Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos.
Não há ilusões Não existem fantasias, Falsas esperanças. Apenas a realidade Corrompida, suja e politica, Não existe punição Apenas acordos , Mensalão. Mãos amigas Inimigas e que sufocam A nação.
Reza a lenda que quando nasceu, nos pampas chovia muito e uma trovejada em forma de versos, assustou o tal de doutor e sem querer riscou de caneta o vivente. Foi onde tudo se deu forma, mal respirava e o primeiro aroma que sentiu foi o da tinta, usada para descrever maravilhas e sonhos.
Dai por diante, tudo foi natural e aquela tinta que ficou impregnada em seu sangue, encontrou a imaginação de um guri que sonhava acordado, não deu outra, versos e histórias surgiam sem parar.
Assim o minuano se encarregou de espalhar pelo descampado esse mundo imaginário, tomando forma ao encontrar ouvidos e olhos das mais diferentes pessoas.
Entre as letras Soltas de uma oração, Um pouco de fé,amor e ilusão! Dedos cruzados Olhares marejados, Trazendo dias e levando anos... Coração morno, sorrisos largos, Buscando nos desencontros Afagos e vontade de viver.
255
Lugar algum
Alguma porta... Alguma pedra, Algum lugar! Para atravessar... Para jogar, Para visitar! Entre alguns pensamentos... Entre alguns dias e noites, Entre alguns corpos para se desejar!
296
Da felicidade
E a felicidade
Estapeou sua cara,
Somente pelo prazer
De lhe provar,
Que nunca poderia doma-la.
Tal pedaço do paraíso
Escondido por trás dos dentes,
Que serrados combinavam
Um tímido sorriso.
Continuava lá, sentado...
Há contar ás horas
Ás estações e migalhas,
Que tentava aproveitar.
Poderia ser mortal!
Ser intenso ou puro frenesi.
Á tal momento
Tudo que poderia,
Morrer ou viver...
Está ao alcance
De seus tristes olhos.
E suas mãos não desejavam,
Folhar alguma pagina, a mais sobre a vida.
Deseja o momento eterno de felicidade,
Cobiçava estar diante do paraíso.
Mas á vida...
Insistia em lhe mostrar
Que ao menos para si,
Alegria vã é acompanhada
Pelo sacrifício tolo.
E a eterna...
Por pequenos monólogos de tristeza,
Anunciando a loucura popular,
Por segundos, explorada,
De algum tipo de sorriso.
287
Na lona
Na lona
O beijo roubado,
O amor não vivido!
Sobre uma certa luz
Do sol, refletida na lua.
Na lona...
Escondido, delírio,
Sem motivo...
Para levantar,
O corpo só, estendido.
Na lona...
á navegar,
Dentro de um sonho,
No oceano de um olhar.
319
Marcas
As marcas da mão
Escondem uma vida,
Leves toques e olhares
Disfarçam o sentimento.
Passado guardado...
Na mente, subconsciente,
Como noites e dias,
Respirados de forma intensa,
Como velhos amores...
Que chegam e não guardam lugar.
De tantos sonhos antigos
O presente persiste,
Em trazer o futuro...
Carregado pelo vento.
Ao acaso das escolhas
Quem sabe outras rotas,
Para quem deseja outras bocas,
Na procura desvairada...
Respirar a vida.
271
Paginas de uma vida
Mais uma virgula Mais uma pagina, Mais uma história! Se vivem varias vidas Assim sem saber, Por meio dos livros. Se respira o impossível Torna-se real o pensamento, Indivisível, invisível e intimo.
264
Criança
Sorriu...
Quando ninguém sabia,
Contagiou com amor,
Velhos pensamentos vazios.
Fez o coração pulsar,
Quando já não havia, esperança de vida,
Ao olhar sem desejar, tocou almas para curar.
Por fim...
A criança coloriu a casa,
Com a única coisa que possuía,
Sua alegria!
301
Embriagdos
Verdades obscenas, são melhores que mentiras bêbadas. Mas o que se encontra em cada esquina, são pessoas embriagadas em seus egos, tropeçando nas próprias palavras.
270
Poesias e cronicas
Existem diversas formas de acompanhar A divulgação da poesia, cronicas e textos!
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