ESQUEÇA ME 5 LGBT 18 ANOS
Jane entra no hospital cheia de sacolas e logo é interditada pelo guarda dali, mais de 20 minutos e ela o convence, saindo para o corredor em direção ao quarto do filho, parando em frente a porta com sua matula, ela bate ligeiramente esta e entra.
Ao entrar vê a cena de Leo debruçado em Carlos num beijo enquanto o filho esta com uma das mãos dentro do short do outro.
- Pelo jeito ja esta bem melhor hein.
- Dona Jane.
- Olá garotos, agora parem com isso, terão todo tempo assim que Carlos receber alta, na casa de vocês.
- Mãe.
- Olha o que eu trouxe para vocês.
Jane abre as sacolas e retira um bolo de chocolate, suco, frutas, troca de roupas, livros.
- Só você mesma.
Carlos faz menção de sentar na cama e Leo o ajuda, ele ainda sente um tanto dores devido a lavagem.
- E então, aprendeu dessa vez?
- Faço o que eu quiser.
- Olhe filho, eu não vou poder ficar vindo para o hospital toda vez que fizer suas loucuras.
- Eu não sou louco e olhe, eu te chamei aqui, sabe, veio por que é demais de enxerida.
- Me respeite Carlos.
- Vá a merda.
Leo entra no assunto e tenta aliviar.
- O que foi, vai ficar do lado dela, é isso, se for, vá embora.
Jane ao ouvir o filho dizer aquilo para Leo, se aproxima deste.
- Você não merece a sorte que tem, uma mãe trouxa e um companheiro que você faz de trouxa sempre.
- Vai embora.
- Vou mesmo, fui.
Jane dá um abraço em Leo e sai do quarto.
- Viu o que fez, muleke.
- O que foi, vai junto.
Leo ali no banco do hospital chora ao relembrar a cena ali no quarto, no ponto de ônibus Jane fica a espera de seu circular, assim que este pára ela sobe, olha em direção ao hospital e vê o lugar se afastar da vista.
July ali no quarto com fantasia de empregada sexy, logo um senhor de seus 60 anos entra ali e a faz soltar gritos quando a chicotea e a faz de sua escrava, com a veste rasgada ele serpenteia sua língua pelos mamilos de July que já esta em Pânico total, jogada na cama recebe mais chicoteadas e o homem a penetra por trás sem qualquer preparo ou forma de carinho, a mulher grita e desfalece.
Ali jogada ao bel prazer de seu carrasco ela é possuída como que se uma boneca sem espirito ele a manuseia como que se essa estivesse morta.
Quase uma hora e ele joga notas de dólar em cima da mulher, a porta é fechada com extrema violência, ali aos poucos July tenta mexer o corpo sentindo uma extrema dor por todo corpo.
Minutos depois entra ali a gerente do clube, seguido de 3 seguranças, July é pega no colo e levada para um outro quarto onde a gerente.
- O que te fizeram criança?
- Pegou a parte da casa?
- Cem por cento seu.
- Por quê?
- Olha para você criatura, vai precisar muito mais do que a casa.
July é levada para o hospital, porém deixada na entrada ali ela recebe ajuda de algumas pacientes e de enfermeiras.
Após exames e curativos ela recebe a noticia que não fora prejudicados nenhum osso do corpo.
- Graças a Deus.
Ali no quarto recebe a visita de Leo.
- Amiga.
- Amigo. Ela desaba em lágrimas, ele a consola.
- O que te fizeram, mulher destruiram tua cara linda.
- Aqueles troços de clientes que temos de tolerar.
- Não, isso não, vem, vamos dar parte, vai ter BO naquele muquifo.
- Ficou louco, é cliente diamante, a gerente até me disse que eu fizesse o que fosse de minha vontade.
- E?
- Eu vou deixar quieto, bixa o cara é muito rico.
- É isso então, pode esbofetear, quebrar, cuspir, logo vai ser esfaqueamento, é isso mesmo Juliana?
- Eu preciso do trampo.
- Todos precisamos, mais vai, olhe para você.
- Foi comigo, o doutor disse que não quebrou nada.
- Você fala de mim mais esta mais amarrada do que eu, como pode deixar isso impune, você desmerece a classe.
- Que classe, foda-se a sua classe.
- Sei.
- Tenho que comer, água luz aluguel, é isso meu amigo, eu tenho contas, uma vida, sabia?
- Venha para minha casa.
- Ai sim, além de apanhar por grana, ainda vou ter de presenciar um viado apanhando do amrido por nada.
- July.
- Me desculpe, mais sabe que falo a verdade.
- Pois é, eu sei, mais você tem pego muito no profundo ultimamente.
- Tá, me desculpe.
- E agora?
- Agora o quê?
- Vai ficar quanto tempo sem trabalhar?
- Com essa cara inchada, acho que uns 3 ou 4 dias.
- Vou ficar com você.
- E o Carlos?
- Vai ser bom, ele tem de ter um tempo para ver o que ele quer realmente na vida.
- Tomara que seja longe de você.
- July.
- Tá tudo bom, vou ficar calada.
- Te amo.
- Eu também meu irmão gostoso de viver.
Eles se abraçam e nisso toca o celular de Leo.
- O que foi?
- O Carlos, vou atender.
- Oi. Leo sai do quarto e logo retorna.
- Amiga, eu te ligo, vou levar o Carlos embora.
- O quê, já?
- Nossa, demorou né amiga?
- Você vai levar ele para a sua casa?
- E para onde vou levar aquele homem hein mulher?
- Qualquer lugar, que tal pra puta que pariu. Risos.
- Entenda de uma vez eu amo o Carlos.
- Sei, você tem complexo de sofrer.
- O quê?
- Você gosta, ama sofrer.
ESQUEÇA ME 4 LGBT 18 ANOS
Leonardo acorda ainda grogue do efeito da bala, roupas jogadas no quarto, ele sente um odor forte, Carlos ali na cama ensanguentado.
- Carlos, Carlos, responde.
Ele sacode o cara que balbucia algo, Leo corre a procura do celular e liga para o resgate.
Minutos depois, ele esta a caminho do hospital, Carlos tivera uma overdose que ocasionou uma hemorragia estomacal.
- E então, doutor?
- Ele vai ficar bem, porém terá de seguir algumas regrinhas.
- Todas doutor.
O médico conversa com Leo ali que ouve atentamente, Carlos ficará internado por uma semana, em soro, vitaminas e exame.
Juliana leva roupas para Leo que entra no banheiro e toma um rapidissimo banho, logo sai vestido em roupas limpas.
- Obrigado amiga.
- Oras, somos um pelo outro.
- Você viu como ele esta?
- Eu não tenho dó, Leo ele só esta saboreando o fruto que ele planta.
- July.
- Chega, por favor, acorda Leo.
- Olhe July, obrigado pelas roupas, mais......
- Já sei, saiba eu ligo muito para você, estou indo.
- Pòr favor amiga.
- Tchau.
Juliana sai dali deixando Leo olhar Carlos que dorme profundamente devido os medicamentos.
Ali do lado ele confere as mensagens e redes sociais quando entra o doutor ali.
- Oi dr.
- Renam, pode me chamar de Renam.
- Sim doutor Renam.
- E o nosso paciente?
- Ainda dorme como a bela adormecida.
- Sei.
- Vocês estão juntos há?
- Três anos, mais ou menos em idas e vindas.
- Ele deve, não, é um rapaz de sorte.
- Por que diz isso?
- Oras, ele tem você entende, um ao outro.
- Sim, eu o amo.
- Muito?
- Demais, sai de casa, larguei a facul, perdi trabalho, tudo para ficar com ele doutor.
- Lindo isso.
- É, mais ás vezes me pergunto, será que fiz o certo.
- E o que lhe vem a mente como resposta?
- Que sim, doutor, que sim. Risos.
- Você se conforma com o mínimo.
- O quê doutor?
- Não, não é nada me desculpe.
Renam examina o paciente e logo se despede de Leo.
- Obrigado dr.
- Renam.
- Sim, dr Renam. A porta e fechada e Leo fica a admirar Carlos, mais sua mente viaja nas palavras cheias de enigmas do dr Renam.
- Será que ele estava me dando mole, não, com certeza que não.
Ele vai mais perto de Carlos e o afaga, molha um pedaço de algodão na água e leva a boca do paciente.
ESQUEÇA ME 3 CONTO LGBT
Laize termina o expediente na cafeteria BLUE STAR, deixa o avental no vestiário e sai, liga a sua motinha e segue em direção a um residencial de alto luxo, ali cumprimenta os porteiros e o pessoal da segurança, entra na terceira rua e segue por duas quadras até parar frente a uma casa bem estilosa, ali guarda sua moto na garagem e abre a porta que dá acesso a uma cozinha, ali abre o refrigerador e se serve de um gostoso suco de limão.
Ali já deixa uma bolsa em uma cadeira, seguindo para a sala onde começa a se livrar de suas roupas, já no quarto retira o restante e segue ao banho, ela suaviza o corpo e ouve o som de ALCIONE a tocar e inebriar o ambiente ali.
De banho tomado, liga o secador e vai arrumando seu cabelo, logo seu celular é invadido de mensagens, ela termina ali e veste um roupão, segue até a porta principal e abre.
- Oi.
- E ai.
- Posso entrar?
- Ainda pergunta. O rapaz entra ali e logo surge o bem quente beijo do casal, Laize acaricia aquele corpo vestido até parar na bunda do cara que a traz no colo até o quarto ali na cama, ele a coloca e tira sua roupa indo para junto dela, em gritos e gemidos o amor é feito de forma audaciosa e eles adormecem ali nús até que o celular dele toca.
071221.........
ESQUEÇA ME 2 CONTO LGBT
2
Sofia termina de atender 2 executivos num quarto de médio luxo em hotel 5 estrelas.
Ali de frente ao espelho ela ajeita o vestido curto, arruma seu cabelo e retoca o batom saindo dali com sua bolsinha, ao longe os dois homens dormem enquanto ela pega 2 garrafinhas de gin e coloca 1 na bolsa e outra sai bebendo.
Ali no corredor ela rodopia várias vezes e aperta o botão do elevador.
Nisso a porta é aberta e uma mulher com dois homens, a mulher esbarra em Sofia que faz menção de xinga-la mais entende que a situação não a favorece em nada.
- Me desculpe.
- Nada.
- É a pressa, com certeza.
- Sim, pode ser.
A mulher aciona o número 3 enquanto Sofia assovia alguma canção logo o elevador pára ali e a mulher sai sem despedir-se de Sofia que lhe mostra a língua pelas costas.
- Puta barata.
Sofia cai no riso enquanto ali sozinha olha ao redor e ao perambular ali sente que pisou em algo, ela olha para baixo e vê uma pulseira em ouro branco com alguns diamantes.
- O que é isso, eu tirei a sorte grande, é isso?
Ela olha para os lados e pisa de leve na jóia, se abaixa e guarda esta na bolsa.
O elevador abre a porta e ela segue no saguão até que ao passar na porta já na calçada, 3 seguranças a chamam.
- O que houve?
- Eu.
- Por favor senhorita.
Sofia acompanha eles até a sala de vigilância.
- O que houve?
- Abra a bolsa por favor.
- Por que?
- Só abra.
- Tudo bem.
Sofia abre a bolsa e eles procuram por algo, logo um segurança feminino entra ali.
- Senhorita, esta nossa colega vai te revistar, tudo certo?
- Ok. A segurança faz a revista em Sofia e nada.
- Pronto?
- Sim, queira por favor nos desculpar por favor.
- Tudo bem.
Sofia sai dali e segue para o ponto de ônibus.
- Esses filhos da puta só fizeram eu perder o meu ônibus.
Sofia entra no app e pede um veiculo, logo pára o carro e ela entra ali.
- Para onde?
- Bem longe daqui.
- Sim moça.
- Obrigado.
Em um bairro de classe média, o veiculo pára numa rua de mão única estreita.
- Aqui o seu dinheiro.
- Mais a corrida foi.........
- Olhe sr, o que eu tenho no momento é isso, depois eu te pago, juro.
- Tudo bem.
Sofia desce do veiculo e segue para uma casa de 4 peças com pouquissimas mobílias, ali ela deixa a bolsa em um sofá encardido, logo ouve latidos de 3 poodles que se fossem banhados, teriam uma cor bem alegre.
- O que vocês estão fazendo aqui dentro?
Logo ouve-se o barulho metálico, em uma cadeira de rodas uma senhora de seus 65 anos vem para a sala.
- O que faz aqui?
- E ai velha, vou tomar um banho e berço, não me acorde, sobre nada viu?
- Não vai não.
- O que foi?
- Vieram uns caras aqui, bem suspeitos.
- O que disseram?
- Sei lá, quando me viram, foram embora.
- Vou tomar banho.
- Não vai não, já arrumei teu muquifo, pode ir sem me agradecer.
- Eu vou tomar banho.
- Eu disse educadamente que não, mais se for seguir, melhor pensar direitinho nisto.
A senhora tira da manta um revólver e aponta para Sofia.
- Ficou louca.
- Vai embora.
A mulher ameaça dar um tiro, Sofia recolhe as duas sacolas de uma loja popular conhecedissima e sai dali, na calaçda as sacolas lhe dão trabalho, arrebenta as alças e ela tem de ficar de joelhos e recolher as roupas quando ouve um buzinar.
- Sofia.
- Leno
- O que esta acontecendo?
- Aquela louca, acredita me pôs para fora.
- Já era tempo, afinal você sempre trouxe problemas para a dona Ana.
- Aquela velha medíocre, eu ajudei tanto ela.
- Sei, ajudou ela com infarto, queda no banheiro, sumiu com a dentadura dela e quando fez a loucura de vender os óculos dela hein?
- Eu só a ajudei, afinal ela não sabe ler.
- Assume piranha, você é total fora da casinha.
- Qual é mano, vai, me deixa ficar lá na casa da sua prima?
- Tudo bem, te deixo lá mais você que fala com ela.
- Certo.
Com certa dificuldade com as sacolas, ela sobe na garupa, segue para a casa de Dalila, prima de Leno.
Ali no cortiço de Davi, ela anda por entre as casas acumuladas e o fedor de esgoto a vazar de algum encanamento clandestino ali.
051221..........
FERIDAS
COMO ME MARCA, SANGRA, FERE, A MORAL
MINHA, TÃO MINHA E MÍSERA MORAL
VER UM JORNALISTA QUE
TEVE SUA ASCENSÃO E PROFISSÃO
EM TODO O SEU PROGRESSO
COM SEU BLOG E SEUS TEXTOS
NAS REDES SOCIAIS
E CRIANDO SEU CANAL
TERÇA LIVRE
NA PLATAFORMA MAIS CONHECIDA
NO PAÍS
FICO INDIGNADO E ENTRISTECIDO
AO VER QUE O NOSSO PAÍS
SE DEDICA A DESTRUIR, HUMILHAR
FECHAR, CAÇAR, VEXAMINAR PESSOAS
OU SEJA A QUALQUER UM QUE ESTEJA
OU DEMONSTRE
UMA MERA SIMPATIA COM ESTE GOVERNO ATUAL.
VIROU UMA BRIGA DE VIZINHAS
QUE TRAZ SEU RANÇO
GORDUROSO, PREGUIÇOSO
MAU PUÍDO E QUE DIFERE
DE SEUS CONCEITOS FAMILIARES
SE O JORNALISTA QUE ESTA
A FRENTE
USOU DE SUA FONTE
EM BRASÍLIA PARA
EXPOR ALGO QUE NA REALIDADE JÁ SABÍAMOS
SERIA NO MÍNIMO CLARO
QUE ESTE FOSSE
NOTIFICADO PELOS MEIOS LEGAIS
DE UMA JUSTIÇA
COMUM
MAIS DAÍ OS SENHORES DELEGADOS
DE UMA SÉRIE JAPONESA
JASPION
QUE ENGLOBA E CERCEIA
O STF
DE NOSSO PAÍS, INICIA-SE
A CAÇA E PARA QUE O SHOW
CONTINUE E SE
VALORIZE
ELES SE ALIAM
A VELHA CRUEL
MÍDIA
CORRUPTA
E DECREPTA
QUE ORQUESTRA E CRIA
TODO O ROTEIRO
DE SUJEIRAS
MENTIRAS
E FAKES
QUE NA REALIDADE
SÃO PEQUENOS DESPERTADORES
SOCIAIS
QUE ATÉ PODEM VIR COM BATERIAS
FRACAS
E RASAS.
EU ACREDITO, QUERO
E VOU CONTINUAR A ACREDITAR
QUE TODO ESTE CIRCO
INICIADO
COM A TAL FALÁCIA
FIQUE EM CASA
QUE FORA BORDADO
EM OURO DE TODO POR UMA GRANDE
MÍDIA
SUJA E OBSCURA
SEI QUE AINDA VAMOS CONTINUAR SENDO PRESAS
DE CAÇADORES
FANFARRÕES
QUE SE INTITULAM
SENHORES DA LEI
SUPREMA
A SUPREMACIA QUE OPRIME
E DESTRÓI O DIREITO
DE DISCORDAR
E OPINAR
SOB UM PLANO SATÂNICO EM EXERCÍCIO
FICA A MENSAGEM QUE DIAS
PIORES ESTÃO AI
MAIS VAMOS NOS FORTALECER E CRESCER
CONTINUANDO A OPINAR
E DEBATER DO INIMIGO
QUE TIRA O PÃO DE NOSSAS BOCAS.
251021……..
O POVO E O 7 DE SETEMBRO
O POVO FOI AS RUAS
LINDISSIMO VER GENTE NA GRANDE
LUTA PELA LIBERDADE
EU NUNCA VOU AQUI FALAR
MAU DESTE OU DAQUELE DO STF
MAIS SIM
DA FALTA DE SE ORGANIZAR
E DE COLOCAR O RESPEITO
ACIMA DE SUAS VONTADES
AINDA VIVEMOS NUMA DEMOCRACIA
SIM, AINDA VIVEMOS
MESMO TENDO ELA AS
ÚLTIMAS NO PRONTO SOCORRO
DE EMERGÊNCIA
DE QUALQUER HOSPITAL
PÚBLICO
SANEADO PELO SUS
NÃO SOMOS BURROS
QUEREMOS TER O NOSSO
DIREITO
GARANTIDO, DE FALAR
E QUEM SABE
SER OUVIDO
QUEREMOS ELEIÇÕES
LIMPAS, QUEREMOS SIM
VER PESSOAS
HONESTAS COM FALAS
LIMPAS E PROMESSAS FRUTUOSAS
DE UM BOM
POR VIR
PARA NÓS
BRASILEIROS
A VELHA MÍDIA
SE CALOU, MOSTROU
AS FOTOS
TIRADA DE ALBUNS
DE A VÓS QUE MOSTRAM
A PAISAGEM NEBULOSA
DE QUEM O FEZ
O POVO NÃO QUER
GOLPE
QUEREMOS TER O DIREITO
DE DECIDIR
PELO CERTO OU NÃO, SOMOS
DONOS DE NOSSOS RUMOS, NÃO SOMOS
MAIS OS PALHAÇOS
DE ELENCAR AS FANTASIAS
DE UM JÚRI
ONDE POUCOS DECIDEM O NOSSO NADA
QUEREMOS O DIREITO
DE TER A VACINA
MAIS SIM
RESPEITANDO O DIREITO
A AQUELE QUE AINDA
TEM ALGUMAS DÚVIDAS
NÃO SOMOS MORTOS DE FOME
MAIS CONFIAMOS
QUE SE DEIXARMOS O PAÍS
NAS MÃOS
DE UM GRUPO
OU UM ATOR QUE PREFERE SAIR A PRAIA
E MOSTRAR SUA BELDADE
EM HORÁRIO NOBRE
CHEGA, NÃO SOMOS TOLOS
QUEREMOS RESERVAR A SEDE E TER
A ÁGUA DE QUE
PAGAMOS
HÁ TEMPOS
PAREM COM AS PERSEGUIÇÕES
PRISÕES ABRUPTAS
E ESSA
CAÇA AO RATO DE QUE NÓS
O RATO
VOLTAMOS PARA O ESTRANHO
MESTRE DE CAPA
QUE SE DIZ
O DONO DE TUDO
E DE TODOS
POR FAVOR SENHORES
GOVERNADORES
NÃO IMPEÇAM
COM COBRANÇAS
ABUSADORAS
O DIREITO UNIVERSAL DE NOS ALIMENTAR
080921........
UM ANJO ME VISITOU
Um anjo me visitou hoje.
Sabe quando você se depara com as decepções e a tormenta que engole.
Sai para frente de meu trampo e iniciei uma varrição aqui na rua, calçada.
Logo avistei uma bike, um rapaz de bermuda, camiseta, boné para trás.
Ele parou e me perguntou se ele poderia comprar um terreno aqui de frente, este terreno é quase que metade do quarteirão.
Eu prontamente lhe respondi que sim, com certeza ele poderia compra-lo.
Ele me olhou e disse.
- Se eu posso, você também pode.
Ele se despediu e seguiu seu trajeto, eu fiquei ali na calçada, quase em lágrimas.
O grande mestre me pôs um anjo para me dizer que sim.
Tudo tem seu jeito, não há mal que perdure, sim, sou vitorioso.
Agora já sinto as energias renovadas, por que meu pai celestial mostrou sua benevolência por um anjo aqui na esquina.
Ás vezes o vento me traz inseguranças.
Te amar não é tão fácil assim, permiti-me desistir por que busco em teus olhos o paraíso perdido do meu ego corroído.
Teu semblante me faz permanecer inerte em teu solo sussurrar.
Me desculpe, não sou o cavaleiro que almejas para casar-te.
Mais sou teu furor e arrependimento, corre e lança-te em meus braços.
Te quero agora, do jeito que vieste, com ou sem tuas vestes puídas.
Deseja-me e me faça soluçar em meio aos teus gritos de um louco amor de verão.
Anoiteceu, espero que cubras e fique comigo até o amanhecer.
Por que teu perfume me acalma, acalanta e me deixa sorrir assim para ti.
Amor.
231121................
SEJA BEM VINDA JOVEM PAN NEWS
É radiante a alegria e a formação intelecto e social do sr ADRILLES.
Acabei de assistir ou melhor ouvir um podcast de uma turma para lá de legal da JOVEM PAN.
O Adrilles é sempre um excelente convidado que faz o ambiente efervecer e recriar uma pauta com tantas informações e prospectos atuais.
Também parabenizo a JOVEM PAN que finalmente retornou ao grande sonho com um efeito monumental.
A volta da JOVEM PAN, agora NEWS, sim agora temos informação e jornalismo na tv aberta, sendo sintonizada pelas principais operadoras pagas e pela parabólica comum.
Finalmente temos um grande canal com noticiário e profissionais de verdade.
Sendo que não só eu, mais uma boa parcela esta cansada de ver a tv que se forma e formou ás custas de nosso impostos e anseios por uma reportagem verdadeira e simples.
Mais ao invés disso fomos intoxicados por anos em nossas mentes contra o governo que esta atuando no momento.
Pois é meu BRASIL, graças, estamos resgatando a verdadeira noticia com jornalismo sério, imparcial e digno de ser assistido.
Espero que não faça o que antes fora feito a esta mesma empresa quando antes decolava para um sucesso maior.
011121..............