Poemas
22Olhos
A noite invade-me os olhos...
Que fixos no vazio, procuram
no passado um sentido
para o presente.
Veem na ronda secular
de um astro.O puro ato de
viver a plenitude de sua
própria existência.
Oh! idade nobre.
De inúmeras vivências
sabedoria alcançada.
O crepúsculo invade-me os olhos...
Que fixos no vazio,
não mais procuram no externo
mas no interno.
Veem no passado
a experiência presente.
Oh! fiel guia dos sábios.
O dia invade-me os olhos...
Que fixos no vazio, procuram
no presente um sentido
para o futuro.
Veem no transitório
aquilo que não pode ser
mudado.
Pois a morte, vem a superfície
reclamar a sua herança.
Que fixos no vazio, procuram
no passado um sentido
para o presente.
Veem na ronda secular
de um astro.O puro ato de
viver a plenitude de sua
própria existência.
Oh! idade nobre.
De inúmeras vivências
sabedoria alcançada.
O crepúsculo invade-me os olhos...
Que fixos no vazio,
não mais procuram no externo
mas no interno.
Veem no passado
a experiência presente.
Oh! fiel guia dos sábios.
O dia invade-me os olhos...
Que fixos no vazio, procuram
no presente um sentido
para o futuro.
Veem no transitório
aquilo que não pode ser
mudado.
Pois a morte, vem a superfície
reclamar a sua herança.
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Linda flor
e hoje em meu peito
só brota saudades...
na primavera
de aparência
eterna
entre as mais belas flores
do mundo inteiro
surgiu você
rebelde, solta
sem mais e sem que
invadindo e crescendo no jardim da minh'alma
perfumando o meu corpo de tantos outonos
entreguei-me num sonho
de paraíso
e juntos fizemos coisas mil
Oh! flor rebelde e solta
implacável hora da poda
esse jardineiro fiel
levou-a, para enfeitar
quem sabe o céu
e hoje em meu peito
só brota
saudades.
só brota saudades...
na primavera
de aparência
eterna
entre as mais belas flores
do mundo inteiro
surgiu você
rebelde, solta
sem mais e sem que
invadindo e crescendo no jardim da minh'alma
perfumando o meu corpo de tantos outonos
entreguei-me num sonho
de paraíso
e juntos fizemos coisas mil
Oh! flor rebelde e solta
implacável hora da poda
esse jardineiro fiel
levou-a, para enfeitar
quem sabe o céu
e hoje em meu peito
só brota
saudades.
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