Michele Stringhini

Michele Stringhini

Autora, poetisa, compositora musical (com músicas registradas), desenhista (estilista), Empreendedora (lojas on-line), e está no último semestre do curso de LETRAS (Universidade Braz Cubas).

n. 0000-02-10, Rio Grande do Sul

Perfil
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Seção Cartas - Múltiplos Assuntos: O MEDIDOR DE REALEZA

O MEDIDOR DE REALEZA


Residente numa cidade pouco apresentável em suas estruturas arquitetônicas, parecendo uma cidade esquecida pelas autoridades, com o encanto desnutrido de poucas árvores, na beleza de alguns pássaros que nem sempre cantam à sacada da casa. Era a única visão generalizada e preconceituosa, desde que cheguei. Onde foi difícil resgatar uma visão literalmente posivita, não era pobreza, nem casebres ali se encontravam, a vista se resumia em placas coloridas com nomes que revelavam criatividade excepcional, verdadeiros centros comerciais, aquela pitada de interior ao cair da vigésima quarta do dia, pois, o mais curioso desse paradoxo é, durante o dia aquele agito intenso, mas à noite nem o som estridente de um grilo se ouvia.
Estava eu, entre os livros, entre o desejo da leitura de uma obra que me cativasse e que viesse de encontro à minha necessidade de conhecer, explorar e mastigar informações. O clima ameno era o impulsionador para esse fomentar de minha alma, essa temperatura me fazia regressar ao passado, em minha adolescência. O tempo que eu respirava Skakespeare, suas peças, comédias e tragédias. Transparecia a sensação de estar numa cabine de vidro, que a todo tempo, a qualquer instante, poderia regressar ao passado.
Ah! Apenas aqueles momentos foram notáveis e impactantes, aparentemente simplórios, com a grandeza da humildade.
Peguei-me presa a esse ato de pensar, a procura de respostas em desvendar segredos, talvez segredos diferentes do que seriam as peças chaves para o que é ser realeza. Qual realeza alguém pode conjecturar como aceitável neste mundo tão capitalista e consumista? Pois suas raízes estão mais profundas a cada dia.
Neste repertório da história da realeza..., em minha infância, apaixonada pelos contos que minha mãe propagava, fazia-me ouvir sobre príncipes e princesas, sobre bruxas e anões. Em que, parte da prosa, familiarizava a vida real, era sobre a hsitória imperial, a Inglaterra. Não querendo desmerecer a cultura de país algum, nem mesmo a minha cultura.
Pelo simples fato de ver que tudo isso era em partes realidade, que sonhar era importante, quem sonha têm objetivos, podendo alcançar a realeza.
Na antiguidadde, era constituído de realeza, aquelas nomarquias que objetivavam o interesse geral, segundo alegava o filósofo Aristóteles.
Eu vos convido a mergulhar num conceito mais intrapessoal. Vamos nos desprender daquele glamour e protocolos obrigatórios para ocupar o cargo restrito, passados de geração a geração, costume da realeza imperial.
Concepção essa, de valores morais e éticos, valores que são deixados de lado nos pequenos detalhes, em simples escolhas, escolhas rotineiras, escolhas que sempre visam o eu, comum comportamento nos tempos atuais, onde a insegurança tem sido incitada constantemente por inúmeros fatores sociais, a credibilidade vai além o "fio do bigode", que contrato assinado nem sempre é cumprido.
Para resgatar valores de realeza, sempre existiu a necessidade de querer não ser mais um esperto, ou jeitinho brasileiro; pagasse o preço para ser leal aos verdadeiros valores, que serão os degraus para um caráter de realeza.
Onde a modernidade e o avanço da tecnologia, a corrupção desde sempre (desde os primeiros homens na terra já existira a corrupção camuflada) tem sido a escusa para esconder o que nunca deveria ter caído em desuso: a gentileza, a paciência, o respeito aos mais velhos, a honestidade, a privacidade, a liberdade (não libertinagem), a civilidade - frisando o amor incondicional, entre outros fins - uma lista incalculável. Nem ouro, nem prata, nem fama, nem riqueza pode assegurar...
Assim, quando o indivíduo for educado a "S-E-R" com todas as letras maiúsculas, não abrirá mão de sua dignidade por causa de suborno moral ou financeiro.
Mediante essa premissa, resume-se ser sinônimo de realeza..., é um mistério que surge de dentro para fora, a riqueza começa introspectivamente.
Lembre-se, nem todo rico monetariamente está vivo moralmente e espiritualmente, ou vice-versa.
Meçamos essa realeza visando o princípio divino:
...tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai, (Filipenses 4.8).
A consciência avisa, a consciência fala. Há tempo para recomeçar e mudar o sentido da vida, aprender a se perdoar, restituir os lesados, portanto, os frutos (as atitudes) falam mais que mil palavras.
Sejamos intrépidos para manifestar a verdade com a essência do amor.
Amor que aprenderemos exclusivamente com Deus, quando abrimos o coração.
Esquecemo-nos de saciar o nosso eu!

Autoria: Michele Stringhini

Texto extraído do livro da autora Michele Stringhini:
"Colecionando laços e notas musicais da alma.
Miscelânea poética e pluralidade de pensamentos".
(Seção cartas - Múltiplos Assuntos).
1ª edição, ano 2016.

Ao compartilhar o conteúdo da autora, citar a autoria e a fonte.
Plágio é crime!

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Biografia
Autora, poetisa, compositora musical (com músicas registradas), desenhista (estilista), Empreendedora (lojas on-line), e está no último semestre do curso de LETRAS (Universidade Braz Cubas), como também, têm três obras literárias publicadas, está para publicar mais dois livros, um do gênero poesia e o outro do gênero não ficção. É casada com o pastor e universitário em Ciência Política, Euclevos Stringhini.

Poemas

14

(Sentimentos que dialogam) - O Amor e a Paixão

(Sentimentos que dialogam)

O Amor e a Paixão

Eis o paradoxo que alguns corações confundem,

pensando não confundir:

O que é o verdadeiro Amor?

O Amor vem de expressões?

O Amor vem de um olhar?

O Amor vem do encontro de lábios?

O Amor nutre corações comprometidos?

O Amor surge do bater secreto dos corações,

num simples cruzamento de olhares?

O Amor pode levar a fama de ser cego.

Acorde!

Muitos estão nas garras da Paixão.

A Paixão é a vilã dos tempos, a "inocente" do momento.

A Paixão joga o seu charme,

lançando sua culpa na pessoa do Amor.

O Amor é o único inculpável em toda essa trajetória
supostamente romântica.
Casos de Paixão.

O Amor ergue a sua bandeira da vitória,

Por mais que a Paixão o culpe.

"Paixão, menina tola, não leve a boa fama. Eu, Amor, sou sutil, manso e equilibrado"[1].

"Você é louca e atordoada, mata e faz loucuras em meu nome".

Eis o veredicto!

O Amor tem livre acesso, gritem em toda parte:

"Inocente!".

"Paixão, o seu próprio nome a julga: Condenada!".

"Seu veneno tem contaminado multidões, sua sentença é eterna!".

[1] O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta .(1 Coríntios 13.4,7 - ACF). Disponível em: . Acesso em: 2016.

Poesia extraída do livro da autora Michele Stringhini:
Colecionando laços e notas musicais da alma.
Miscelânea poética e pluralidade de pensamentos.
1ª edição, 2016.

Ao compartilhar ou copiar a poesia, incluir autoria e fonte.
Plágio é crime!

496

Adão e Eva

Adão e Eva[1]
Nessa prosa que vos falo.
Nova história não lhes conto.
História verídica de tanto tempo.
Fique comigo mais um pouco.
Do pó da terra foi moldado.
Deus soprou seu fôlego em algo frágil.
Ser limitado.
No paraíso foi colocado.
A todo animal do campo.
À toda ave dos céus.
À toda alma vivente.
Assim escolheu um nome a cada ser vivente.
A todo ser, macho e fêmea.
À toda criatura, a companhia perfeita.
Antes, homem de barro.
Agora, ser de alma vivente.
Inteligente e douto.
Do macaco não foi gerado.
Adão estava solitário.
O Criador o fez cair em sono pesado.
Tomou uma de suas costelas, cerrou a carne.
Da costela que tomou,
Eva nasceu.
A ajudadora idônea do homem.
Adão nesse encanto.
Recebeu essa obra-prima.
E exclamou:
"Osso dos meus ossos.
Carne da minha carne.
Esta será chamada mulher.
E do homem foi tomada".
(Ambos uma só carne).


[1] Confira na bíblia: Gênesis capítulo 2.
*
Poesia extraída do livro da autora Michele Stringhini:
Colecionando laços e notas musicais da alma.
Miscelânea poética e pluralidade de pensamentos.
1ª edição, 2016.

Ao copiar ou compartilhar a poesia, cite a fonte e a autoria.
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O MEDIDOR DE REALEZA


Residente numa cidade pouco apresentável em suas estruturas arquitetônicas, parecendo uma cidade esquecida pelas autoridades, com o encanto desnutrido de poucas árvores, na beleza de alguns pássaros que nem sempre cantam à sacada da casa. Era a única visão generalizada e preconceituosa, desde que cheguei. Onde foi difícil resgatar uma visão literalmente posivita, não era pobreza, nem casebres ali se encontravam, a vista se resumia em placas coloridas com nomes que revelavam criatividade excepcional, verdadeiros centros comerciais, aquela pitada de interior ao cair da vigésima quarta do dia, pois, o mais curioso desse paradoxo é, durante o dia aquele agito intenso, mas à noite nem o som estridente de um grilo se ouvia.
Estava eu, entre os livros, entre o desejo da leitura de uma obra que me cativasse e que viesse de encontro à minha necessidade de conhecer, explorar e mastigar informações. O clima ameno era o impulsionador para esse fomentar de minha alma, essa temperatura me fazia regressar ao passado, em minha adolescência. O tempo que eu respirava Skakespeare, suas peças, comédias e tragédias. Transparecia a sensação de estar numa cabine de vidro, que a todo tempo, a qualquer instante, poderia regressar ao passado.
Ah! Apenas aqueles momentos foram notáveis e impactantes, aparentemente simplórios, com a grandeza da humildade.
Peguei-me presa a esse ato de pensar, a procura de respostas em desvendar segredos, talvez segredos diferentes do que seriam as peças chaves para o que é ser realeza. Qual realeza alguém pode conjecturar como aceitável neste mundo tão capitalista e consumista? Pois suas raízes estão mais profundas a cada dia.
Neste repertório da história da realeza..., em minha infância, apaixonada pelos contos que minha mãe propagava, fazia-me ouvir sobre príncipes e princesas, sobre bruxas e anões. Em que, parte da prosa, familiarizava a vida real, era sobre a hsitória imperial, a Inglaterra. Não querendo desmerecer a cultura de país algum, nem mesmo a minha cultura.
Pelo simples fato de ver que tudo isso era em partes realidade, que sonhar era importante, quem sonha têm objetivos, podendo alcançar a realeza.
Na antiguidadde, era constituído de realeza, aquelas nomarquias que objetivavam o interesse geral, segundo alegava o filósofo Aristóteles.
Eu vos convido a mergulhar num conceito mais intrapessoal. Vamos nos desprender daquele glamour e protocolos obrigatórios para ocupar o cargo restrito, passados de geração a geração, costume da realeza imperial.
Concepção essa, de valores morais e éticos, valores que são deixados de lado nos pequenos detalhes, em simples escolhas, escolhas rotineiras, escolhas que sempre visam o eu, comum comportamento nos tempos atuais, onde a insegurança tem sido incitada constantemente por inúmeros fatores sociais, a credibilidade vai além o "fio do bigode", que contrato assinado nem sempre é cumprido.
Para resgatar valores de realeza, sempre existiu a necessidade de querer não ser mais um esperto, ou jeitinho brasileiro; pagasse o preço para ser leal aos verdadeiros valores, que serão os degraus para um caráter de realeza.
Onde a modernidade e o avanço da tecnologia, a corrupção desde sempre (desde os primeiros homens na terra já existira a corrupção camuflada) tem sido a escusa para esconder o que nunca deveria ter caído em desuso: a gentileza, a paciência, o respeito aos mais velhos, a honestidade, a privacidade, a liberdade (não libertinagem), a civilidade - frisando o amor incondicional, entre outros fins - uma lista incalculável. Nem ouro, nem prata, nem fama, nem riqueza pode assegurar...
Assim, quando o indivíduo for educado a "S-E-R" com todas as letras maiúsculas, não abrirá mão de sua dignidade por causa de suborno moral ou financeiro.
Mediante essa premissa, resume-se ser sinônimo de realeza..., é um mistério que surge de dentro para fora, a riqueza começa introspectivamente.
Lembre-se, nem todo rico monetariamente está vivo moralmente e espiritualmente, ou vice-versa.
Meçamos essa realeza visando o princípio divino:
...tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai, (Filipenses 4.8).
A consciência avisa, a consciência fala. Há tempo para recomeçar e mudar o sentido da vida, aprender a se perdoar, restituir os lesados, portanto, os frutos (as atitudes) falam mais que mil palavras.
Sejamos intrépidos para manifestar a verdade com a essência do amor.
Amor que aprenderemos exclusivamente com Deus, quando abrimos o coração.
Esquecemo-nos de saciar o nosso eu!

Autoria: Michele Stringhini

Texto extraído do livro da autora Michele Stringhini:
"Colecionando laços e notas musicais da alma.
Miscelânea poética e pluralidade de pensamentos".
(Seção cartas - Múltiplos Assuntos).
1ª edição, ano 2016.

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Plágio é crime!

510

Os Judas Iscariotes

Os "Judas Iscariotes"

Os "Judas Iscariotes" já beijaram nossa face
literalmente?
Os "Judas Iscariotes" já beijaram nossa face não
literalmente?

Quantos traidores nós poderíamos listar?
Seria a lista negra?
Será que eu deveria ter uma lista?

Traidor é mártir de si mesmo, do seu ato traidor.

Porém, não condenaremos os "Judas Iscariotes",
Pois cada "Judas Iscariotes" já plantou a sua semente.

O primordial é não ter a mesma natureza interior.
A natureza de um traidor da Verdade!


Poesia extraída do livro da autora Michele Stringhini:
"Colecionando laços e notas musicais da alma.
Miscelânea poética e pluralidade de pensamentos",
1ª edição, ano 2016.
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