lá pra sarjeta,
e com sua mão pequena,
que mal consegue
segurar o recipiente
cheio de fumaça ilusória,
pra enganar a fome,
e então à consome,
que depois de torrar
seu pequeno cérebro,
sentir sua Alma
sair feito fumaça,
de sua pequena narina,
agora tão flácida.

As Luzes da Cidade,
incidem sobre a Menina,
que agora já é um pequeno Zumbi,
e o que de melhor poderia lhe acontecer,
era pro Céu ela poder avoar feito um Colibri,
e de vez, desta sua triste vida sucumbir.

As Luzes da Cidade,
incidem sobre a Menina,
vitima dessa Sociedade
de Hipocrisia,
governada pela Velhacaria,
que em desarmonia
do que realmente poderia,
fazer pela Menina Colibri,
que por todo esse sofrimento,
não deveria mais estar aqui.

Marco Aurelio Tisi

( 22/09/2013 )
392

ESPAÇO



ESPAÇO

Agora que me
arrumei e me ajeitei
em um novo
Espaço,
que nesse
ínterim, tantas coisas
livrei de
mim,
e nesse
todo desapego,
construí o
melhor do meu aconchego,
para enfim
não ter mais nenhum sôfrego.

Mas agora
nesse Espaço,
além do que
de material me livrei,
também do
Imaterial me desapeguei.

Agora sou
mais Realista,
agora sou
mais cético,
não
acredito mais em Utopia,
não
acredito mais em Teoria,
não verdade
quero distancia
daquilo que
pode se tornar agonia.

Não quero
mais pra mim
as trocas
que consegui,
no meu
Espaço Solitário,
viverei
menos temerário,
não quero
nada arbitrário,
farei do meu
Espaço
meu
Santuário,
vou alimenta - lo
com muita
Erudição,
chega de
provocação.

Não não
sou uma Ilha,
ninguém é,
como bem
disse Jonh Donne,
mas não
quero mais me machucar,
nem a
ninguém machucar,
já chega
aquela Salgada Lágrima
de todo
Santo dia,
que faz com
que a ferida no coração,
não tenha
cicatrização.

O Espaço é
novo,
é um Espaço
só meu,
quem sabe
agora nele eu me cure,
mas que
enfim eu não me descuide.

Marco Aurelio Tisi

( 15/09/2013 )
312

Comentários (4)

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Cristina Bonnard, amo seus poemas , eles fazem minha alma viajar e eu adroro isso !!!!

Cristina Bonnard
Cristina Bonnard

Amei, seus poemas . por favor , se puder e assim quiser mande um de sua preferencia p/ o meu face!!!!!Obrigada

Cristina Bonnard
Cristina Bonnard

Adoro, seus poemas não conhecia, mas fiquei apaixonda por eles, um abraço !!!

alexandre 3

bacana seus poemas ! abraços