estava ali sentado passos apressados vai e vem dos carros sempre no automático sem olhar pros lados no mesmo compasso sem nenhum espaço praquele segregado
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mimo
Enquanto estava no ônibus lembrei daquele menino que dizia gostar tanto de mim que um belo dia ele apareceu com um anel que lembrava um solitário. Com 10 anos não tinha a noção de como aquela simples atitude iria me marcar: até hoje guardo esse anel, e não, não o reencontrei, não sei se está bem, por onde anda, o que tem feito... Acho que guardo essa lembrança por ter sido em uma época tão colorida e cintilante
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ficção
Ele se inclinava pra falar com outras pessoas Convenientemente seu rosto fica próximo ao dela Parecia que as palavras lhe fugiam Não prestava atenção no que ele dizia Por um momento ele recuou o rosto De tal forma que tocou os lábios dela Estremeceu Ele ficou sem graça Tentou disfarçar Mas nitidamente queria lhe tomar em seus braços Parecia que não existia mais ninguém ao redor O despertador tocou: - mamãe...mamãe acorda! Foi aí que percebeu...era mais tormento sem o devido exaurimento
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humano
Enquanto o motorista esperava o sinal verde ela percebeu alguém prostrado era um senhor, provavelmente mais de 70 anos perguntou a sua mãe: - O que ele tá fazendo? - Olhando o movimento dos carros continuou: - Ele tá sozinho? - Sim, está… - Não tem ninguém pra cuidar dele? a mãe, o pai, o irmão… A mãe não acreditou na pergunta, e pediu para que repetisse, e assim ela fez - Não sei, L… Os olhos da sua mãe nesse momento se encheram mas se segurou não caiu nenhuma lágrima Lembrou-se de alguém próximo, querido, que já havia partido
Sou editor da Microeditora Press. Se tiver interesse em publicar um livro, conte com minha Editora. Tenho o mesmo pensamento desse portal maravilhosos ESCRITAS.ORG, de difundir o trabalho literário e, sobretudo, sem interesses econômicos. Parabéns pelos seus textos, por nos brindar com a poesia, a emoção. Deixo meu contato pessoal: [email protected] Estou te seguindo lá no MEDIUM também.