Marcondes Alexandre

Marcondes Alexandre

n. 1974 BR BR

n. 1974-11-17, São Paulo

Perfil
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Da paixão



Outra vez me vejo prisioneiro vendo você tão linda e formosa.
Como sou feliz por ser assim um admirador do seu lindo modo de ser.
Eu da vida que tens nada sei, mas com certeza aprenderia a sentir esta paixão se formar no meu dia-a-dia.
Mesmo assim da paixão que representa sou apenas um risco no mundo querendo ser mais.
Querendo dar o meu mínimo e ser um poeta para te escrever em todos os momentos.
Vejo da paixão uma mulher sem medo.
Repleta de carinhos que não são para comigo e ainda assim fico feliz.
Não da paixão para contigo, pois não sou digno de tal sentimento ou de tamanha beleza para estar ao meu lado.
Quando posso sentir que seu olhar apenas por um segundo me nota o meu dia se faz imenso.
Minha compreensão sobre estar sendo poético se modifica no seu ler um livro.
Mesmo sem te conhecer.
Sem saber o seu nome eu escrevo da paixão, mas não me esqueço de tentar te ver uma vez mais.
Por mais um segundo até mesmo ao descer do ônibus.
Nada da paixão que vejo existente em ti se modifica.

Mais não sei se eu ou você é que precisam de mais tempo ou menos.
Se da paixão que vejo pode surgir uma amizade.
Umas coisas sabem que é certa não poderei ser o seu durador poeta esta não vai ser o nosso final feliz.
Pois dessa paixão uma amizade pode acontecer e apenas isso quem dera que uma pessoa como eu tivesse alguém na vida como você.
Mais não estamos vendo um filme onde os feios conseguem ser lindos aqui estamos vendo com nossos olhos.
Da paixão.
Essa que gostaria de decifrar em seus lindos olhos, na sua maravilhosa forma de sorrir, no seu momento de silêncio.
Nada represento por isso amiga que desconheço deixo esta simples poesia para que em sua vida você tenha a certeza de que da paixão que encontrei em você fiz silêncio.

Da paixão.
O seu olhar encantador.
O seu modo tranqüilo de andar.
Sua forma única de perceber o que vejo.
Uma vontade de apenas ser amigo e fim.
Mais linda amiga dessa sua paixão outro tomou conta e espero que em todos os dias eu possa te ver sempre feliz.
Que no seu momento de tristeza eu nada represente, mas em seus momentos alegres eu me faça em seu mais puro e belo sorrir.
Sem nenhuma forma de desagradar ou acabar com tudo o que vive.
Inclusive o que vem DA PAIXÃO.

Alexandre Marcondes.
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Biografia
Sou apenas um homem que escreve.
Não sei é poesia.
Nem sei se sou eu, mas algo que realmente vem de DEUS.
Tenho 9 livros publicados em um SITE os mesmos podem ser adquiridos através deste mesmo.
Clubedeautores.com
Tenho um blog pessoal onde já existem muitas coisas que escrevo.
Sou muito tranquilo em relação ao que devo escrever e assim continuo.


Alexandre Marcondes o mesmo
Marcondes Alexandre.

OBRIGADO.

Poemas

13

A CANÇÃO

Que ouvimos junta uma única vez ainda é a que mais me identifico.
Já era assim.
Essa canção com certeza não vai deixar de abalar o coração das pessoas que amam.
Existem milhares de lindas canções, mas essa em particular vai sempre ser a principal para mim.
Essa canção cujo não direi o nome e nem mesmo o
interprete dela, conta uma linda história de amor entre um casal.
Os dois mesmo com tantas coisas ruins a sua volta,
não desistem da vida em união matrimonial e sabem que no céu existe muito mais
que estrelas que o brilho da lua.
Eles agradecem a DEUS por lhes dar forças e coragem para viver este amor.
Eu aprendi muito desde a primeira vez que ouvi essa
canção e já faz um bom tempo, daí um belo dia enquanto falávamos a canção
começou a tocar.
Naquele instante tudo foi dito.
O que queríamos ouvir.
O que a canção nos dizia.
Além de nos entregar-mos aos desejos.
Além de conquistar o seu beijo.
Tocar o seu corpo.
Sentir todo o amor juntamente com o meu viver cada
instante.
Cada melodia colocada na canção.
Nos nós amamos muito.

Alexandre Marcondes.
492

Menina rosa


Menina rosa:

Tu ès a pessoa que me faz chorar.
Tu ès a vida se desabrochando.
Como flor vê você se abrir.
Ès tu linda flor menina.
Menina conquistadora de corações.
Menina não me deixe, sou seu.
Meu coração não a nega.
Meu amor a rega como se tu ó menina fosses rosa.
Não me preocupo com seus espinhos.
Sei me proteger, eles não me furam são ternura.
Sou seu admirador.
Amar-te-ei para ver você a todo o momento.

É a menina que não deve se bater.
É a espinheira onde posso ficar abraçado.
E não sair ensangüentado.
Menina ès meu sonho presente.
Menina tu ès meu coração.
Sei onde te encontrar.
Sou jardineiro que vive a cuidar de ti.
Sou terreno onde você que é rosa denominada esta se cuidando.
Machuco-te com a mais suave das flores.
Mais te agrado dando-lhe o nome de minha menina.
Sou água que molha suas pétalas.
Por ser você a menina rosa..

Alexandre Marcondes.
413

Soletrando

Assim eu disse-te amo meu amor.
Não de uma forma singular.
Mais no plural de nossas almas.
Em cada frase que ditei soletrei o seu lindo nome.

Em um futuro quase perfeito te esperei.
E quis-te-la no presente + que perfeito deste amor que se faz com as letras do alfabeto grego.
Indiano.
Tanto faz.
Soletrei palavras similares ao desejo para ter você por algum tempo.
Mesmo que no passado imperfeito.
Não era oratória tudo o que dizia, mas com uma boa dicção se fez em mim.
Em tu tudo se completava.
Pois tu foste a mais bela criatura para quem me entreguei.
Singularmente entendi seu ponto de vista.
Formei palavras usando as letras que formavam todo o seu ser feminino.
No antônimo de meus dias consegui te dizer algo fora o conhecido.
Fiz-me sujeito completo para reinar na sua vez.
Mesmo depois de decorar tudo o que era preciso para te amar outra vez.
O advérbio quem pode aceitar?

Se não foram as vogais de sua vida.
Podem ter sido as consoantes de meu vocabulário para dizer fique comigo o tempo que precisar.
Mais nada parecia estar claro no seu mundo onde os parênteses se fecharam quando de ti me aproximava.
As paroxítonas.
As proparoxítonas nada mais eram.
Mesmo assim na principal consoante de seu nome o meu começa.
Se for realidade o mais que perfeito dirá.
Mais soletrei todo o seu corpo como uma forma de me identificar ao que não sei.
Era-se o seu sexo.
Eram-se na sua boca.
Foram-se outras partes de seu corpo.
Um paradoxo se formou.
No meio do ditongo seguido do seu perfume.

Aprendia a cada dia nas preposições das nossas noites sem entender o que estava a soletrar.
Se eu em tu.
Nos e vos eles podem se amar.
Eles conseguem juntar as frases.
Mais cabe a mim.
Fazer referência as cartas rascunhadas de o ponderável existir.
Soletrei eu te amo por saber que em meu mundo se faz próprio.

Alexandre Marcondes.
452

Vou estar

Sempre aqui.
Esperando ou não.
Querendo uma resposta.
Buscando uma nova forma de me ver sentir poeta.
Em paz com o mundo.
Isso é uma constante em minha vida.
Sem julgar.
Sem destratar, apenas estando aqui.
Especialmente por esse amor.
Sempre por conta das emoções que sempre são verdadeiras.
Deixar que o mundo dissesse o que devo ou não fazer jamais.
Nem mesmo minha família me diz o que é certo ou errado.
Não vou estar distante.
Nem vou estar certo das condições do amanhã.
Mesmo assim não vou acordar triste, pois já estou o bastante.
Não vou estar tão farto das realizações desconhecidas, mas elas
sempre estarão em primeiro lugar na minha vida.
Poética ou poetizada.
Os idealismos das frações existentes não superam o que na vida há
de bom ou ruim.
Mais não vou fugir para dar a entender que estive errado.

Essa é uma coisa certa.

Vou estar aqui e sei estou muito mais que certo na verdade estou
passivo a tudo o que sei ser a vida ardendo e batendo em meu coração correndo
por minhas veias por estar aqui.
Vou sempre estar aqui aguardando com paciência e calma que tudo
se resolva o quanto antes.
Não é o que querem, mas é o certo a ser feito.
Estar aqui para sorrir enquanto me dizem (você deu sorte, pois na
maioria das vezes é engano).
Como se eu ainda estivesse na idade da pedra.
Como se eu não conhecesse o mundo digital ou me tratando apenas
como um miserável que não pode ter acesso ao computador.
Estarei aqui, pois sou mais que podem ver.
Pois o que não conseguiram ser em (dez anos).
Vou estar feliz ao lado de quem me entende.
Vou continuar escrevendo sobre os sentimentos.
Mais não vou sofrer por conta de comentários alheios, mas sim vou
sorrir no momento certo.
Vou cantar quando for possível.
Vou deixar de chorar nas madrugadas.

Mais ainda assim vou estar aqui amando de forma e maneira que não
vão entender.
Nem precisam, pois eu estarei feliz e isso é muito importante
para mim já que para outras não devo ser feliz.
Na verdade o meu mundo não condiz com a realidade de ninguém por
isso escrevo.
E escrevo o que outras pessoas não pensam em dizer.
Sendo assim eu vou estar aqui.
Uma vida a mais.
Outra semana.
Um segundo a mais.
Talvez não consiga sobreviver tanto tempo sem esse amor.
Ou faça desse amor o motivo de estar aqui por trinta e sete anos.
Sem contar às vidas que já foram sucedidas no meu estar aqui até
hoje.


Alexandre Marcondes.


514

No seu mundo

Quero apenas viver.
Sendo por encanto ou por amar demais.
Quero estar em seu mundo.
Onde minhas razões se fazem com as suas.
Onde possamos deixar que os sentimentos sejam nossos.
Apenas nossos.
Sem pedir permissão.
Sem fugir de responsabilidades.
Quero estar aqui.
No seu verso.
Na sua melodia simples.
No seu improviso.
No seu ser feminino.
No seu mais profundo intimo.
Sendo para você o agora.
Sentido no prazer de seu querer.
Satisfazendo os desejos.
Como chuva a molhar sua roupa.
Ainda que no seu mundo me faça ser apénas homem.
Sendo ainda diferente.
Sendo um verso.
Sendo a sua poesia.
Sendo o texto que devora com furia.
Apenas ser.
No seu mundo.
A surpresa agradavél.
O suspirar intenso.
O momento vivido de nossas mãos.
O calor a se tocar o corpo.
O movimento suave e os beijos.
O sussurrar no ouvido.
A hora em que poderei dizer te quero sempre.
Assim.
Em seu mundo.

Alexandre Marcondes.
505

Tudo aos poucos

E foi assim se aproximando de seu grande amor.
Dizendo sentir seu coração bater forte.
Mas se fez a pergunta "será que é de mais"?
Então ouviu seu coração.
Quis amar por outro segundo.
E disse.
Quero tudo aos poucos.
Todo o pouco que me deres será muito pelo amor que lhe tenho.
Sentiu-se desprendida das forças de um segredo que guardará.
E se fez ser mulher livre de tudo.
Para o pouco que precisava.
Então abraçou seu amado e ficou.
Sendo assim do pouco, muito, pouco ou quase nada.

Pensou em chorar.
Quis ter algumas lagrimas, mas não teve tempo, pois estava a amar com forças.
E tudo aos poucos ela teve.
E quando deitou apenas sorriu.
Olhou para o teto de seu quarto e pensou para consigo mesma.
"Será que um dia vai ser assim"?

Tudo aos poucos.

Alexandre Marcondes.
422

Tarde da noite



Ainda não existia escuridão.
Nem o vento gelado soprava.
Mais mesmo assim permanecíamosdistantes.
Sem muito a dizer.
Sem poder ser o que gostaríamos.
Na vida que segue dia-após-dia.
Outrora foi a minha inspiração.
Hoje um vazio apenas.
Sem medo de tudo o que venha a acontecer.
Mesmo assim não era noite por completo.

Nem havia silêncio repentino.
Poucas vezes naquela patética tarde nos falamos nada era como antes.
Nem voltaria a ser em nossas vidas.
Na sua outro pode se fizer, mas em mim nada vai ser igual.
Fiz com que tudo terminasse assim.
Sem por que.
Sem uma razão certa.
Mais naquela quase que noite quis ter você outra vez e então ter a certeza de que não me amava.
Onde fui deixar meus sentimentos de amor
me levar?
Porque nada é da forma simples?
Mesmo sendo para um amar.
"Não estava escuro quando você partiu e sem muito querer falar disse apenas ' até amanhã".
Mais eu não queria responder.
Não sei se era fracasso.
Mesmo assim ainda estava parcialmente claro.
No seu modo de ser percebia uma linda amizade, mas não sei se isso me seria o bastante.
Ainda sendo apaixonado.
Naquela tarde onde já se passavam horas que via eu te admirei novamente.
Por ansiedade passei mal.
Por vontade fui para longe de ti.
E continuamos a rotina até porque não sei mais o que sou na sua vida.
Você diz que me entende, mas não quer entender o porquê desse amor.
Parece estar escondendo algo.
Mesmo assim te respeito muito e sabe do que sou capaz sendo um romancista.
Ou algo assim.
Gostaria de algo mais.
Gostaria de ter mais um pouco dessa triste tarde ao alvorecer para conseguir te amar.
De sentar e conversar sobre tudo o que sinto, mas não da sei que não quer me ouvir por medo de amar.
Por medo de sentir o que agora já a escurecer possa acontecer.
Mesmo assim não desisto.
Sei desse amor o quanto você sabe da escuridão que se aproxima.
Fim desta tarde que foi certa para amá-lo.
Se fez mais complicado o existir em ti.
Agora que a noite te faz de mim se despedir, mesmo eu querendo que fique.
Não vai ser possível deixar outro alguém a me amar como te amo.
Nem seguir um sonho que não vai se realizar.
Mesmo que por você eu continue a lutar, sem possibilidades, sem esperança, sem um beijou ter conquistado.
Mais tudo bem.
Só não entendo que noite é essa tão repleta de sentimentos que não valem a pena ter ou sentilo.

Você apenas quer deixar de me sentir mesmo sabendo que perto de ti estou.
Na ilusão de seu pensar me fiz.
No devaneio de seus sentimentos me tornei delírios.
Uma camisa de forças para prender este louco que chora nas tardes noites sofrendo por um amor que não tem.
Um louco de pedra, madeira e plástico.
Mesmo assim naquela tarde na noite você se fez calma ao ouvir minha voz e quis um instante estar perto.
Quando disse o seu nome, seu corpo tremeu como se estivesse no meio de um terremoto, mas era apenas outra tarde na noite em que tentei estar perto de seu amor.


Alexandre Marcondes.
460

Escondida

Ainda se escondendo você esteve perto.
Sorriu mais uma vez.
Não quis dizer-lhe nada naquele momento, mas te admirei.
Seus cabelos soltos brilhavam com a luz do sol.
Seu olhar não era diferente.
Não tão longe me falava.
E mesmo perto outros não ouviam.
Seus segredos permaneceram.
E as palavras trocadas eram bem mais intimas.
Mais não te vi chorar.
Nem te vi entristecer.
Sua respiração era o mais doce naquele lugar.
Fundo assim você o fez.

Respirou como se fosse a ultima vez.
Foi tudo lindo.
E você então sorriu.
Querendo um algo mais de minhas palavras e lhe disse "te amo".
Você sorriu e indagou.
Porque brincar de amar se não podemos ser o que queremos?
Eu não quero que me ame.
Nem quero que sofra, mas continuar aqui.
Mesmo que por mais algumas horas.
Se for possível?
Se você realmente conseguir me entender?
Mesmo ali ao meu lado com tudo o que havia dito você se escondia.
Não de mim, mas das suas duvidas do passado.
Do medo existente sem ter um por que.
Das motivações que faziam "me dizer" "pare".
Mesmo assim ficou feliz.
Sorriu por nada.
Mesmo tendo muito a seu favor.
Quis não estar ali tão perto e fugir.

Não do que era, mas do mundo todo o seu volta.
Das palavras sem começo.
Assim = amo ou modo.
E continuar neste ritmo desorganizado de se sentir.
Tentou até odiar-me por tudo o que acontecia.
Mais em sua linda face uma brisa lhe tocou também em minha e você quis gritar.
Mais não por dor, mas por saber que ali acontecia algo nos entre.
Novamente olhou para mim e pensou no saber que ficará escondido.
Nem lógica havia.
Nem uma pequena duvida se mostrava.
Mais continuei a te conhecer sem pressa e sem medo do que seria.
Você tão bela e próxima.
Concordando com as observações que fazia.
Em alguns momentos apenas sorria, mas com muito gosto e satisfação.
O que era certo se concluiu.
E o errado desapareceu.
Por tudo e por quase nada.
Nem no seu momento de silêncio você se fez calar.
Sussurrava em minha orelha.
Depois classificou o verbo como adjetivo.
Sendo nas pronuncias desiguais do existir.
Quis mais que o sensato.
Ainda não me compreendendo.
Raridades de conversas dialogadas.
Pequenas ocasiões a serem pronunciadas.
Tendo o entender de cada singularidade a abusiva de complexo amoroso.
Relatou os diversos modos de
entendimento da forma apocalíptica de se defender o mundo com a paz universal.
Não do individuo, mas das criaturas.
Assim escondida do pouco querer estava mesmo ao meu lado.

Ainda tão perto.
O que dizia não era igual.
Nem se fez copiar de outro alguém, mas ainda parecia com a morte inspirada de grandes soluções sem sentido.
Não se fez calar a voz do seu lindo entender que estando ou não escondida ainda era linda.
No mais tardar de uma nova aurora de
tempos vazios seus lábios nada pronunciou, mas o corpo o fez..
Ali ao meu lado inquieto no permanecer de suas idealizações para comigo.
Segundo a segundo a falar.
A mostrar novos foras de chegar a um não
amar, mas ter uma companhia que lhe fizesse bem.
Ainda escondida.
Escondida.

Dos planos alheios.
Menos de mim o seu querer.
Não quando conversávamos e sorriamos.
Mesmo por te amar.
Sem um motivo que tivesse sentido.
Você bela em todo o seu charme de mulher.
Sendo mais e menos que outras.
Sendo igual só no falar comigo.
Ou em seguir sofrendo com tudo o que podia ou não sentir.
Tão especial.
Tão quieta às vezes.

Escondida apenas.
Com um olhar doce falava-me.
Sem ter do que se esconder.
Sem ter por que sentir algo além da amizade.
Remota e sincera.
Quando não gostava seu permanecer ao meu lado.
Disse que poderia mudar se quisesse, mas não era a hora.
Que o amo-te que lhe disse serviria de inspiração para continuar falando comigo por dias intermináveis.
Mais não naquele dia.
Perdi-te outra vez para o seu ego.
Que não condiz com a sua realidade, mas te faz bem e te protege do que não quer ter.
Então escondida permanece até um novo dia.
Assim escondida quem sabe?

Alexandre Marcondes.
518

Duas ocasiões

Duas ocasiões.

Para mudar o simples.
Para não querer estar contigo.
Onde o não querer é maior.
Mais sendo em você todo o tempo.
Por ser apenas um apaixonado.
Duas ou mais.
Para que nesta noite encontremos a liberdade.
E nesta possamos celebrar o sentimento.
Para que o sentido de nos dar não se acabe.
Que tal existir nos mostre o quanto sentimos.
O quanto somos gratos por essa existência.
Simples e em nosso sentir.
Que a vida não destruiu.
Onde meu querer se faz no seu pensar.
Apenas duas ocasiões.

Sem as duvidas.
Sem deixar de sorrir.
No amor único e presente.
Cantando.
Sendo.
Existindo no momento.
Na oportunidade vivendo.
Duas.
Ocasiões.
Duas almas a brindar nesta noite.
Encontremos o seguir.
Sem a tristeza.
Amantes.
Companheiros.
Eternos.
Comigo e sendo os dois em duas ocasiões.
Para enxergar as possibilidades eternas.
Ou o amar de sentir mais que a paixão.
Pensando no que segue.
Das ocasiões mais certas o seu sentimento em mim se realiza.
Essa é a verdade costumeira de nossas vidas eternas.
Eternas por que sabemos o que vamos viver e ser.
Passadas.
E representadas nas duas ocasiões.

No simples.
No mundo que pertence a este momento mágico.
Sinto o que se faz preciso.
O que se faz em ti.
Na segunda intenção.
Talvez na primeira.
Nas atuais formas de estar e não esquecer.
Em partes.
Em fragmentos.
Em tudo o que há para ser vivido.
Não deixar para outrora.
Nem esperar que o tempo melhore.

Dar-nos nas duas ocasiões que fazem o nosso querer.
Minha garota a que nada deixa passar despercebido.
Minha razão nas duas ocasiões vivendo.
Das palavras emotivas.
Em nossas ocasiões a sensibilidade de cada lagrima no cair da noite.
Na natureza de seu sorrir outra virtude no pensar.
E se nada deixa de ser o momento não amadurece e se forma especial na ocasião de um segundo.
Que pode ser muito pouco ou o exato.
Mesmo sem dizer o que se pode.
Nossas são as emoções vividas sem perguntar se tais serão reais por uma vida sem amar.
Duas almas.
Duas vezes em que podemos amar.
Duas noites sem sono.
Mais vivendo do orgulho e do desejo de ser-mos sempre.
O que queremos e não o que dizem que devemos ser.

Eu e você.

Nada de um mundo para nos condenar.
Duas ocasiões especiais sendo sempre assim.
Sendo no calor do sentir.
Na alegria de existir.
Tentando não ver os momentos com medo.
Não deixando o passar ser instinto do nosso ser sempre.
Mais nos formando como um nesse passar.
Preenchendo as lacunas do seguir no amor que nos temos um para com o outro.
Sempre lembrando.
Esquecer o sentimento eterno de amar não se pode.
Mais podemos fazer de conta que a simplicidade é nossa aliada e não adversária.
Que tudo o que temos se faça menos complicado e resista no calor emotivo.
Da paixão.
Do êxtase.
Do obvio.
Do sincero.
Da palavra real.
Ainda tendo o segundo em primeiro plano sem um sentir completo.

Duas ocasiões.

Sendo uma das duas o
certo para continuar.
E a outra apenas o existir sem se dar a outra forma de sentir.
Não o bastante se faz.
Não na paixão.
Ou na existência se confunda.
Mais sim no te ver sempre bela.
Não em um sonho.

Nem no sentir a distancia.
Ainda que tudo deixe de ser igual
Muito vamos viver.
Se você o quiser ao meu lado.
Somos a busca eterna de precisão a rosas.
O deixar ser sempre igual sendo na diferença de cada sentir.
O completo e o pouco representado.
O adquirido.
O falso.
O real.
O que completa.
Duas ocasiões.

No motivo do se dar ao prazer.
No sim.
No não talvez.
Mesmo não sendo certo para algumas pessoas.
As nossas palavras de amor.
O sentir-se bem.
Amar.
O falso que adquirido.
O segredo revelado.
Longe das emoções.
Duas ocasiões.
Duas razões.
Um só querer.
O de amar sempre.
Sem permitir erros.
Dando o que se tem, mas acima de tudo sendo iguais.
Por pequenos motivos.
Por varias reações.

Por todo o momento.
Nas reações que estão por vir.
Nos olhares a sere comparados.
Na respiração que completa o beijo.
Das duas ocasiões.
Que seguem o momento do prazer.
Igualdade no sempre
estar com você seja no momento intimo ou no simples se dar de corpo ao que se quer.
Uma vida que segue sem poder deixar de ser tão bela e pura.
Uma das grandes razões por nos dois sentidos.
Fragmentos do passado.
Onda gigante do que esta por vir.
Sendo real.

Sendo você minha felicidade compreendida.
O meu equilíbrio amoroso.
A razão da minha essência poética.
Sendo futuro.
Sendo obscuro esse sentir não ser tudo o que se pode.
Duas ocasiões.
Dois sentidos.
Duas oportunidades.
Sendo a vida.
Sendo o nada.
Sendo você a minha querida.
Se for o seu amado quem sabe?

Esse é o momento das duas ocasiões sentimentais a serem por nos compartilhadas sem medo.
Uma vida que se pode ter.
Um momento que podemos definir.
O talvez.
O nunca mais difícil de dizer.
Qualquer coisa estando juntos.
Mesmo no pouco que significo.
Ou no nada que dispenso.
Mais não te deixo.
Não te esqueço.
Tenho que estar em você como sinto que vive em mim.
No segundo do amanhecer.
No minuto da madrugada.

Na hora em que nos completamos a tarde.
Viver.
Se entregar.
Morrer e estar.
Varias são as formas de entender as nossas.
No silêncio ou nas duas ocasiões que estão por vir.
Sendo agora na linguagem correta.
No verbo conjugado.
Na simplicidade da canção.
Duas ocasiões.
As únicas.
As mais belas.

Que tenhamos essas duas.
Que sejam varias.
Sempre que o pouco se fizer muito nas noites e dias.
Que tudo continue sendo.
Para o bem e para o amor.
Sendo nosso.
Sendo o querer da nossa vida.
Para fazer parte única em seu sonho.
Cantando.
Seguindo.
Estando por amar.
Sofrendo sem estar.

No verso que escrevo.
No poema que não faço.
Na poesia que é lírica ou sei lá como chamar.
De um verbo ao verso.
Da rima ao acaso das palavras.
De você estar sempre.
De mim algo que se faz por ter que escrever sentindo.
Não é pouco o sentir.
Tentar entender satisfatório se torna.
Mesmo agora no medo do não haver um amanhã, na impaciência de ter que esperar.

No conforto que não chega.
E em um sorrir que
faz bem ao sentir que esta sendo realizado um momento que único se torna.
O momento tão especial que se torna inesquecível por anos.
Nas pequenas razões.
Nos olhos que brilham de felicidade.
Na boca que com sede se faz inquieta.
Entender é motivador para a relação entre homem e mulher.
Entre o igual e o diferente.
Mais ainda sendo
especiais aos olhos do coração que não para de bater enquanto as duas ocasiões
se mostram reais.
Esse é o sentido do errado que não se tem.
Duas ocasiões em viver por você.
Duas razões para existir em ti.

E por que não duas vezes a mais para ser o que tanto quer que eu seja.
Sendo em você.
As duas ocasiões importantes de o nosso nos dar-mos sem medo de sorrir.
Sem ter o que no impedir de viver.
Apenas eu e você sobrepondo nossas duas ocasiões de vida.
Amando.
Sendo.
Existindo mesmo que de qualquer forma ou maneira.

Levando em consideração este amor que por ti tende a aumentar sem um momento para deixar
de ser gigantesco em meu peito.
Quando sonhar comigo.
Ou quando passar a me entender.
No sorriso que vai e volta.
Nesta proximidade existente.
Não deixe de pensar nas possíveis razões de me sentir.
Ainda que não me veja.
Podemos nos sentir.
Na primeira.
Quem sabe na segunda.
Ou nas duas ocasiões que seguem nossos batimentos cardíacos.
Uma sensação sem por que.
Um simples limite que não respeitamos.
Das muitas sensações uma.
E de um pensar o que se faz em ti.
Mais ainda sendo para uma vida inteira.
Talvez apenas por uma metade.

Por conta de um olhar.
Por pouco a se saber.
Então estamos no caminho.
Estamos seguindo nossas razões.
Estamos vivendo o nosso querer.
Nas duas ocasiões.
Nos pontos de vista que se cumprem.

É igual o seu senti
E se faz presente sempre.
De tudo o que existe nas duas pessoas.
Colocando-me como uma das.
Nada serei.
Nem pensarei se não acontecer entre nos dois e nossas duas ocasiões.
É um amar.
É também o nosso sentir.
Não só agora, mas enquanto houver tempo e oportunidade.
Sentidos que se aglomeram no intimo.
Uma misteriosa forma de conquista.
Fundamental.
Especial.
Permitida.
Calma.

Pensada.
Querida.
Talvez realizada neste momento.
Diversificada no teor.
Ainda sendo nova.
Viveremos.
Esta é a nossa vida.
Seremos nas duas ocasiões passionais de um ter tido.
De o nada ter sido restrito.
Nem no prazer.
Nem no dizer que talvez tenhamos motivos.
Hoje um pouco mais que antes.
Se quiser mais de mim.
Sei que posso ser.

Se as suas emoções
te dominarem que bom assim teremos muito mais que as nossas noites, mas teremos
o que realmente nos completa.
Na hora que for de nossa vontade.
E no segundo de que tudo podemos ter.
Do medo nada guardo.
De a realidade o sentir-te em meus braços.
Agora e não depois de tudo ter terminado.
Somos uma vida.
Seremos sempre.
No amar.
No deixar.
Na voz que soa como brisa suave.

Sem um lindo por do sol ainda existiremos.
No quanto sentir-mos este salutar de loucura inerte por que somos nessa nossa razão.
E estarei aqui quando adormecer.
Também no dia de tristezas.
Nas suas lagrimas.
No seu encanto que fascina.
Muito além do seu querer.
Mais vivo neste seu prazer.
Na sensualidade que transborda de seus lindos lábios.

Na razão.
Na exatidão de tudo o que podemos ser.
Sem esquecer o quanto amamos.
Deixando a vaidade de lado.
Apenas sendo.
Quero te fazer poemas e poesias.
Quero ser mais que essas duas ocasiões em sua vida.
Não por ser homem.
Mais por ser em um amor que nos completa.
Que nos favorece.
Sempre.
Querendo o util.
O agradável e especial.
Na musica.

No relacionamento que não queriam.
Mais espero continuar a ser.
Em cada gota de chuva.
Em cada raio de sol.
Nas rosas que venha a lhe dar.
No beijo carinhoso.
No te seduzir e sentir que você gosta disso.

Tão bem é esse estar que nem me importo com a saudade.
Talvez se houver dor.
Ou se houver o adeus.
Mais me sinto ótimo.
Principalmente agora.
Sendo para você a escrita em paginas e não apenas em uma linha.
Sendo o infinito do muito que posso pensar.
Agora que te amo mais ainda.
Apesar de ter sentido isso por vários anos.
Nestas duas ocasiões tudo se faz mais real e convincente.
Por isso me entende.

E sendo assim me faz ser o poema.
O verso.
O seu calor único.
Mesmo sendo inverno.
Mesmo não sendo tudo o que pensou em ler um dia.
Hoje lê e se faz emocionar a cada linha que com calma seus lindos olhos percorrem.
Disseram-me que é cedo.
Sei que pode ser.
Mais o coração acha que a hora é essa por isso deixo acontecer.
Esse amor.
Esse viver.
Esse crescer nas suas razões simples e de muito carinho.
Por quanto tempo?
Bom isso fica difícil dizer, pois o amor não para e assim sou eu o seu poeta incansável.

Tanto no estar.
Como no vencer barreiras que me levam até você.
Da minha simplicidade não reclama.
Não reclama de o meu amar.
De o meu existir quer mais.
Das palavras tudo.
E mais ainda do que posso ser nas nossas emoções.
Na madrugada.
No calor da tarde.
Em pleno amanhecer.
Eu entendo.
E sei que temos á viver duas ocasiões.
Onde seguimos um caminho.
Onde aprendemos.
Onde reconhecemos.

Desfazemos.
Surpreendemos por exatidão amorosa.
Nada passa despercebida do que sentimos.
Nem queremos que aconteça assim.
Nossos minutos são caros.
E nossa respiração ofegante.
Nem temos tempo para um algo pensar.
Mais pensamos na existência dos sentimentos que temos a dividir.
Apenas o nosso sentir e o viver destas
"Two Occasions".

Alexandre Marcondes.







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Não era em sí

Tudo o que se fazia de bom ainda era errado.
E mesmo que tentesse amar.
Mesmo que fosse belo nas suas palavras.
Era apenas um outro sem muito a ser.
Não era em sí.
Nem o mar de estrelas.
Nem o céu com ondas.
Apenas um alguém que pensava.
Se encantava com o brilho no olhar de algumas tantas mulheres.
Mais ainda assim nada sentia.
Sendo este não dizer apenas por não querer.
Muito se falava.
Muito se via.
E nada era de fato.
Sonhos comuns.
Realidades diferentes.
E a certeza de que não era.
Nem no maior de seus sonhos.
Ou no menor de seus desejos.
Apenas calado.
Olhando a menina de rosa.
Vendo os casais bragarem.
Sentindo-se um.
Mesmo vazio de palavras ditas.
Mais completo no que escrevia.
Sendo desta forma não era em sí.
O poeta de renome.
O trvador de sentimentos.
Apenas um amigo.
O que escrevia sempre.
O que chorava sempre.
O que lia sempre.
E o que não sorria sempre.
Pois lhe faltava algo.
Um amor que há tempos ja se perdia de vista.
Nem o som da chuva era bom.
Ou o calor de secar a garganta era de todo ruim.
E ele não era em sí.
Mais fazia sentido não ser.
Fazia todo o sentido não ter um amor.
Para que amor?
Ele sabia inventar suas paixões.
E os seus prazeres estavam sempre a disposição.
Bebia e comia sem dar gastos.
Mais felicidade não havia.
E chorava em quase todas as noites mesmo em silêncio ele fazia.
Suas madrugadas eram eternas, pois ele as criava assim.
Não era em sí o bom garoto de alta classe social.
Mais onde residia era alguém.
Mais não era em sí.

Alexandre Marcondes.
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