Mtlago

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n. 1956 PT PT

Sobre mim... Ideias sem fim! Letras, palavras, frases chamadas poesias, pairam sobre mim. Ordená-las vai muito além de mim.

n. 1956-05-24, Braga

Perfil
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O AMOR QUE SINTO

O amor que sinto é como uma árvore
Criou raízes e cresceu sólido como mármore
Às vezes algumas folhas se perdem, mas se renovam
Mesmo com ventos fortes não se deslocam
É um sentimento igual à noite e o luar
Uma hora é escuridão outra luz que reflecte no mar
É o que me acorda, faz sorrir e não me deixa esquecer
Que ao cair da noite nos teus afagos vou adormecer
É algo inexplicável como as estrelas
Que mesmo muito longe consigo vê-las
Olhá-las faz-me suspirar
E até o impossível é possível encontrar
Amor, paixão é tão difícil de explicar e entender
Chegou me invadiu e nem na porta bateu
Não importa o que faça o que pense entender é impossível
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Biografia
Sobre mim... Ideias sem fim! Letras, palavras, frases chamadas poesias, pairam sobre mim. Ordená-las vai muito além de mim.


O que escrevo são sentimentos anseio que sirvam de inspiração a todos os corações.
 O que se faz com amor e dedicação é tão pleno como o universo, a poesia toca o meu coração. Sou uma apaixonada... Procuro sempre o objectivo da vida, a missão, a paixão.
Não necessito de roupas de marca, nem de frequentar lugares que não gosto, só para me integrar. Nem de me omitir para parecer popular.
Não distribuo sorrisos falsos, nem falo pelas costas.
Eu sou assim, vivo a vida do meu jeito.
Vivo com quem amo, e consigo tudo aquilo que a minha persistência me faz conseguir...

Nasceu:
24 de Maio de 1956

Natural:
Braga- Portugal 

Casada:
Arlindo Carlos Rodrigues do Lago 

Descendentes:
Elso de Amorim e Lago (filho)
Simon Ribeiro Lago (neto)
Jade Ribeiro Lago (neta)

Poemas

1

UM DIA

Um dia virá em que a minha porta permanecerá fechada em que não atenderei o telefone.

Em que não perguntarei se querem comer alguma coisa, em que não recomendarei que levem os casacos

porque a noite se adivinha fresca.

Só nos meus versos poderão encontrar a minha promessa de amor eterno.

Não chorem, eu não morri apenas me embriaguei de luz e de silêncio...

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Helder Roque

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