Nascido no Brasil, na cidade de Apucarana, estado do Paraná, em 07 de outubro de 1957.
Pai: Node de Barros Mãe: Gilda Montilha de Barros
Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade de Taubaté - UNITAU
Graduado em Biologia - Bacharelado pela Universidade de Taubaté - UNITAU
Especialização em Gerontologia pela Universidade do Vale do Paraíba - UNIVAP - São José dos Campos - SP
Mestre pelo Programa de Pósgraduação Interdisciplinar em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais da Universidade de Taubaté - SP. Área de Concentração: Contextos, Práticas Sociais e Desenvolvimento Humano.
Tese de Mestrado: ASPECTOS DA CULTURA ORGANIZACIONAL E DO ENVELHECIMENTO EM SERVIDORES PÚBLICOS DE UM INSTITUTO DE PESQUISAS
Agradeçamos a Deus, a Jesus e à Maria, por mais um ano de aprendizado.
Peçamos a Ele que tenhamos equilíbrio pacificador em nossas escolhas e que continuemos juntos com o propósito comum, o de buscarmos nossa reforma interior para nosso crescimento como centelhas divinas que somos.
Que busquemos insistentemente colocar em prática os ensinamentos que Jesus nos mostrou, mesmo com as previsíveis quedas que colheremos em decorrência de nossas ações.
Amar ao próximo como a nós mesmos, a partir do que tudo o mais de bom virá como consequência.
Não nos deixemos cegar e ouvir, o que acontece com nossos irmãos ao redor deste mundo, ainda denso e de muito sofrimento, afeta a toda Humanidade, nós inclusos, razão para que, cada um, à sua maneira e ao seu jeito, faça a sua parte para tempos melhores.
Estamos aqui de passagem, e é rápido, um vapt-vup.
O que deixaremos aqui de que possamos nos alegrar?
Não estamos juntos por acaso.
Luz, paz, amor, ternura e serenidade.
Fraterno abraço
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Almas afins...
Não estamos juntos nessa jornada por uma banalidade qualquer, há uma razão maior do que a própria compreensão.
Deixando por instantes o entendimento de lado, pois que sem importância nessa brevidade, sigamos juntos mais uma porçãozinha dessa vida.
As almas afins dão um jeito e se acham em meio a bilhões de outras.
Há um concerto em curso e somos protagonistas do início e meio desse espetáculo em que não há fim, mas um permanente recomeçar com o fechamento dos ciclos que se sucedem.
Quando nos olhamos e nos reencontramos, mesmo não lembrando do último até breve, sentimos a felicidade intensa e toda a gratidão ao Universo e ao seu Criador e nos renovamos.
Atentos aos nossos papéis, mesmo que incertezas nos cerquem em meio ao aparente caos que presenciamos nos tempos de agora, não deixemos de colocar em prática o que ensaiamos repetidas vezes.
Praticar as renúncias mesmo que pareçam impossíveis.
Alimentar a ternura que nos é implícita e compartilhá-la.
Permanecer em paz ainda que tudo pareça desfazer-se à nossa frente.
Entregar aos Cosmos a gratidão simples e discreta que nos alimenta durante essa nova oportunidade de ser e estar.
Amar ao próximo como a nós mesmos entendendo as diferenças, não odiar, não guardar mágoas e não responder às ofensas são sublimes formas de amor.
Paz, amor, ternura, carinho e serenidade.
194
Esquina lá no céu...
Olho agora para o céu de todos, reencontro nosso canto, clareado pela lua, revejo nossos olhos e expressivos silêncios, fizemos singelas promessas, acordamos todas as renúncias, mas esperançamos, nunca deixar que o amor se perdesse, mesmo que nossos caminhos nos levassem a jornadas diferentes ou quando a finitude remetesse um à frente, então, sigamos juntos mais um pouco, e, ao olhar para aquela esquina celeste, lembre-se, é onde nos reencontraremos, com o mesmo amor...
232
Tempo, corpo, mente...
O tempo não toma conhecimento do corpo, a mente, se atenta, respeita a ambos.
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Vida não se prende...
Depois de anos percebera que insistia em prender a vida, mas, ela já desvencilhada, seguira seu curso e ele, preso no passado, havia perdido muita vida e precioso tempo.
Sofrera a vida não vivida e o tempo já corrido, passado.
Sabe agora, vida não se prende, dela se apreende somente o que é concebido e internalizado.
O tempo de agora, do qual ele busca ansiosamente se apropriar, escorre pelos segundos de todos os dias.
Correndo contra o tempo dessa vida, ainda deseja conceber mais das sutilezas do que é verdadeiro, apropriando-se do que, na prática ficará, o intangível.
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Família...
Não estamos juntos por acaso.
Quando nos questionamos ou buscamos saber o que viemos fazer nesta vida, parte da resposta está em nossos lares.
Nascemos no lugar certo e não houve parada ou entrega equivocada.
As maiores tarefas desta vida devem se dar com as pessoas com as quais dividimos o mesmo teto, compartilhando alegrias, tristezas, diferenças, experimentando as saudáveis concessões e o consequente aprendizado mútuo, buscando sempre a harmonia, respeitando as individualidades.
Agradeçamos a Deus pelas bênçãos do caminho já percorrido e o que ainda nos falta.
Sabemos as razões pelas quais estamos juntos, com a bênção do esquecimento do passado, para que prevaleça o livre arbítrio individual e coletivo, prestemos atenção às sutilezas que emanam de nossas ações e de nossos olhares.
Roguemos a Deus pela família que Ele nos permitiu compartilhar, temos muito mais em comum do que já percebemos.
Luz, paz, ternura, amor e serenidade.
194
Nós e os Beija-flores...
Beija-flores bailam nos céus e nos fazem acreditar que sempre houve e sempre haverá amor e esperança, o mundo tem jeito, o que é certo é certo e, o sono, embalado pela consciência tranquila é, por si só, regenerador, nos permitindo acordar e, mesmo nos dias mais pesados, encontrarmos uma força em nosso interior, conhecida como fé, soprando em nossas mentes que não estamos sozinhos, confia e segue, siga os Beija-flores.
266
As curas que buscamos...
As curas que buscamos
nos cobram cavoucar nossos cantinhos mais íntimos, apreendendo tudo que lá está,
tateando, sentindo, escutando, e, com delicadeza,
encontrar o que, ontem, sequer ousávamos espiar,
sendo reféns das máscaras dos dias,
mas, com carinho e trabalho, as curas hão de chegar
e, então, seremos mais amor e amar.
274
Ainda sou...
Hoje, lentamente, ao buscar entender
que acordava para mais um dia,
primeiro tentei saber se apenas sonhava ou,
se fato, ainda existia,
demorados segundos de torpor,
em suspensão, entre ter sido e ainda ser,
percebo que sou,
logo agora que já concebia sido ser,
amanhã, se outro dia,
vida nova se faça, com tudo aquilo de que preciso,
pouco, e com mansidão...
328
Arte para poucos...
Elas são especialmente raras nos dias de hoje.
Não precisam de muito para saberem como estão e do que precisam aqueles que as procuram.
Jamais julgam, antes colocam-se em seus lugares, ouvindo e dedicando-lhes carinhosa atenção.
Compartilham porções preciosas de tempo.
Percebem do outro, com anuência recíproca, o seu todo, e, sem lhes tocar, apalpam seus corpos, assentindo-lhes pulsações, temperatura, humores, sabores, sorrisos e, quando das lágrimas, intuem se originadas de alegrias, medos, tristezas e toda a sorte de dores.
Não fazem apologia de perfeições ou de quaisquer certezas, pois, assumem, elas não existem.
Quem são e onde estão essas pessoas?
Se precisarem rotulá-las ou adjetivá-las chamem-nas de vocacionadas, virtuosas ou nascidas com um dom.
Espalhadas pelo mundo, sem alarde, cumprem delicada tarefa, estar com gente de todos os tipos, culturas, idades, com ou sem credos.
Lidar com seres humanos, respeitando-os, dignificando-os em suas jornadas, andando junto e construindo caminhos é uma arte para poucos.