Não pertenço
Não pertenço à vossa axiologia,
Renego os valores subtis do autoritarismo pós moderno,
E olho a vossa ineptitude com um olhar terno.
Pois eu não sou o inimigo, nem fraternal, sou amoral,
Mercurial e misantropo sem escusa.
Possa a morte...
Possa a morte nunca te parar
Tu voltarás para o enledo dele,
Eu, homenagem de passagem,
Vou desaparecer como uma
MIRAGEM.
Is such, aquilo de sonhos feitos?
As simples flores roubadas do quintal,
A pura crença de que o amor vence,
O teu sorriso, contido e incondicional,
Tudo matéria de que os sonhos são feitos,
Até os leitos sangrentos e desfeitos,
Até as facas e os teus desrespeitos.
Mindscape 78, a scape into portuguese pseudo philosofic slung...
Sete foi um dia o número de sorte para mim. Ó Fortuna!Agora é a pedra no meio do caminho, porque no meio do caminho tem uma pedra, já dizia o modernismo. Todos pensam ser modernos antes de asumir o archaism, arcaico em si mesmo. Idem para post modern ou pós modernismo, outra ilusão que a mente coletiva cria para auto sustentar a sua iniquidade inerente. Daniel Dennett, que, prima facie, ficou aquém do podcast do Prof Sean Carroll's citado, Sir Roger Penrose, em 2019, dentro do âmbito alvo, admita-se, foi uma satisfação. Suspensa, todavia, a perfunctória opinião até posterior reapreciação, com os devidos respeito à douta troca de ideias entre os prezados interlocutores. Cavaleiros Ateístas?Input/output diz-se I/O. Um urso não é objecto de prossecução jurídico penal por falta de livre arbítrio indiferenciado ou opções de escolha fornecidas pelo córtex pré frontal. Incerto o autor dessa declaração, já que é na atribuição da personalidade jurídica como titular de direitos e deveres que se fundamenta a punibilidade jurídico penal. Um aparente ser humano é julgado inimputável quando se quebra o nexo de inteligibilidade (causation or causality in philosophical "conceptuology") entre o ato e a motivação… Operada a "arrow of decision" no tal lobo pré frontal. Errado. Não sabemos o "quantum satis" dos processos cognitivos. Engatinhamos, gatinham em Portugal, posição de bípede erecto ainda não assumida. Alimentamos a Soberba com modelos em tempo real.
Enriquecemos os dados, que, um dado dia, num nano (where are you, old pal, Ängstrom?) momento, vão despoletar um explosivo
ajuste "Cambriano", no nosso entendimento desses processos neuro cognitivos sensoriais, motores, emocionais.
No fundo procuramos mais uma ferramenta de controle do mecanismos de decisão para configurar bloqueadores. Ingenuidade, só um grão de sal… Um batráquio pode ser julgado por comer um inocente inseto sem recurso a especialistas em entomologia. Basta que a sociedade erigida em poder organizado, (poupe-se Marx VS Kapitalismus) classifique aquela espécie de rã como titular de um tipo de personalidade jurídica e determine o seu encarceramento numa perspetiva de prevenção e geral, especial, de rebatraquializacão, o que seja. A questão da punibilidade como ofensas corporais ou homicídio de Golfinhos, Símios, Octopodidae, nomeadamente, relaciona-se com a sua natureza jurídica mas, igualmente, com o "Hard Problem" relativo a esses seres tão próximos de nós, usando a categoria da linguística geral, semântica, considerados "inteligentes" o que quer que essa categoria venha futuramente a agregar… Qualia. The Hard Problem. Há piscívoros, insectívoros, carnívoros, e porcos, gente ou não, que se classificam como omnívoros. Porque comem qualquer coisa até serradura. Zombie filosófico? Assim como o bem sempre acaba, o mal nem sempre dura. A corrente da filosofia Continental, em termos anglicanos, é superior em geral, mas pensadores como Dewey, discípulo de distintos autores virados para as lógicas matemáticas nas ciências do Real e a sua utilização nas Humanidades, não se podem considerar paralelos a outros continentais com Wittgenstein, ainda que apóstulos do Vien Circle...Há sempre um meta problema. Por isso meta hodos logos…Hoje vejo no Trivium e Quadrivium uma consistente coerência...E a metafísica, dizia alguém, é por vezes uma consequência de se estar mal disposto… existindo por suposto da sua etiologia.Quod abundat… incomóda. Ainda que se diga Non Nocet.Por isso em Elizabeth Bishop, Anne Sexton v. g., ou, Eu diria, em "Four Quartets" de T. S. Eliot Encontro mais pós modernismo do que neste meio de cyber autoritarismo E pythoniano Tensor Flow, (parabéns a Lex Friedman que vai além) teorias de incompletude, problemas de Siracusa onde as disciplinas se fragmentam por necessidade e conveniências e os Antigos continuam certos Enquanto nós "fractalizamos" questões num processo epistemológico que se deve rever e refletir, em busca de uma utópica meta que todavia escape ao paradoxo de Zenão de Eleia.A fase final é reflexiva e não apriorística, todavia faltosa dessa desejosa idade,Quando a ipseidade se oferece ilimitada na juventude da idade.Que nos deixe aproximar por patamares, pomares de pesquisa e consequentes ilações, das humanas aspirações.Muito a dizer haveria, e, enquanto o escrivão acompanha Paradise Lost palavra por palavra, por comparação, ser conciso, posto que impreciso, vale mais. Perdoe-se. This comment is written in the noble Portuguese 🇵🇹 language And, according to the powers that be… Would see a revised, corrected version in English and French. What a noble work is Humanity, If you have any eyes to see it.
Mindscape 78, a scape into portuguese pseudo philosofic slung...
Teu estranho amor
Só vejo brilho no teu olhar, senhora
Quando maquinas e mentes, Influencias,
Somente sinto a tua satisfação, senhora
No prazer de iludir, controlar, tuas falências e decorrencias.
Sempre quis que fosses gente,
Sempre te tratei mal,
Proporcional às tuas perfídias, ritmo sazonal,
E és incapaz de ouvir a verdade da veracidade.
Hoje és o iludir na idade,
No volume do aparelho,
No esqueci,
Não ouvi.
Eu sempre te quis e queri.
E hoje sonho em acordar
Onde realmente te esqueci,
Ó senhora que há tanto que perdi,
E o mais que me falta és tu, afogada em ódio
Inconsciente a si mesma,
Prosseguindo na mesma.
Para além de um braço,
Presa num olhar baço
Que apenas reluz na tristeza a que me conduz
Na mesquinha arte de enganar e tirar, ainda que dando,
Num espírito partido pelo génio e propósito querido.
A senhora que me quiçá me pariu,
Que nunca foi uma vaca para dar de mamar,
Que não aceita amar sem dominar,
Ainda que seja no discricionário desiderato
Eu aponto e mando, esse é o trato.
Comprou a certeza com o esforço,
E nunca nunca admite que lhe dói o torço,
Uma criança decidida numa vida conseguida.
Por quem os sinos da torre dobram.
Por quem os mendigos da Thorn tree
E os amores perfeito crescem, amolecem,
As violetas extravasam das prisões,
E os cânticos se entoam em violões.
Eu não repico nem sino, não vejo destino.
Conto e canto um entretanto,
Um que me enche de espanto,
Sem espaço para amar,
Um espanto em observar,
Na epopeica certeza do que fica para contar.
Olho e vejo, presencio, sinto frio, olho incrédulo....
Quem assim é não deveria ser, disfarçada.
Obter,
Sem qualquer favor.
Inverter para causar dôr.
Faria tudo por amor,
Mas não farei
A exigência do teu estranho amor.
Pretensa progenitora, minha querida senhora.
Poema do assassinato
A Pica do poema do caralho:
Não sei que caralho valho!
A tripla redundância,
Que caralho é esse malho
Com que foderei teus cornos, esmagarei,
Despiciênda, massa encefálica,
A segurança de que não cortareis a trança,
Nascitur enroscada,
Yodababy, pelo de Sansão.
Direito a viver para ver,
Vai pagar para ver?
Posso querer matar por razões de mero ser.
Um assassino nato, vontade de matar,
Que não me querem dar,
Como se retivessem o que vosso não é de tirar,
Simples, mente,
É Vc que tem de pegar e enterrar cremar, acimentar.
Resumo:
Quero esventar, caritidoseccionar
Sangue e morte a, assobiar
E me cago en Dios
Sei que vou viver
É belo espanto contemplar
A carnificina, tua autoria, sendo certa.
Terei que alhear em culpado alheio ,
De modo que após o indício confessar
Se encontrar
Imovel, rigor mortIs, sem lingua
Funcional, e quem a sua pode assegurar?
Um mero Onus probandi a um crimnólogo(a)
A testar, perito, testemunhos providenciar
A um Ministério público a sonhar com monólogo,
Uma abertura de sessão a fechar a questão.
O coletivo informado, a prova coerente, vamos em frente
Celeridade, processo fechado, caso julgado.
Simplesmente, como tantos no continente.
“Europe is the less.
As well as if a promontory were.
As well as if a manor of thy friend's
Or of thine own were:
Any man's death diminishes me,”
So no such cutthroats danse,
But a kind of factful romance
Waiting as a magic Lévre on my lap
To rapid and smart to be called a minor rabbit.
Although it fuchs it endlessly
Again and again, leaving half blood all over.
If I was such an evolved mamifer
Dreaming of progeny…
What the blackboard or the colors would be?