Criado no ambiente urbano da metrópole paulistana, sou considerado um membro divergente em meio a normalidade que me cerca. Atualmente, sigo rumos alternativos para ter diversas experiências e contemplações diante dos aspectos vivenciáveis que essa existência me proporciona.
A ternura dos nossos corpos se envolve livremente Num compasso intenso. Preenchendo, os campos inabitáveis das emoções que sentimos Acima dos toques de prazer concedidos Onde o desejo toma-nos conta.
E os aspectos do momento proposto, Torna-se um deleite imutável. Diante das vistas cansadas que obtivemos, Entre as orientações defeituosas adquiridas Para eternizar esse instante; Alocado dentro de nós.
Tendo a objetividade de dissipar, a dor que construímos Durante as relações conturbadas, Sobre o efeito de um mero gesto de afeto Delineando estes corpos envolvidos.
Na diversidade sensitiva dos beijos e carícias conforme o tempo, Estende-se mediante aos sentimentos tímidos o qual depositamos Nesse evento repleto de satisfações, Numa eficácia de prazer contido entre tantas desventuras.
Onde uma simples formação de fisionomias difundidas Se caracterizou para suscitar os sentimentos perdidos, Nas desilusões inteiramente dedicadas a uma frustração já vivida Perante as transformações que adqurirmos.
E o que mais quero nesse instante, É simplesmente esquecer, dos acontecimentos ruins Existentes nos hemisférios atuais da minh'alma. A fim de mergulhar nos teus braços, Pedindo o abrigo necessário Do qual não tive a oportunidade de criar convivência.
Devido as instabilidades, a qual ronda esse conjunto de trejeitos errôneos Diante da temporalidade; Que renova amplamente essa conexão de deslizes, Mergulhando na intensidade apreendida. Dentre a projeção das óticas que usufruímos Quando olhamos pela primeira vez um para o outro.
Não tenho muito para dizer. Só sei, que as vanglórias nunca fizeram parte da minha essencialidade e convivo com a dor da mudança árdua e os conflitos intensos dentro de mim. Para conceber um ato de insanidade em meio a solidão.
Criado no ambiente urbano da metrópole paulistana, sou considerado um membro divergente em meio a normalidade que me cerca. Atualmente, sigo rumos alternativos para ter diversas experiências e contemplações diante dos aspectos vivenciáveis que essa existência me proporciona. E não sei ao certo, se isso irá me destinar novas ações e concepções ante a cada dilema e erro que cometi. Entretanto, prossigo na sombra sem ter a confiança íntima no que nisso pode resultar no final. [email protected]
A pluralidade de convencimentos desta obscuridade, Ofusca o pensamento centrado na liberdade. Já que vivenciamos a prisão de convicções que não nos pertence Para enfim, deixar uma fértil colocação de destrutivas concepções.
Onde são idealizadas nesta consciência ingênua, Que se modifica, dando espaço a insana postura leviana em visões de obsessão. Em meio a uma competitividade sem a objetividade, Pautada em conceitos concretos Levando a fantasia ao patamar que convivemos.
Capacitando a cada dia a intensidade de obtermos o tudo, E no mesmo instante, Ficarmos apenas com o nada. No qual representa a conexão inédita deste imeadistismo planejado, Alimentado pelo acaso, E conduzindo um prosseguimento de quesitos, Que esta luta incessante nos proporciona em vão Uma legitimidade corruptível.
E continuando na intuição desses pensamentos A natureza deste fruto de reflexões, Reflete-se, na atribuição nublada dos céus. Da qual conduzem Um instante de agremiações frutíferas a noss'alma.
Estando estas suposições onde as cito, Debaixo de uma oculta cavidade inexpressiva aos olhos de quem a vê fisicamente. Pois o ócio nos consome Dando a entender, a frustração recorrente que esses aspectos criam aos seres Num espaço de curta vivência.
Haja vista que ele não existe, E portanto é descoberto nas frequências relativas que emitimos. Dentre o hemisfério ao qual somos inseridos, A fim de evitar, as tormentas que podem ocorrer.
Mas olvidamos donde queremos estar, E isso motiva os conflitos inesperados. Que surgem para provar a integridade que reunimos, Conforme as táticas experimentais que temos em vista Após obtermos este costume de embates corriqueiros. Reiterando um símbolo Tornando-se a marca vital, para os próximos príncipios que estão por vir Sendo caracterizada, como a evolução heróica em meio ao temor perverso. São Paulo - SP 12/04/2019.
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EMBATE ACERCA DA SOLIDÃO
Estou numa plena exaustão, No qual consome a resistência, que me idealizou nesta representação. Onde a corrida pelo ouro, Está dentre as questões materiais nesse cotidiano ruinoso. Deixando-se levar na falsa sensação de regozijo, Que severamente nos constitui.
Criando elementos viventes, sobre a evolução da frieza desenfreada À partir das tendenciosas questões de interesses. Que num compasso infeliz ultrapassa a essência única de cada ser Com o intuito de conceber efeitos materialistas, Em uma simplicidade tão singela.
Avistada nas faces esculpidas, Perante, ao conjunto infindável de experiências. Na qual designa os variados desfechos selados, Pelas lições aprendidas. Que se apresentam a fim de acarretar uma atribuição O qual engradece os elementos envolvidos, Nas suas execuções de experimentação.
Resumindo-se numa sobrevivência constante, sobre a normalidade Envolvida em ideias irresolutas que tento defender, Caracterizando o silêncio. Visto que eu sou condicionado a ficar calado, A fim de omitir aquilo que poderia expressar. Fazendo disto, a solidão melancólica Ao qual eternizo Em meio aos alicerces daquilo que ainda possuo como essência.
São Paulo - SP 10/07/2020.
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A FRESTA NA JANELA
Numa delicadeza tênue é decomposta o reflexo que molda este prisma, O qual me atormenta com os seus devaneios sitiado na sua crista. Não conheço a procedência de quando ele eclode e me fenece, Porém sei que estou contido em grilhões que me afasta de um escape breve.
Envolvo-me neste declive, ao qual despoja o sangue ferroso em minhas mãos. Abandonando em descrédito, A repartição contextual deste íntimo genioso; Para incitar a divagação arbitrária deste momento que me rege.
Mas, cultivo a consciência de que este ímpeto advém das tormentas Imergindo o estímulo existente a qual atrai a mortalha que feriu-me, No qual surgiu o rompimento intolerante da perpetuidade.
Tornando-se uma alegoria oscilante da tristeza, Onde debruço no levante desse pélago - Sendo esta a imensidão de águas que habita a minh'alma rude.
São Paulo - SP 07/08/2020.
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A GENUINIDADE DO AMOR REAL
Existe a probabilidade de avistarmos um amor verdadeiro em nossas vidas? Ao meu ver, acredito que sim. Mas pensando bem, não é possível termos o direito de dizer eu te amo a alguém demasiadamente Sem perdoá-la inúmeras vezes pelos seus erros, Como uma forma de entrega.
Já que amar com veracidade é consentir a remissão, Numa forma recorrente, com o intuito de perpetuar esse zelo Tendo em vista que somos falhos. E a perfeição, é um atributo que não está em nosso alcance Ora, sempre iremos cair e deixar o pecado nos consumir diversas vezes.
Portanto, quando liberamos o desígnio amável que nos completa ao ser que amamos Do mesmo modo, devemos ceder a absolvição em momentos de desacerto Então perceberemos que amar é distinto de obter uma admiração, Pois nesse caso, somente é enfatizado o bem-estar de ter a presença daquela pessoa ao seu lado.
No entanto, o afeto verídico parte do instante de quando não é viável oferecer algo em troca desse sentimento. Motivando uma forma de reconstruir um fragmento que encontra-se descuidado, Caído ao chão, sem ter a chance de se levantar tendo a sua própria sustentação E deixada desapercebida diante dos olhos carnais levando insultos e menosprezo.
Mas mesmo assim, há alguém que poderá estender-lhe a mão E com cuidado, expressar que a perdoa e a ama Fortalecendo a união através da benevolência, Conduzindo assim, o encaminhamento duma sinergia singular ao qual não será abalada.
Digo isto, para deixar-vos a ressalva desse poder que foi concedido a nós Sendo o formato mais sublime de conceber o amor; Considerando que esse fruto de benquerença, Ultrapassa todas as fúrias e índoles supérfluas do ser humano.
Formando-se um elo infindável, Na qual torna-se a sensitividade mais poderosa do universo. Valendo a pena exercitá-la a fim de transcender, Rumo a este estímulo fidedigno; Coexistindo em noss'alma e nos transformando infinitos.
São Paulo - SP 03/06/2020.
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CONJUNTO VARIANTE DA EXISTÊNCIA
Considero-me um ator novato com a carência de palco e platéia, trazendo a cada ato executado um contexto de recentes ilusões. E do pouco que sei desta vida apresento leigas lições, numa atuação nobre de escárnio de um bufão privado a infelicidade.
E observo daqui, o findar de um dia no ócio de acontecimentos danosos e no mesmo instante me levanto, a fim de abrir a janela sobre uma ação de repúdio Apreciando a placidez da lua num reconforto d'alma, onde a solidão decifra a materialidade em períodos modernos de vida.
Começo a olvidar os prelúdios da dor em meio as cicatrizes que o tempo evidencia, Somente pago os meus tributos ao mecanismo que controla os meus passos; apesar disto, ainda ando sendo cobrado pelos sonhos que idealizei sem conclusão alguma.
Sou o andarilho das intempéries que transpõe as incertezas, Mas deixo ao céu deste momento efêmero a minha declaração final: o prosseguimento da profissão dos meus dias, como um rito de bravura.
São Paulo - SP 05/02/2020.
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A ARTE DE OMITIR-SE
Conscientemente, o ato de se exonerar Sempre sobrevirá de um estado que convém ao esgotamento. E somente o exílio, pode ser o refúgio para que esse revés possa ter uma ação retroativa Dando alguns instantes de calmaria em meio ao mal que lhe é provocado.
Por isto, é necessário ser franco Quando testemunhamos a execução dessa real situação, ante aos nossos olhos Numa conformidade de fluidez. E pode ser que esta casualidade, seja a única oportunidade de nos encontrarmos Entre tantos ideais colocados num requinte de consolo.
Possuímos um elo que é inquebrável, Fazendo uma conexão com o que temos a pensar, sentir e observar Visto que é algo deslumbrante descobrir essas características, No entanto, quando isso se decai acerca da solidão, tomamos um choque deveras considerável Tendo alguns resquícios de dramaticidade no primeiro momento.
Desse modo, é preciso que essa sensação seja experimentada Pois, é o contato mais íntimo no qual é atribuído as conceituais inverdades Apresentadas em raciocínios que culpa-nos de um estágio de introversão, No intuito, de agravar uma ocorrência de recesso à frente de contratempos hiperbólicos Entre uma alma aflita e a sua comoção arrebatadora.
E quando isso vier a ocorrer, Será transcrito recomeços nobres, da qual trouxe frutos resilientes num contexto de perdição Retirada da conveniência solitária de percepções singelas, Encobertas por camadas de ódio e fel em circunstâncias de desesperança.
Em síntese este é o desfecho que deveríamos compreender, Só que o tempo nos ensina, que é oportuno esse conhecimento ser usufruído gradualmente. Afinal, nascemos e morreremos sós não é mesmo? E a condição irrefutável dessa pergunta, me traz a mente que fazemos isso todos os dias Uma vez que sobreviemos de uma constante mudança solene, Através dos impasses que criamos.
São Paulo - SP 27/05/2020.
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RESSALVAS AO EXÍCIO
Prefiro obter o meu fenecimento, semelhante a este dia displicente: ao qual apresentou-me um clima irresoluto, infeliz e pungente, na representação de um adormecer sutil, com este repouso brevemente neutro, tomando o meu ser sem optar por vida neste período fúnebre.
Quero ter o conhecimento de vozes que temem esta partida, rezando uma prece de salvação, para uma alma tão confusa elevando o espírito em meio ao choro que enaltece a recáida súbita, e o físico devoto a infelicidade, que possa expressar com delírios, a execução do óbito.
Anseio o luto, assim como o sossego das pétalas que caem de uma rosa negra, ou na tranquilidade dos pássaros que decoram lindamente o céu, mas tenho o ensejo de compreender, o que este dia tem me reservado em meio a outros planos, — possivelmente o descanso eterno numa bonança infinda.
E mesmo tendo estes pensamentos ainda preciso sentir a áurea da vida, já que ela se torna doce e amarga assemelhando-se ao fim: onde há de trazer a perseverança perdida, numa vivência que deverá ser emergida, sendo o segredo disto designado a nossa existência, enquanto a morte não se aproxima.
São Paulo - SP 17/04/2020.
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A VAIDADE DA VIDA
Corre a notícia, de que há uma tendência mundana ocorrendo, num disparo inerte de um rebanho sem rumo a seguir. Idealizando uma corrida ausente em premiações, Sendo a sua completude a supremacia do narcisismo.
Fazem as suas trilhas com pedras quebradiças, tendendo a fraquejar Deixando para trás, a primícia essencial por um hábito banal, liderada em atos inflamados, que logo após caem no esquecimento; Pelo simples fato, do cultivo da efemeridade em vida.
Pode ser, que isto não faça sentido, tomando-se o medo, o espaço desse temor atribuído Mesmo que o egoísmo fale mais alto nesse campeonato displicente.
E no final, tudo isto se resulta em prantos e gemidos coléricos Levado ao firmamento numa intercessão falível, pois o tempo esgotou-se e sobraram somente, as lembranças terrenas.
Sâo Paulo - SP 15/04/2020.
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DESIGNAÇÃO SUBURBANA
O pôr do sol indica o término desse período conflituoso na periferia, Onde as pipas decoram o céu alaranjado, Delineando suavemente o seu contraste. Tendo como palco a desigualdade evidente, Entre os âmbitos dessas ruas meramente tristonhas.
Aspectos que poucos indicam, Dando-se a vivência o procedimento volátil de suas revoltas enraizadas. Haja vista que os talentos se perdem através da ausência de auxílio, Se aplicando ao mal intensivo, o qual é a única escapatória de sobrevivência Diante de tempos adversos em meio a repressões constantes.
Sinta-se intimidado a conferir o lado esquecido desta cidade, No qual, jornaleiros e serviçais trabalham constantemente Num formato de feudalismo moderno. Culminando ao suserano o papel extremo de condenar vorazmente, A quem se opor a transpassar as suas regras; Banalizando a existência dos seus vassalos E os extinguindo dos exercícios da felicidade efêmera.
Aqui todos somos distintos em bolhas limitadas, A qual são contidas numa mesma frequência de alienação. Para que não exploda, causando motins artísticos que desmistificam as prisões internas. Nesta inquisição longínqua nos enredos periféricos. Sendo a infeliz síntese dos sonhos soterrados, E das novas diretrizes, que nascem desta terra Gerando seres convictos de suas raízes, Combatendo este mal febril que os cercam.
São Paulo - SP 20/03/2020.
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A SINGELA PRECE
Humilho-me ao desconhecido, Pedindo a um Ser superior, graça e perdão Entre todos os conceitos já indeferidos, que se ocultam a cada aspecto da minh'alma errante As incoerências dessa vida levam-me a acreditar de que tudo é vaidade, E uma superficial corrida atrás do vento, Onde as perspectivas se tornam nulas no leito mortal.
Contudo, prossigo nesta prece mesmo sem merecer compreensão em troca, Pois é a partir da insistência que o milagre poderá surgir Mas, a quem devo recorrer? Qual o modo de conduta que posso reunir nessa petição? Somente devo reaprender com as experiências das minhas incoerências.
Concebendo o brilho de uma luz iniciante, que ainda traz consigo traços de exaustão E ouvirei uma voz amena que acalmará o meu coração, Num acaso inesperado, que outrora me trará regozijo e a recapitulação dos embates enfrentados Sendo esta uma forma vitoriosa de me tornar vencedor em meio a tantas derrotas.
O qual deve ser comemorada, Tornando-se o preço, de um guerreiro abatido Que não desistiu da sua grande luta interior; E apenas se reergueu a cada passo infalso, Fortificando-se sobre a essência de seus objetivos.
Caramba assim fico sem reação! Agradeço muito pelo teu comentário, e não só por isso! Mas também pelo seu carinho e afago, que do seu modo tão singular são aconchegantes ao modo mais extremo que eu posso imaginar. Muito obrigado, mesmo!
Muito obrigado pelo teu comentário meu caro, e sim, para aprendermos as lições que a vida nos oferece é necessário uma mentalidade de guerreiro a cada dia.
Logo, sou optante das evoluções diárias Fazendo-me um elemento significativo, entre os dias adversos. Tão saturados e inconsistentes, diante das suas investidas Que se tornam falhas e decadentes. Visto que, não conseguem mais intimidar Um guerreiro de razões e propósitos. profundo ,parabéns!
Gostei muito dos seus poemas, parabéns poeta! Continue nos presenteando com seu belo poetar.
Fico feliz que tenha gostado senhorita! Tudo de bom, para ti também!
Têm belas poesias, a vivência poética do cunho experimental e existencial, são magnificas! Tudo de bom, abraços e beijos!
Amo você ??
Muito obrigado pelo teu comentário meu caro, e sim, para aprendermos as lições que a vida nos oferece é necessário uma mentalidade de guerreiro a cada dia.
Logo, sou optante das evoluções diárias Fazendo-me um elemento significativo, entre os dias adversos. Tão saturados e inconsistentes, diante das suas investidas Que se tornam falhas e decadentes. Visto que, não conseguem mais intimidar Um guerreiro de razões e propósitos. profundo ,parabéns!