Champagne supernova
Champagne supernova
Out of the subject
And yet, oddly, pertinent
When revisiting a daughter,
Such an intimate sentiment,
A hole you had filling with water,
Water from the deep blue sea,
Water from a mountain spring
You can not see,
Saying welcome to thee.
Better than predictable best,
Beyond any possible guest.
May you have the best of futures
May I, departed or still subtly aloof
One ordinary, unsecured, day,
Have an opportunity to share one roof
As in a share of what we both dream
As ultimate sinking, under the stream.
As in champagne supernova,
Sometimes the cover is better
if you don't care about the weather!
Or walk without lousy greed,
At your proper paced speed.
desalento, BB
Que gostaria de escrever como se não houvesse amanhã Esse dealbar de desejos, desalento,
outras vicissitudes Que o meu silêncio é negro e devora minha loquaz natureza, Natureza Essa que grita e dá socos ensanguentados nos escritos esperadosEsses que me apoquentam, nunca nunca plasmados Pura BelezaAfrodite, Vénus, Adónis, Parvati, mulheres e homens Na encruzilhada. Na rua empecilhada, Quisera eu ser bonito, sábio e sagaz. Há um sagrado lugar para os sonhos quebrados, Há uma vontade incompleta que nos afetaEu numa Gravitational lensing, outrado cosmógico corpo Medido e reescrito, sempre renovado, cálculo diferencial, Topologia que te quero nas tuas curvas, um dia. Ademais, para lá da expectativa Há coisa da ciência certaQue é, malgré tous, em perspetiva, Uma ideia bem incerta.
The Cosmology door left ajar
Outro.
Outro micro,
Outro Linux Distro,
Another methodology to face Counsciosness, cognizant you,
Don't ask me what I actually do.
Computation complexity as a concept
To prove the general epitome of inept.
Paradoxically, ineptitude should be an unwanted attitude
And yet is arisen as a flag by
Innumerable, innumerous
Whom hide themselves behind not knowing.
Classifying the upper higher education as parasites,
Repeating how honorable,
Survival fit is selling stolen death horses
On the high slopes of the Yukon gold rush.
This as in a discourse, actually a babble
As in a sense you can get out of a scrabble.
Another.
Other verse in a Multiverse
Another stanza made a defective verse.
As I, broken bell jar, subject from afar,
In love with massive black holes
The Cosmology door left ajar
As in philosophy of Cosmology,
Big Bang Nucleosynthesis,
While dealing with some nemesis,
Grateful for the safety evolution of holes
Those problematically organic
Or those known in general as sinking
Holes.
And so goes the Universal Wave Function,
Spectacular and unexpected in its corollaries,
Wish I could find it in so many diaries!?
Uma ideia bem incerta
Que gostaria de escrever como se não houvesse amanhã
Esse dealbar de desejos, desalento,
outras vicissitudes
Que o meu silêncio é negro e devora minha loquaz natureza,
Natureza
Essa que grita e dá socos ensanguentados nos escritos esperados,
Esses que me apoquentam, nunca nunca plasmados,
Pura Beleza
Afrodite, Vénus, Adónis, Parvati, mulheres e homens
Na encruzilhada.
Na rua empecilhada,
Quisera eu ser bonito, sábio e sagaz.
Há um sagrado lugar para os sonhos quebrados,
Há uma vontade incompleta que nos afeta
Eu numa Gravitational lensing, outrado cosmógico corpo
Medido e reescrito, sempre renovado, cálculo diferencial,
Topologia que te quero nas tuas curvas, um dia.
Ademais, para lá da expectativa
Há coisa da ciência certa
Que é, malgré tous, em perspetiva,
Uma ideia bem incerta.
From the ashes of dream and desire
All of my Sorrows renewed
Into unwanted tomorrows
From the ashes of dream and desire
Into little nothings of rage, emotions dire.
How small and insignificant our auras
How delusion takes pray on us,
As Mississippi, Missouri & Bros
Breathless and clueseless,
Unstoppingly flows on us.
Atrás da cortina do tempo
Tem sido uma tarde cheia de alegria.
Orgulhosos da via do dia.
A história teve seu ponto alto,
O solstício será celebrado.
Atrás da cortina do tempo,
revisitada, cristal timbre,
guache ressecado de nós.
Faces coladas, uma mulher dança com o seu marido.
Pudera eu não ter vivido sem terem amado assim.
Fica a extensa brevidade e a cadência,
Um amor e ódio total, irrestrito e intemporal.
Palavras soltas numa tarde de primavera,
Invocação de uma época, lembranças da infância já selada.
1973: tempo de calar o ímpeto revolucionário na dor no peito de muitos,
1974: ansiedade de um povo antigo a resgatar a liberdade mais uma vez perdida.
Vejo o antes com uma nitidez que quase oculta o que há aqui.
Vejo lágrimas que escorrem livres pela cara de um pai.
Orgulhosa emoção que canta os heróis do mar, uma cidade que entoa liberdade.
Em plena guerra fria, no rescaldo do "orgulhosamente sós"
Revoluçāo prof. Marcelo Caetano já superado
Antonio de Oliveira Salazar da ponte resgatado...
Fecha o Colégio João de Deus e um casal querido,
junto com outras personagens, toma uma decisão ousada.
Uma casa portuense é desbravada em Silva Tapada.
O verão é quente em setenta e cinco.
Há Portugal erguido ou foi tudo esquecido?
Uma trupe de amigos rodeia o Colégio, um brinco,
Correligionários e dissidentes,
Da esquerda radical à direita,
Anarquistas, centralistas,
Imperialistas e socialistas.
Um lote de séuios Humanistas
Famílias. Um progresso ainda não burilado.
Esforço, dedicação.
Debita-se educação como um ministério.
Um sonho foi sonhado.
Sonharam que as pessoas se aproximassem e não mais separassem.
Ousaram batalhar a realidade, oraram para que nascesse um dia.
Invocaram a luz.
O Júlio e a Maria!
Aconteceu um dia.
Esquadros do século vinte, gente que deixou a mordaça,
Portugal que avança, linha que o destino traça,
Nós mortais vamos à feira, declaramos amor à bandeira,
temos a missa das sete, e a pia batismal,
como se o caminho existisse claro
e o amanhã se levantasse para todos por igual.
Hoje é o amanhã de ontem.
Nada mais.
A guerra desenha linhas que se unem,
na convergência de todos os futuros possíveis.
Violência como fator agregador da história.
Ainda se louva a glória em combate!
Nada mais longe do motivo que nos trouxe aqui.
Celebramos os nossos filhos como altar das nossas preces.
Brisas de fraternidade enchem nossas velas,
húmidas de respeito e entreajuda.
Que o percurso das crianças seja ascendente,
que a ideia de uma grande família seja o espelho da nossa unidade.
Obrigado meus amigos e professores que trazem competência e verdade.
Um abraço apertado a todos aos que bolinam na Nau,
Nave de Teseus de cartas revisitada,
Que se votam todos os anos renovadas.
Olho por esta janela e vejo o sal da nossa terra,
o mastro que ainda navega neste mar encapelado,
Determinou nosso fado, senda bem definida.
Por nós todos sempre querida.
Aqui na quinta do mocho hoje nos recebeu,
A senhora diretora, a melhor que Deus nos deu,
Viverá para sempre na memória das crianças no recreio
Cantando a lembramos, o peito cheio,
Sem receio de errar, sem medo de amar.
Vamos confraternizar,
não esquecer de estudar
e nunca, nunca, olvidar o Colégio Ellen Key
que desde setenta e três
Fez sempre aquilo que fez.
Ofereceu cultura e postura.
E desde a mais tenra idade foi um portuense
Bastião de respeito à liberdade.
Senhoras e senhores
Meninas e meninos
Ninguém duvida da força
De porco no espeto bem bem assado.
Quem sabe o último aqui degolado, o coitado.
Bom apetite, agradecido, um sincero obrigado.
2013/palavras não proferidas/a editar